Hentai Sarada Uchiha descobre que Mãe e Filho fodem juntos, Boruto e Hinata transam e sarada ainda é obrigada a chupar a buceta da coroa rabuda Hinata

Sarada, uma jovem investigadora de 18 anos, se oferece como isca para capturar um serial que espanca mulheres e rouba calcinhas. Durante a operação, é violentada por um velho e depois por dois negros musculosos em um bar. Uma misteriosa mulher chamada Hinata surge, mata os homens e revela ser a serial, usando um jutsu futanari para foder Sarada com um pau de 35cm, deixando-a acamada por um mês. Durante a recuperação, Sarada se aproxima de Boruto e começa a namorá-lo, mas descobre que Hinata é sua mãe. Ela vê Boruto fodendo a própria mãe e é forçada por Hinata a chupar sua buceta, engolir seu squirt e mijo, sendo tratada como um "banheiro humano". Na calada da noite, enquanto Boruto dorme, Hinata acorda Sarada sentando em seu rosto e a fode com paixão, consolidando sua dominação total sobre a jovem.

Sarada, uma jovem investigadora de 18 anos, se oferece como isca para capturar um serial que espanca mulheres e rouba calcinhas. Durante a operação, é violentada por um velho e depois por dois negros musculosos em um bar. Uma misteriosa mulher chamada Hinata surge, mata os homens e revela ser a serial, usando um jutsu futanari para foder Sarada com um pau de 35cm, deixando-a acamada por um mês. Durante a recuperação, Sarada se aproxima de Boruto e começa a namorá-lo, mas descobre que Hinata é sua mãe. Ela vê Boruto fodendo a própria mãe e é forçada por Hinata a chupar sua buceta, engolir seu squirt e mijo, sendo tratada como um “banheiro humano”. Na calada da noite, enquanto Boruto dorme, Hinata acorda Sarada sentando em seu rosto e a fode com paixão, consolidando sua dominação total sobre a jovem.





CAPÍTULO 1: Novinha fodida no beco

A vila de Vale Negro nunca fora um lugar para moças de família andarem desacompanhadas após o pôr do sol. Mas Sarada não era mais uma moça de família — ou, pelo menos, não era mais vista como tal. Desde que o Estripador de Calcinhas começara a agir, o medo se espalhara como pólvora. Oito mulheres jovens atacadas nos últimos dois meses. Todas com menos de vinte e cinco anos. Todas espancadas até ficarem roxas, com marcas de mãos e cintos nas costas, e todas com uma peça de roupa íntima roubada — sempre a calcinha, arrancada com violência.

O Detetive Vargas riu quando Sarada se ofereceu para ser a isca.

— Você? Uma garotinha recém-saída da academia? Ele vai te comer viva, menina.

— Exatamente — respondeu ela, com a voz firme, mas o coração disparado. — É isso que ele quer. Uma presa fácil. Nova. Inocente. E é isso que eu vou parecer.

Vargas a examinou de cima a baixo, cínico. Ela viu o brilho nos olhos dele — não era preocupação, era diversão. Ele queria vê-la falhar. Queria que ela pedisse arrego.

— Faça do seu jeito, novinha. Mas se der merda, a culpa é sua.

Sarada saiu da delegacia com o nojo entalado na garganta.

O plano era simples: percorrer os becos mais sujos da vila entre duas e quatro da madrugada, horário em que os ataques aconteciam. Vestida como uma garota de programa, ela atrairia o predador. Mas, para isso, precisava parecer vulnerável, descartável — uma boneca de luxo jogada no lixo.

Quando chegou em casa, trancou a porta, puxou a cortina e encarou o próprio reflexo no espelho do quarto. Respirou fundo. Seu corpo tremia, mas não de frio.

Ela tirou a roupa devagar. A blusa de alcinha, a calça jeans justa, o sutiã de algodão. Ficou nua por um instante, observando as próprias curvas sob a luz amarelada do abajur. Sarada tinha o corpo de quem acabara de sair da adolescência, mas com formas que já prometiam muito. Os seios eram firmes, médios, com os mamilos rosados e sensíveis ao ar. A cintura fina desenhava uma curva suave até os quadris largos, que se abriam em um quadril de dar água na boca. Suas coxas eram grossas e torneadas, e a pele morena brilhava como mel sob a luz.

Seu rosto, ainda com traços juvenis, era o que a fazia parecer mais nova do que realmente era. Olhos amendoados, cor de mel, lábios carnudos, um nariz pequeno e empinado. O cabelo preto, liso e comprido, caía sobre os ombros até quase a cintura. Era linda, e sabia disso — mas nunca usara a beleza como arma. Até agora.

Sarada abriu a gaveta de baixo do guarda-roupa e tirou a peça que comprara escondida na loja de lingeries da rua 7. Era uma calcinha fio-dental de renda preta — um triângulo minúsculo de tecido que mal cobria o necessário. Quando a vestiu, ela sentiu o fio de renda se aninhar entre as nádegas, dividindo sua bunda ao meio, e o pequeno triângulo na frente mal escondia o tufo de pelos que Sarada mantinha aparado, mas não depilado. A sensação foi estranhamente íntima, quase obscena.

Sobre o corpo nu, vestiu um vestido curto demais, colado demais, vermelho, que mal chegava à metade da coxa. Não usou sutiã — os bicos de seus seios marcavam o tecido fino como dois botões provocantes. Colocou uma jaqueta jeans velha por cima, para parecer que tentava se esconder. Saltos altos, uma bolsa falsa e batom borrado.

Pronta.

No espelho, Sarada não se reconheceu. Ela se viu como os homens a veriam: um pedaço de carne andando pela noite. E, por um momento, sentiu nojo de si mesma. Mas engoliu o orgulho, pegou o microfone escondido e saiu.


A noite era úmida, e a lua estava coberta por nuvens escuras quando Sarada entrou no primeiro beco. O cheiro de esgoto, mijo e álcool barato subia das poças de água parada. Ela andava devagar, o salto ecoando nas paredes molhadas. Cada passo fazia o vestido subir um pouco mais, exibindo a curva branca de suas coxas.

Ela ouvia os próprios batimentos cardíacos. Nenhum sinal de reforço. Apenas o vento frio e os olhos que sabia estarem sobre ela.

Foi no terceiro beco que algo mudou.

Uma sombra se moveu no fundo escuro. Sarada parou, fingindo estar distraída, mexendo no celular. Seu coração disparou.

— O que uma flor tão bonita faz num lugar tão feio? — uma voz rouca, velha e arrastada saiu das trevas.

Não era a voz sedutora que ela esperava para o serial. Mas era uma voz. Um vulto se aproximou — um homem baixo, barrigudo, com barba por fazer e olhos pequenos e brilhantes. Velho. Sujo. Bêbado, talvez. Ele cheirava a álcool e suor.

Sarada sentiu o nojo subir pela garganta, mas manteve a pose. Ela precisava descobrir se aquele era o criminoso.

— Tô perdida, moço — disse ela, com uma voz que tentou ser sensual, mas saiu trêmula. — Cê pode me ajudar?

O velho riu. A risada era molhada, viscosa.

— Ajudar? Ajudar eu ajudo, princesinha…

Num movimento rápido que Sarada não esperava, ele a agarrou pelo braço e a jogou contra a parede de tijolos. A aspereza raspou suas costas expostas. O velho era mais forte do que aparentava.

Antes que ela pudesse reagir, a mão suja e calejada dele deslizou por baixo do vestido, subindo pela sua coxa com uma pressa obscena. Os dedos ásperos encontraram a renda da calcinha fio-dental, e ele bufou de satisfação.

— Nossa, que delicinha… A novinha já veio preparada…

Sarada prendeu a respiração. A mão do velho apertou a carne nua da sua bunda, os dedos cavando fundo na pele. Ele a apalpou como quem avalia carne no açougue, rindo baixinho.

— Gostosa… macia… — ele murmurou, com a boca encostada em seu ouvido, o hálito podre queimando sua pele.

Mas Sarada, por trás do nojo e do medo, observou. Observou as mãos dele. Não havia anéis. Nenhuma marca de cinto. Os dedos não tinham as cicatrizes que as outras vítimas descreveram. Ele era velho, fraco, bêbado. Não era o serial.

Ela precisava terminar aquilo. Rápido.

O velho, no entanto, não lhe deu tempo. Com um movimento brusco, ele segurou seus ombros e a forçou a se ajoelhar na poça de água suja. A lama fria encharcou seus joelhos. Seu vestido subiu até a cintura, deixando sua bunda nua e exposta para o beco escuro.

— Agora vai me chupar, sua putinha — ele ordenou, abrindo o zíper da calça. O pau do velho era feio, veiudo, com a cabeça roxa e grossa. O cheiro era forte, ácido. Ele enfiou os dedos no cabelo de Sarada e forçou a cabeça dela para frente.

— Chupa — ele repetiu. — Chupa gostoso, senão eu te dou um tapa.

Sarada hesitou por um segundo. A repulsa era imensa. Mas ela precisava manter a farsa. Precisava ganhar tempo. Com um nó no estômago, ela abriu a boca e deixou que ele enfiasse o pau nela.

O gosto era horrível — salgado, amargo, com um fundo de suor e urina. Sarada sentiu o reflexo de vômito subir, mas engoliu seco. O velho começou a mover os quadris, empurrando o pau fundo em sua garganta, e ela quase engasgou.

— Isso… isso mesmo… sua vadiazinha… — ele gemia alto, segurando seu cabelo com força.

Sarada fez o que pôde, movendo a língua ao redor da glande, tentando não pensar no gosto. Mas algo estranho começou a acontecer. Conforme o velho acelerava o ritmo, Sarada sentiu um calor subir pelo seu ventre. O nojo ainda estava lá, mas misturado a uma excitação que ela não esperava. A violência da cena, a vulnerabilidade, a sensação de ser usada — tudo aquilo despertava algo primitivo dentro dela.

Ela começou a chupar com mais vontade. A língua deslizava pela cabeça do pau, os lábios sugavam com força, e ela se surpreendeu gemendo baixinho. O velho percebeu.

— Tá gostando, putinha? — ele riu, com a voz rouca. — Sua vadiazinha tá adorando chupar o pau do velho…

Sarada não respondeu. Mas seus olhos estavam vidrados, e sua boca continuava trabalhando, babando pelo pau dele. Ela se odiava por estar sentindo prazer, mas seu corpo não mentia.

O velho a puxou para cima, segurando-a pelos braços. Ele a virou contra a parede, inclinando seu corpo para frente. A mão dele deslizou novamente por baixo do vestido, mas dessa vez ele não parou na calcinha. Os dedos ásperos encontraram o fio de renda e o puxaram para o lado, expondo completamente sua bunda.

— Agora vou provar esse cuzinho gostoso — ele sussurrou, e antes que Sarada pudesse reagir, ele se ajoelhou atrás dela.

A respiração de Sarada parou quando sentiu a língua áspera e quente do velho tocar sua entrada mais íntima. Ele lambeu devagar, da frente do cuzinho até as costas, molhando a pele com sua saliva espessa. Sarada arqueou as costas, soltando um gemido alto.

— Isso… — ela ouviu sua própria voz dizer, e o choque a percorreu. O que estava fazendo?

A língua do velho se moveu mais rápido, entrando e saindo do cuzinho dela, lambendo, chupando, molhando tudo. Os dedos sujos apertavam suas nádegas, abrindo-as para dar mais acesso. A sensação era inacreditável — um prazer sujo, proibido, que fazia seus joelhos tremerem.

Sarada jogou a cabeça para trás, os olhos fechados, a respiração ofegante. O velho a chupava como se fosse a última refeição dele. A língua entrava fundo, girava, saía, e voltava. Cada movimento arrancava um gemido mais alto de Sarada, que agora segurava a parede com as mãos, os quadris se movendo sozinhos contra a boca dele.

— Porra… — ela sussurrou, sem se reconhecer. — Continua… continua…

O velho obedeceu. Chupou seu cuzinho por longos minutos, até que ele estivesse completamente molhado e dilatado. Sarada estava ofegante, o corpo todo vibrando, a calcinha pendurada na lateral da coxa, o vestido amassado na cintura.

Ela o ouviu se levantar atrás dela. O som do zíper se abrindo novamente. O barulho de cuspe — ele cuspiu na própria mão e passou no pau.

Sarada fechou os olhos. Seu coração disparou. Ela sabia o que vinha a seguir. E, para seu horror, percebeu que queria.

— Agora — a voz do velho era um grunhido molhado atrás dela — vou meter nesse cuzinho gostoso. Você quer, putinha? Quer o pau do velho no seu cu?

Sarada mordeu o lábio. O microfone ainda estava ligado. Vargas devia estar ouvindo tudo. Mas, naquele momento, ela não ligava.

— Quero — respondeu, em um fio de voz. — Me fode. Põe no meu cu.

O velho riu, uma risada baixa e triunfante. Ela sentiu a cabeça grossa e quente do pau pressionar a entrada do seu cuzinho. A saliva e a língua tinham molhado bem, mas ele ainda era grande demais. Sarada prendeu a respiração, sentindo o músculo se contrair.

A cabeça do pau começou a entrar.

Devagar.

Muito devagar.

Sarada abriu a boca num gemido mudo quando sentiu aquele preenchimento brutal e delicioso. O velho parou, deixando apenas a cabeça dentro dela, enquanto ela se acostumava com a invasão.

E ali, naquele beco sujo, Sarada descobriu algo sobre si mesma que nunca imaginou: o prazer proibido era o mais doce de todos.

Mas então, no meio do êxtase, algo mudou.

O velho não era mais o único na escuridão.

Um cheiro doce e amadeirado — jasmim — flutuou no ar.

Alguém a observava.

E não era o velho.



CAPÍTULO 2: Vai doer um pouco, mas depois você vai amar. Todas amam.

A cabeça do pau do velho estava apenas na entrada do cuzinho de Sarada. A sensação era avassaladora — uma pressão quente e brutal que a fazia tremer dos pés à cabeça. Ela sentia o músculo se contraindo, tentando expulsar a invasão, mas ao mesmo tempo um desejo primitivo a puxava para dentro, querendo mais.

— Relaxa, novinha — a voz rouca do velho sussurrou atrás dela, a mão suja apertando sua cintura. — Vai doer um pouco, mas depois você vai amar. Todas amam.

Sarada mordeu o lábio, as unhas arranhando a parede de tijolos. O velho começou a empurrar devagar, a cabeça grossa do pau forçando a entrada apertada. Ela sentiu a pele esticar, uma dor aguda e elétrica subir pela espinha.

— Aaah… — ela gemeu, mais para si mesma do que para ele.

— Isso, gostosa… abre esse cuzinho pro velho… — ele grunhiu, dando mais uma estocada lenta.

O pau entrou mais um pouco. E mais. A dor começou a se misturar com um prazer profundo e estranho. Sarada sentiu cada centímetro daquela carne quente e veiuda penetrando seu interior, preenchendo-a de uma forma que ela nunca experimentara. A sensação de estar sendo preenchida, de estar completamente vulnerável e exposta, despertava algo obscuro dentro dela.

— Tudo… tudo entrou… — ela ofegou, sentindo as bolas do velho encostarem em sua bunda.

O velho riu, um som baixo e sujo.

— Cuzinho apertadinho da puta… parece uma luva… — ele começou a se mover, puxando o pau quase todo para fora e empurrando de volta com força.

O baque fez Sarada arquejar. A parede áspera arranhava seus seios nus, os mamilos duros raspando nos tijolos. O velho acelerou o ritmo, suas estocadas ficando mais rápidas, mais brutais. O som molhado do pau entrando e saindo do cuzinho de Sarada ecoava no beco escuro.

— Mais… mais forte… — ela ouviu sua própria voz pedir, e o choque a percorreu.

O velho obedeceu. Segurou seus quadris com força, as unhas sujas cavando na pele macia, e começou a meter com fúria. Cada estocada fazia o corpo de Sarada sacudir contra a parede. Seus gemidos eram altos agora, sem vergonha, misturados com os grunhidos animalescos do velho.

— Vira — ele ordenou, puxando-a pela cintura.

Sarada se virou, cambaleando. O velho a empurrou para o chão, sobre a jaqueta suja que ela havia deixado cair. A lama fria encharcou suas costas, mas ela não ligava. Ele levantou suas pernas, apoiando os tornozelos nos próprios ombros, e olhou para o corpo nu e exposto dela.

A calcinha fio-dental estava arrancada para o lado, pendurada em uma coxa. A buceta de Sarada, molhada e rosada, brilhava sob a luz pálida da lua. O cuzinho, vermelho e inchado, ainda pulsava da penetração.

— Agora quero ver esse cuzinho de perto — o velho disse, cuspindo na própria mão e passando no pau novamente.

Ele ajoelhou entre suas pernas, alinhou a cabeça do pau na entrada do cuzinho e empurrou de uma só vez. Sarada gritou, mas era um grito de prazer. O velho começou a meter rápido, as bolas batendo em sua bunda a cada estocada. A visão do pau entrando e saindo do cuzinho apertado dela era obscena e hipnotizante.

— Olha isso… — ele grunhiu. — Olha como você engole meu pau, sua putinha…

Sarada olhou para baixo, vendo a carne grossa e veiuda desaparecendo dentro dela. A visão a fez gemer mais alto. Seu corpo todo tremia, os seios balançando com cada estocada. O velho se inclinou e mordeu um de seus mamilos, puxando com os dentes.

— Você é uma vadiazinha gostosa… — ele sussurrou, enquanto continuava a meter. — Sabia que você ia adorar ser fodida assim…

— Sim… — Sarada gemia, sem filtro. — Sim, me fode… me fode gostoso…

O velho a virou de novo, agora de quatro. A posição era brutal — ele agarrou seus quadris e começou a meter com fúria, o pau entrando e saindo do cuzinho num ritmo alucinante. Sarada gemia contra o chão, a boca aberta, babando na jaqueta suja.

— Cuzinho apertado da porra… — ele grunhiu, dando um tapa na bunda dela. A pele marcou com a mão vermelha.

Ele meteu mais forte, mais fundo. Sarada sentia o pau bater no fundo do seu interior, a cabeça roçando em algum ponto que a fazia ver estrelas. O prazer era insuportável, uma montanha-russa de sensações que a levava cada vez mais perto do limite.

Mas o velho não parou.

Ele a puxou para cima, sentando-a no colo dele. A posição era íntima, quase romântica — as costas de Sarada contra o peito suado dele, as pernas abertas sobre as dele. O pau continuava enterrado em seu cuzinho, e ele começou a balançá-la como uma boneca, empurrando para cima e para baixo.

— Senta nesse pau, putinha — ele mandou. — Rebole nesse cuzinho gostoso.

Sarada obedeceu. Seus quadris começaram a se mover, um rebolado lento e sensual que fazia o pau deslizar dentro e fora do cuzinho molhado. Ela jogou a cabeça para trás, os olhos fechados, os lábios entreabertos. A sensação era divina.

O velho não aguentou. Ele a deitou de novo, de barriga para cima, e posicionou o pau na entrada da buceta dela. A saliva e a lubrificação natural tinham molhado tudo. Sem aviso, ele enterrou o pau inteiro na buceta de Sarada.

— Aaaah! — ela gritou, arqueando as costas. A buceta era mais larga, mais molhada, e o velho começou a meter com uma fúria que ela não esperava.

— Buceta gostosa… — ele grunhiu, enfiando os dedos na boca de Sarada. — Chupa meus dedos, putinha… chupa enquanto eu como sua buceta…

Sarada chupou os dedos sujos dele, a língua enrolada ao redor deles, enquanto o velho a fodia sem piedade. A visão era pornográfica: a mão suja enfiada na boca dela, o pau grosso entrando e saindo da sua buceta molhada, os peitos balançando.

— Tá quase… — o velho grunhiu, o ritmo acelerando. — Tô quase gozando…

— Goza dentro — Sarada ouviu sua própria voz dizer, e o desespero tomou conta dela. O que ela estava fazendo? — Goza dentro de mim…

O velho riu, um som baixo e sujo.

— Quer ficar grávida, putinha? Quer meu leite no seu útero?

— Sim… — ela gemeu, perdendo toda a razão. — Sim, goza dentro… me enche…

O velho deu mais três estocadas violentas, o corpo todo tenso, e então Sarada sentiu o jorro quente e espesso inundar sua buceta. Era um volume imenso, uma sensação escorregadia e quente que a fez contrair os músculos ao redor do pau dele, sugando cada gota.

— Toma… toma todo meu leite, sua putinha… — ele grunhiu, enquanto o pau pulsava dentro dela. — Você vai engravidar… vai ter um filho do velho…

Sarada sentiu o esperma escorrer pela sua buceta, molhando suas coxas e a jaqueta suja debaixo dela. O velho ficou imóvel por um longo momento, o pau ainda enterrado dentro dela, os dois ofegando.

Então ele se levantou. Ajeitou a calça. Cuspiu no chão perto da cabeça de Sarada.

— Foi bom, putinha — ele disse, com um sorriso podre. — Se quiser mais, já sabe onde me encontrar.

E sumiu na escuridão do beco.

Sarada ficou ali, deitada na lama, as pernas abertas, a buceta e o cuzinho ainda pulsando, o esperma quente escorrendo pelo seu corpo nu. Ela sentia um misto de nojo e prazer, culpa e êxtase.

Mas então, o cheiro de jasmim voltou.

Mais forte agora.

Mais próximo.

Sarada ergueu a cabeça, o coração disparado. Alguém estava ali, parado na sombra, observando tudo. Ela não conseguia ver o rosto, apenas a silhueta alta e imponente.

O serial.

Ele viu tudo. Ouviu tudo.

E agora, ele estava vindo para ela.

— Tão linda e tão suja… — a voz era um sussurro aveludado, vindo das trevas. — Você não sabe o que acabou de despertar, pequena investigadora…

Sarada tentou se levantar, mas as pernas não obedeciam. O cheiro de jasmim a envolveu como um abraço, e a última coisa que ela viu antes de desmaiar foram olhos escuros, profundos como o abismo, brilhando sob a lua.

O jogo, afinal, havia começado.

E Sarada já estava perdida.



CAPÍTULO 3: O BECO, O BAR E A BESTA

Sarada acordou com o cheiro de esgoto e esperma ainda impregnado em sua pele. A lama fria grudava em suas costas nuas, e o vestido vermelho estava amassado, subido até a cintura, revelando suas coxas abertas e molhadas. O esperma do velho ainda escorria lentamente pela sua buceta, formando uma poça viscosa no chão sujo.

Ela se sentou devagar, a cabeça pulsando. Onde estava? O beco. O velho. O pau. O gozo. E depois… o perfume de jasmim. O serial. Ele a viu. Ele a observou.

Sarada olhou em volta, os olhos arregalados de medo. Mas não havia ninguém. Apenas a escuridão e o vento frio que fazia seus mamilos se contraírem.

— Merda… — ela sussurrou, passando a mão trêmula no rosto. Seus dedos ainda cheiravam ao gosto salgado do pau do velho. — Que merda eu fiz…

Ela se levantou com dificuldade, as pernas bambas. O cuzinho ainda ardia, a buceta latejava, e a calcinha fio-dental estava rasgada, pendurada em uma coxa como um troféu de guerra. Sarada a arrancou e jogou no chão. Não serviria mais para nada.

Seu reflexo em uma poça d’água era de dar pena. Cabelo bagunçado, batom borrado, olhos vermelhos, a pele marcada pelas mãos do velho e pelos tijolos da parede. Ela parecia exatamente o que era: uma puta usada em um beco sujo.

Respirou fundo, ajeitou o vestido o melhor que pôde, puxando-o para baixo para cobrir as coxas molhadas. O tecido fino e colado agora estava transparente em alguns pontos, revelando os mamilos duros e os contornos do seu corpo nu por baixo. Não havia sutiã. Não havia calcinha. Apenas carne e vergonha.

Sarada começou a andar, mancando ligeiramente, em direção à saída do beco. O salto alto estalava no asfalto molhado, cada passo uma lembrança dolorosa do que acabara de acontecer. A buceta ainda pulsava, quente e úmida, e ela sentia o esperma escorrendo pelas coxas a cada movimento.

Ela precisava encontrar Vargas. Precisava sair daquele lugar. Precisava esquecer.

Mas quando Sarada virou a esquina e saiu do beco, a visão que a esperava a fez parar no meio da calçada. A poucos metros dali, havia um bar — um estabelecimento escuro e decadente, com luzes de neon piscando e música alta vazando pelas frestas da porta. Do lado de fora, encostados na parede, estavam dois homens.

Não eram homens comuns.

Eram negros. Altos. Extremamente musculosos. Os braços deles eram grossos como troncos de árvore, as camisas apertadas mal continham os peitorais enormes e os ombros largos. Cada um devia ter mais de 1,90m, com corpos esculpidos como estátuas de aço. Carecas, com maxilares quadrados e olhos escuros e penetrantes. Usavam correntes de prata no pescoço e calças jeans rasgadas que mal cabiam nas coxas grossas.

Sarada engoliu em seco. Seu corpo ainda estava vulnerável, exposto. Ela tentou passar reto, ignorá-los, mas não adiantou.

— Ei, novinha — a voz de um deles era grave, profunda como um trovão. — Cê tá perdida?

Sarada parou. O coração disparou novamente.

— Não… não, tô bem — ela respondeu, a voz trêmula. — Só tô passando.

O segundo homem riu, um som baixo e rouco. Ele se descolou da parede, e Sarada viu que ele era ainda maior que o primeiro. Seus olhos percorreram o corpo dela como se a estivesse despindo com o olhar.

— Passando? Com essa carinha de quem levou uma foda forte? — ele disse, a cabeça inclinada. — Tá toda bagunçada, princesa. Vestido todo molhado. Sem calcinha, pelo jeito…

Sarada sentiu o sangue subir ao rosto. Instintivamente, cruzou as pernas, tentando se cobrir.

— Não é da conta de vocês — ela disse, tentando soar firme, mas a voz falhou.

O primeiro homem se aproximou, e Sarada sentiu o tamanho dele. Ele a envolvia completamente, sua sombra cobrindo todo o corpo dela. O cheiro dele era forte — suor, perfume barato, e algo mais primitivo. Testosterona pura.

— Relaxa, gata — ele disse, a voz mais suave agora, mas ainda ameaçadora. — A gente só quer te convidar pra beber uma coisa. Você parece que precisa. Tá tremendo toda.

Sarada olhou para os dois. Não havia saída. A rua estava deserta, e eles bloqueavam o caminho. Qualquer tentativa de fuga seria inútil.

— Só… só uma cerveja — ela murmurou, mais para si mesma do que para eles. — Só uma.

O segundo homem abriu a porta do bar, um sorriso largo e branco brilhando na escuridão.

— Depois de uma cerveja, você vai se sentir bem melhor, princesinha. Prometo.

O bar era um antro. Fumaça de cigarro flutuava no ar, misturada com o cheiro de álcool e suor. Alguns homens bêbados estavam encostados no balcão, mas a maioria dos olhos se virou quando Sarada entrou com os dois negros gigantes.

Ela se sentiu como uma presa cercada por lobos. O vestido curto e molhado, o corpo nu por baixo, as marcas da foda com o velho ainda frescas em sua pele. Todos a olharam. Alguns assobiaram. Outros riram baixinho.

— Senta ali, princesa — o primeiro negro disse, apontando para uma mesa no canto. — Eu vou pegar a bebida.

Sarada sentou-se na cadeira de madeira, as coxas coladas uma na outra, os braços cruzados sobre o peito para esconder os mamilos duros que marcavam o vestido transparente. O segundo homem sentou-se à sua frente, os olhos fixos nela como se estivesse estudando cada curva.

— Cê é muito linda, sabia? — ele disse, a voz profunda. — Muito nova. Muito inocente. O que uma menina como você tá fazendo na rua a essa hora, toda molhada e fodida?

Sarada desviou o olhar.

— Eu só quero ir pra casa — ela murmurou.

— Depois da cerveja — ele repetiu, o sorriso malicioso. — Depois da cerveja, a gente leva você.

O primeiro negro voltou com duas garrafas de cerveja. Colocou uma na frente de Sarada e se sentou ao lado dela, o corpo enorme ocupando todo o espaço. Ela se sentiu esmagada entre os dois.

— Bebe, princesa — ele disse, empurrando a garrafa em sua direção. — Vai te relaxar.

Sarada pegou a garrafa com as mãos trêmulas e bebeu um gole. A cerveja estava quente e amarga, mas ela precisava de qualquer coisa para se acalmar. Bebeu mais um pouco. Depois mais.

A música alta pulsava, e os dois negros conversavam entre si, rindo baixinho, os olhos sempre nela. Sarada sentia o olhar deles como toques em sua pele. A cerveja começou a fazer efeito, e uma vontade súbita apertou sua bexiga.

— Onde fica o banheiro? — ela perguntou, a voz baixa.

O segundo negro apontou para um corredor escuro no fundo do bar.

— Lá no fundo, do lado esquerdo. Mas cuidado, é pequeno.

Sarada se levantou rapidamente, as pernas ainda bambas, e foi em direção ao banheiro. O corredor era estreito, mal iluminado, com uma única lâmpada piscando no teto. A porta do banheiro era de madeira, com uma fechadura quebrada.

Ela entrou e fechou a porta atrás de si, sem trancar — a fechadura não funcionava. O banheiro era minúsculo, fedorento, com um vaso sanitário sujo e uma pia rachada. Sarada suspirou, apoiou as mãos na pia e olhou para seu reflexo no espelho quebrado.

— O que você tá fazendo, Sarada? — ela sussurrou para si mesma. — Como você deixou isso acontecer?

Ela se virou e sentou-se no vaso, levantando o vestido e abrindo as pernas. A buceta ainda estava molhada, inchada, o esperma do velho se misturando com seus próprios fluidos. Ela sentiu um arrepio de nojo e prazer ao mesmo tempo.

Fechou os olhos, pronta para fazer xixi.

Foi quando a porta se abriu.

Sarada abriu os olhos com um sobressalto. A silhueta enorme do primeiro negro preenchia toda a entrada. Ele entrou no banheiro e fechou a porta atrás de si, trancando-a com o corpo.

— O que… o que você tá fazendo? — Sarada tentou se levantar, mas ele a empurrou de volta para o vaso com uma mão.

— Calma, princesa — ele disse, a voz baixa e rouca. — Eu só quero ver como você tá.

— Sai daqui! — ela gritou, mas a voz saiu abafada pela música alta do bar.

O negro riu, um som profundo e sombrio. Ele se virou e bateu na porta três vezes. Do lado de fora, ouviu-se a resposta do segundo negro:

— Tô aqui, irmão. Pode ficar à vontade. Ninguém entra.

Sarada sentiu o pânico subir pela garganta. Estava presa. O outro estava vigiando a porta. Ninguém viria ajudá-la.

O negro se virou lentamente para ela. Seus olhos escuros brilhavam na penumbra do banheiro. Ele desabotoou a calça jeans com uma lentidão deliberada, e Sarada viu o volume enorme que se formava ali.

— Você não vai gritar, princesa — ele disse, a voz tão calma quanto ameaçadora. — Você vai ficar bem quietinha e vai gostar. Eu sei que você gosta. Eu vi você no beco. Eu vi o velho te comendo. Eu vi você implorando por mais.

Sarada sentiu o chão sumir debaixo de seus pés. Ele viu. Ele viu tudo.

— Por favor… — ela murmurou, as lágrimas começando a escorrer. — Não faz isso…

Mas ele já havia abaixado a calça. A cueca veio junto, e o pau dele saltou para fora, livre e ereto.

Sarada nunca viu algo tão grande.

O membro era enorme — facilmente uns 25 centímetros, talvez mais. E grosso. Muito grosso. A cabeça era enorme, quase do tamanho de um punho, e as veias grossas percorriam todo o comprimento como cordas. A pele era escura, quase preta, e a glande brilhava com uma gota de pré-gozo.

— Isso não… isso não vai caber… — Sarada balbuciou, os olhos arregalados. — Isso não vai caber dentro de mim…

O negro riu, um som baixo e gutural. Ele pegou o próprio pau com a mão, acariciando lentamente, exibindo-o para ela como uma arma.

— Vai caber, sim, princesinha — ele disse. — Pode parecer que não, mas o corpo da mulher é feito pra receber. E o seu… o seu vai receber tudo.

Sarada tentou se levantar, mas ele a segurou pelos ombros e a virou com força, jogando-a de joelhos no chão sujo do banheiro. Ela caiu de quatro, as mãos escorregando nos azulejos molhados. O vestido subiu, deixando sua bunda nua e exposta, a buceta ainda molhada e inchada.

— Fica quietinha — ele ordenou, posicionando-se atrás dela.

Sarada sentiu a mão enorme e quente dele apertar sua cintura. A respiração dela estava presa na garganta. Ela tentou se mexer, mas ele era forte demais. Impossível de lutar.

O pau dele encostou na entrada da sua buceta. Sarada sentiu o calor da carne enorme contra seus lábios molhados. A cabeça do pau era tão larga que ela já sentia a pele esticar só com o contato.

— Não… por favor… — ela implorou, a voz chorosa.

O negro não ouviu.

Ele empurrou.

A cabeça do pau entrou devagar, e Sarada sentiu uma dor aguda e avassaladora. A buceta dela, mesmo molhada, não estava preparada para aquele tamanho. O músculo se contraiu em desespero, tentando expulsar a invasão.

E foi então que aconteceu.

O choque, a dor, o medo — tudo se misturou, e o controle de sua bexiga falhou. Sarada sentiu um jorro quente escorrer por suas pernas enquanto a urina escapava, molhando o chão, os azulejos, seus próprios pés. Ela se mijou ali, naquele banheiro sujo, enquanto o pau gigante do negro entrava cada vez mais fundo em sua buceta apertada.

— Isso mesmo, princesa — ele grunhiu, sentindo o xixi quente escorrer por suas bolas. — Se molha toda pra mim. Adoro quando a novinha se caga de medo.

O pau continuou entrando. Centímetro por centímetro. Sarada sentia cada veia, cada centímetro daquela carne grossa rasgando seu interior. A buceta apertada dela se esticava até o limite, a dor se misturando a uma sensação estranha de preenchimento absoluto.

Quando o pau finalmente entrou todo, Sarada sentiu as bolas enormes do negro baterem em sua bunda molhada. Ele estava completamente dentro dela. Cada centímetro. Ela sentia o pau no fundo do seu útero, pressionando, preenchendo cada espaço vazio.

— Agora — a voz dele era um grunhido animal — vou te foder como uma boneca.

Ele segurou seus quadris com as duas mãos enormes, os dedos cavando em sua pele. E começou a meter. Brutal. Rápido. Cada estocada fazia o corpo de Sarada sacudir para frente, os seios balançando, os mamilos raspando no chão sujo.

— Aaah! — Sarada gritou, mas a música abafava tudo. — É grande demais… é grande demais…

— Cala a boca, putinha — ele grunhiu, puxando-a pelos cabelos e forçando sua cabeça para cima. — Você vai gozar com esse pau, e vai gostar. Eu sei que você vai.

Sarada sentiu as lágrimas escorrerem, mas também sentiu algo mais — um prazer obscuro e proibido que começava a crescer em seu ventre. A dor estava se transformando em algo mais. A sensação de estar completamente preenchida, completamente dominada, despertava algo primitivo dentro dela.

O negro continuou a metê-la, segurando seu corpo como uma boneca, movendo-a para cima e para baixo no pau gigante. A buceta apertada de Sarada se contraía ao redor daquela carne enorme, sugando cada centímetro, como se não quisesse deixar escapar.

E ali, no banheiro fedorento, com a urina escorrendo por suas pernas e o pau imenso do negro destruindo seu interior, Sarada percebeu que estava perdendo completamente o controle.

E pior: ela estava começando a gostar.


Continua…


CAPÍTULO 4: Vou destruir esse cuzinho. Vou deixar você toda aberta.

O pau monstruoso do negro continuava enterrado na buceta apertada de Sarada, cada estocada fazendo seu corpo pequeno sacudir como uma boneca de pano. Ela estava de quatro no chão sujo do banheiro, as mãos escorregando na urina e na lama, os joelhos doloridos contra os azulejos rachados. As lágrimas escorriam pelo seu rosto, borrando o pouco de maquiagem que ainda restava, mas sua boca estava aberta em gemidos que misturavam choro e prazer.

— Isso… isso mesmo, putinha… — o negro grunhia atrás dela, as mãos enormes apertando seus quadris com força brutal. — Chora… chora enquanto eu arrombo essa bucetinha…

Sarada sentia cada centímetro daquele pau gigante rasgando seu interior. A buceta dela, tão apertada e virgem até poucas horas atrás, agora estava sendo esticada até o limite por aquele membro de 25 centímetros. A dor era imensa, mas o prazer que vinha junto era ainda maior — uma sensação avassaladora de ser completamente preenchida, completamente dominada.

— É grande demais… — ela gemia entre soluços. — Vai me rasgar… vai me partir ao meio…

— É isso que eu quero, princesinha — ele respondeu, dando uma estocada ainda mais funda. — Quero te partir todinha. Quero que você sinta esse pau até amanhã.

O ritmo acelerou. O negro começou a meter com fúria, o som molhado e obsceno da carne batendo na carne ecoando no banheiro apertado. Sarada sentia as bolas enormes dele batendo em sua bunda a cada estocada, e a sensação de estar sendo usada daquela forma a fazia gemer cada vez mais alto.

Mas então, ele parou.

Sarada sentiu o pau ser puxado para fora com um estalo molhado, e um gemido de frustração escapou de seus lábios. Ela virou a cabeça, ofegante, os olhos vermelhos e marejados, para ver o que ele ia fazer.

O negro a agarrou pelos braços e a puxou para cima com uma força assustadora. Sarada sentiu seu corpo ser erguido do chão como se não pesasse nada. Ele a virou de costas contra a parede fria e úmida do banheiro, prendendo-a ali com seu corpo enorme.

Sarada era pequena perto dele — seu corpo esguio e juvenil parecia uma boneca nas mãos daquela besta musculosa. Seus pés mal tocavam o chão, balançando no ar enquanto ele a mantinha suspensa contra a parede. Os seios dela estavam pressionados contra o peitoral dele, os mamilos duros roçando na pele escura e suada.

— Agora — ele sussurrou, a voz rouca e ameaçadora — vou arrombar seu cuzinho.

Sarada sentiu o pânico subir pela garganta.

— Não… não, por favor… — ela balbuciou, tentando se mexer. — O cuzinho não… ainda tá doendo do outro…

— Eu sei, princesinha — ele disse, um sorriso malicioso nos lábios. — Eu vi o velho te comendo. Vi ele lambendo seu cuzinho. Vi ele metendo. Agora é minha vez.

Uma das mãos enormes dele subiu e agarrou o pescoço de Sarada. Não com força suficiente para machucar, mas com firmeza o bastante para prendê-la no lugar. Os dedos grossos envolveram sua garganta fina, e Sarada sentiu o calor daquela mão em sua pele, o polegar pressionando suavemente sua traqueia.

A outra mão desceu e segurou seu próprio pau, guiando a cabeça enorme até a entrada do cuzinho de Sarada. Ela sentiu o calor da glande contra sua entrada mais íntima, e seu corpo todo tremeu.

— Isso não vai caber… — ela chorou, a voz abafada pela mão em seu pescoço. — Isso não vai caber no meu cu…

— Vai caber, sim — ele respondeu, e a pressão começou.

A cabeça do pau começou a entrar. Sarada sentiu a pele do seu cuzinho esticar de uma forma que ela nunca imaginara possível. A dor era aguda, elétrica, e ela gritou — um grito abafado, estrangulado pela mão em seu pescoço.

— Calma, putinha… — ele grunhiu, empurrando mais fundo. — Relaxa esse cuzinho gostoso…

Sarada sentiu o pau avançar centímetro por centímetro. A sensação de invasão era brutal — o cuzinho apertado dela, ainda sensível da foda com o velho, agora estava sendo forçado a aceitar aquele monstro. As paredes internas se esticavam até o limite, e Sarada sentia cada veia, cada centímetro daquela carne grossa entrando em seu interior.

— Aaaah! — ela gritou, as unhas arranhando os ombros largos dele. — Vai me rasgar… vai me rasgar todinha…

— É isso mesmo — ele respondeu, empurrando com mais força. — Vou destruir esse cuzinho. Vou deixar você toda aberta.

A mão no pescoço de Sarada apertou um pouco mais, e a sensação de falta de ar se misturou com o prazer e a dor. Ela sentiu a cabeça girar, os olhos se enchendo de lágrimas, enquanto o pau continuava entrando.

Quando finalmente entrou tudo, Sarada sentiu as bolas enormes dele pressionarem sua bunda. Cada centímetro daquele monstro estava dentro do seu cuzinho apertado. Ela se sentia completamente preenchida, completamente dominada, completamente destruída.

O negro começou a meter.

Cada estocada era brutal, funda, raivosa. Ele segurava seu pescoço com uma mão e seus quadris com a outra, usando Sarada como uma boneca, movendo seu corpo para cima e para baixo no pau gigante. Ela estava completamente vulnerável, completamente à mercê dele.

— Isso… isso mesmo… — ele grunhia, a respiração ofegante. — Que cuzinho gostoso… tão apertado… tão quente…

Sarada sentia o pau bater no fundo do seu interior a cada estocada. A dor era imensa, mas o prazer era ainda maior — uma sensação avassaladora de ser completamente possuída. Seus gemidos eram altos agora, misturados com choro e palavras sem sentido.

— Me fode… — ela ouviu sua própria voz dizer, e o choque a percorreu. — Me fode gostoso… me arromba…

O negro riu, um som baixo e triunfante.

— Sabia que você ia gostar, putinha. Sabia que você ia adorar ser fodida assim.

Ele acelerou o ritmo, as estocadas ficando mais rápidas, mais violentas. O som do pau entrando e saindo do cuzinho de Sarada era molhado e obsceno, misturado com os grunhidos dele e os gemidos dela.

A mão no pescoço apertou novamente, e Sarada sentiu a falta de ar aumentar. O prazer se intensificou, a sensação de estar à beira do desmaio tornando tudo mais intenso.

— Tô quase… — ele grunhiu, o ritmo ficando errático. — Tô quase gozando nesse cuzinho…

— Goza… — Sarada sussurrou, a voz quase inaudível. — Goza dentro… enche meu cu…

O negro deu mais três estocadas violentas, e então Sarada sentiu o jorro quente e espesso invadir seu cuzinho. Era um volume imenso, uma sensação escorregadia e quente que a fez contrair os músculos ao redor do pau dele, sugando cada gota.

— Toma… toma todo meu leite, sua putinha… — ele grunhiu, enquanto o pau pulsava dentro do cuzinho dela.

Sarada sentiu o esperma escorrer pelo seu cuzinho, molhando suas coxas e escorrendo pelo chão. Ela estava completamente destruída, o corpo todo tremendo, a respiração ofegante.

O negro soltou seu pescoço, e Sarada caiu no chão, ajoelhada na urina e no esperma. Ela estava exausta, dolorida, mas ainda assim seu corpo pulsava com o eco do prazer.

O homem se afastou, ajeitando a calça, e bateu na porta duas vezes.

— Sua vez, irmão — ele disse, com um sorriso.

A porta se abriu, e o segundo negro entrou.

Sarada levantou os olhos, o coração disparado. O segundo irmão era ainda maior que o primeiro — ombros mais largos, músculos mais definidos, uma presença ainda mais imponente. Seus olhos escuros brilhavam com uma fome predatória enquanto examinavam o corpo nu e destruído de Sarada, ajoelhada no chão do banheiro.

— Olha só — ele disse, a voz grave e rouca. — Que visão linda. Toda molhada, toda aberta, toda fodida. Agora é minha vez.

Sarada sentiu o pânico subir novamente. Seu corpo todo doía. A buceta estava inchada e pulsando, o cuzinho estava escorrendo esperma e ardia como fogo. Ela mal conseguia se manter em pé.

— Por favor… — ela chorou, a voz rouca e trêmula. — Não aguento mais… não aguento…

O segundo negro riu, um som profundo e sombrio.

— Não aguenta? — ele disse, a cabeça inclinada. — Mas você aguentou meu irmão. Aguentou o velho no beco. Agora vai ter que me aguentar também.

Ele se aproximou lentamente, desabotoando a calça. Sarada viu o volume se formar ali, e seu coração quase parou. Era tão grande quanto o do primeiro irmão, talvez até maior. A visão daquele monstro se aproximando a fez tremer dos pés à cabeça.

— Não… — ela balbuciou, tentando se afastar, mas não havia para onde ir. — Isso é muito grande… não vai caber…

O segundo negro se ajoelhou na frente dela, pegando seu rosto com as mãos enormes. Os dedos grossos acariciaram suas bochechas úmidas de lágrimas.

— Calma, princesinha — ele disse, a voz surpreendentemente suave. — Vai ser igual ao meu irmão. Vai doer um pouco, mas depois você vai amar. Eu sei que você vai.

Ele a puxou para cima, levantando-a como se ela não pesasse nada. Sarada sentiu seu corpo ser jogado de costas na pia rachada, a borda de cerâmica cavando em suas costas nuas. Ele abriu suas pernas, expondo a buceta inchada e o cuzinho escorrendo esperma.

— Agora — ele disse, posicionando-se entre suas pernas — vou te mostrar o que é um homem de verdade.

Sarada olhou para o pau monstruoso que se aproximava de sua buceta, e os olhos se arregalaram de puro terror. O membro era enorme — 25 centímetros de puro músculo e veias, a cabeça grossa e brilhante, pronta para invadir seu corpo já destruído.

— Não cabe… — ela sussurrou, a voz falhando. — Isso não cabe… vai me matar…

O negro riu, alinhando a cabeça do pau na entrada de sua buceta.

— Morrer é o que menos importa, putinha — ele disse. — O que importa é que você vai gostar.

E ele começou a empurrar.

Sarada gritou, o som agudo ecoando no banheiro apertado. A dor era insuportável, mas misturada a ela vinha um prazer tão intenso que quase a fazia desmaiar. A buceta dela estava sendo esticada novamente, forçada a aceitar aquele monstro, e ela sentia cada centímetro entrando em seu interior.

O segundo negro começou a meter, o ritmo lento e brutal, enquanto a mão enorme dele segurava a nuca de Sarada, forçando-a a olhar para o pau entrando e saindo de sua buceta inchada.

— Olha isso, princesinha — ele sussurrou. — Olha como você engole meu pau. Que bucetinha apertada…

Sarada não conseguia responder. Seus olhos estavam vidrados na visão obscena daquele monstro entrando em seu corpo, e seus gemidos eram altos, incontroláveis. Ela estava sendo destruída, e pior: estava amando cada segundo.

O outro irmão estava encostado na porta, assistindo, o sorriso malicioso nos lábios.

— Isso mesmo, irmão — ele disse. — Mostra pra ela o que é bom. Mostra como a gente fode uma putinha ingênua.

Sarada sentiu o mundo girar ao seu redor. Entre as lágrimas, o prazer, a dor e o medo, uma única certeza permanecia: ela estava completamente, irremediavelmente perdida.

E ainda assim, seu corpo pedia por mais.



CAPÍTULO 5: A MULHER DA PORTA

O segundo irmão estava metendo em Sarada sem piedade. A pia rachada rangia sob o peso dos dois, a cerâmica fria cavando nas costas nuas da jovem enquanto o pau monstruoso entrava e saía de sua buceta inchada com uma violência brutal. Cada estocada fazia o corpo pequeno de Sarada sacudir para cima, os seios balançando, a cabeça jogada para trás em um misto de dor e prazer.

— Isso… isso mesmo, putinha… — o negro grunhia, os quadris se movendo em um ritmo alucinante. — Toma esse pau… toma tudo…

Sarada mal conseguia respirar. A mão enorme do homem apertava sua cintura com força, os dedos cavando na pele macia. As lágrimas escorriam pelo seu rosto, borrando a maquiagem, mas sua boca estava aberta em gemidos altos que ecoavam no banheiro apertado.

— É grande demais… — ela gemia, a voz falhando. — Vai me rasgar… vai me matar…

— Morrer é o que menos importa, princesinha — ele respondeu, dando uma estocada ainda mais funda. — O que importa é que você vai gozar com esse pau. Vai gozar e vai pedir por mais.

O ritmo acelerou. O negro começou a meter com fúria, o som molhado e obsceno da carne batendo na carne preenchendo o banheiro. Sarada sentia cada centímetro daquele monstro rasgando seu interior, a dor se misturando a um prazer tão intenso que fazia sua visão ficar turva.

E então, o mundo escureceu.

Sarada sentiu o corpo relaxar, a cabeça cair para o lado, enquanto a escuridão a engolia. O som dos gemidos e das estocadas se afastou, substituído por um silêncio profundo.

Ela não sabia quanto tempo ficou desmaiada. Minutos? Segundos? Quando acordou, a primeira coisa que sentiu foi a dor — uma dor aguda e pulsante que vinha de dentro da sua buceta, do seu cuzinho, de todo o seu corpo. A segunda coisa que sentiu foi o pau ainda enterrado dentro dela, pulsando, quente e imenso.

O segundo irmão ainda estava lá, em cima dela, o corpo suado brilhando sob a luz fraca do banheiro.

— Acordou, princesinha? — ele disse, um sorriso malicioso nos lábios. — Bom. Porque ainda não terminei.

Ele puxou o pau para fora com um estalo molhado, e Sarada sentiu um vazio imediato. Mas antes que pudesse respirar, ele a agarrou pelos cabelos, puxando sua cabeça para cima.

— Agora você vai engolir esse pau — ele ordenou. — Vai engolir fundo, até a garganta. Se você vomitar, eu vou te foder até você desmaiar de novo.

Sarada abriu a boca, os olhos marejados, e ele enfiou o pau nela sem aviso. A cabeça enorme bateu no fundo da sua garganta, e ela sentiu o reflexo de vômito subir, mas engoliu seco. O gosto era salgado, amargo, com um fundo de suor e esperma.

— Isso… isso mesmo… — ele grunhiu, segurando sua cabeça com as duas mãos e começando a meter em sua boca. — Engole tudo, putinha… engole fundo…

Sarada sentiu o pau entrar cada vez mais fundo em sua garganta, a respiração cortada. Ela tentou respirar pelo nariz, mas ele estava muito fundo. O mundo começou a escurecer novamente, as bordas da visão se tornando turvas.

Ela desmaiou de novo.

Quando acordou, estava de quatro no chão, a cabeça baixa, o corpo todo tremendo. O segundo irmão estava atrás dela, o pau posicionado na entrada do seu cuzinho.

— Agora a vez do cuzinho, princesinha — ele disse. — Vai ser igual ao meu irmão. Vai doer, mas você vai gostar.

Ele empurrou.

Sarada sentiu a cabeça enorme do pau entrar em seu cuzinho apertado, e um grito rasgou sua garganta. A dor era insuportável, mas o prazer que vinha junto era avassalador. O cuzinho dela, ainda sensível e escorrendo esperma do primeiro irmão, agora estava sendo arrombado novamente por aquele monstro.

— Isso… que cuzinho gostoso… — ele grunhiu, começando a meter. — Tão apertado, tão quentinho… parece uma luva…

O ritmo era brutal. Cada estocada fazia Sarada gritar, o corpo sacudindo para frente, os seios balançando. Ela sentia o pau bater no fundo do seu interior, pressionando algo que a fazia ver estrelas.

— Você é uma princesinha pequena sendo arrombada, sabia? — ele disse, a voz rouca. — Tão pequena, tão frágil… e eu te arrombando todinha…

Sarada não conseguia responder. Os gemidos saíam de sua boca em ondas, misturados com choro e palavras sem sentido. O cuzinho dela estava sendo destruído, e pior: ela estava amando cada segundo.

Do lado de fora do banheiro, o primeiro irmão estava encostado na porta, os braços cruzados, o sorriso malicioso nos lábios. Ele ouvia os gemidos de Sarada, os grunhidos do irmão, e se sentia satisfeito.

Foi quando uma voz suave cortou o ar.

— Com licença, moço… este é o banheiro feminino, não é?

O primeiro irmão virou a cabeça, e o que viu o fez erguer uma sobrancelha.

Uma mulher estava ali, parada no corredor escuro. Devia ter uns 40 anos, cabelos castanhos escuros presos em um coque fofo, olhos grandes e expressivos que brilhavam sob a luz fraca. Ela usava um vestido simples, de algodão, com estampa florida, que ia até os joelhos. Sapatos baixos. Uma bolsa de mão. Parecia uma mãe de família, daquelas que saem para fazer compras no mercado.

O primeiro irmão a examinou de cima a baixo, um sorriso curioso nos lábios. Ela tinha o rosto fofo, arredondado, com bochechas rosadas que a faziam parecer mais nova do que realmente era. Mas por baixo daquele vestido modesto, ele conseguia ver as curvas generosas que se escondiam.

A bunda era enorme — ele podia ver o contorno por baixo do tecido, duas curvas perfeitas e redondas que se moviam suavemente quando ela se mexia. Os seios também eram grandes, dois montes fartos que empurravam o vestido para frente, criando um decote modesto mas impossível de ignorar.

— O banheiro está ocupado, senhora — ele disse, a voz baixa e rouca. — Minha amiga tá usando.

A mulher inclinou a cabeça, os olhos curiosos.

— Amiga? — ela perguntou, a voz calma e doce. — Num bar desses, a essa hora da madrugada? Que amiga é essa?

O primeiro irmão sorriu, mostrando os dentes brancos.

— Uma novinha que a gente encontrou na rua. Tava toda fodida, precisando de ajuda. A gente tá ajudando.

A mulher abriu a boca para responder, mas foi interrompida por um grito alto de Sarada, vindo de dentro do banheiro. Era um grito de dor e prazer, abafado pela música alta do bar.

— Tá tudo bem aí dentro? — a mulher perguntou, a testa franzida, mas a voz ainda estranhamente calma.

O primeiro irmão riu, um som baixo e gutural.

— Tá tudo ótimo, senhora. A gente só tá fodendo a buceta de uma novinha. Ela adora. Ela pede por mais.

A mulher não demonstrou choque. Não demonstrou medo. Seus olhos grandes e expressivos apenas piscaram lentamente, como se estivesse processando a informação.

E foi nesse momento que a mão do primeiro irmão deslizou para baixo, encontrando a bunda enorme da mulher. Ele apertou, os dedos grossos cavando na carne macia.

— Nossa… — ele murmurou, os olhos brilhando de desejo. — Que bunda gostosa… tão macia… tão grande…

A mulher não se afastou. Ela apenas olhou para ele com aqueles olhos calmos, o rosto fofo e inocente contrastando com a mão que apertava sua bunda.

— É, eu sei — ela disse, a voz doce como mel. — É grande mesmo. E muito macia.

O primeiro irmão soltou uma risada surpresa.

— Você não tem medo de mim, senhora?

A mulher sorriu, um sorriso pequeno e misterioso que não alcançava seus olhos.

— Medo? — ela repetiu, a cabeça inclinada. — Moço, eu já vi coisa pior do que você num bar desses. Muito pior.

O primeiro irmão franziu a testa, confuso. Aquela mulher não agia como as outras. Não gritava, não chorava, não implorava. Ela estava calma. Muito calma.

— Quem é você? — ele perguntou, a voz perdendo um pouco da confiança.

A mulher inclinou a cabeça para o outro lado, o sorriso ainda nos lábios.

— Meu nome é Hinata — ela disse. — E você, moço, deveria ter mais cuidado com quem você encosta a mão.

O primeiro irmão sentiu um arrepio percorrer sua espinha, mas ignorou. Ele apertou a bunda dela com mais força, puxando-a para perto.

— Cuidado? — ele repetiu, rindo. — Eu não tenho medo de ninguém, senhora. E você, com essa carinha de mãe e esse rabão gigante, você é exatamente o que eu gosto.

Ele a puxou contra seu corpo, sentindo os seios enormes dela pressionarem seu peitoral. A mulher, Hinata, não resistiu. Ela apenas olhou para ele com aqueles olhos calmos e misteriosos.

— Pois então — ela disse, a voz ainda doce — me mostra do que você é capaz.

O primeiro irmão sentiu um arrepio de excitação. Ele a virou contra a parede, as mãos enormes agarrando sua bunda, apertando a carne macia.

— Você quer ver, senhora? — ele sussurrou, a boca perto do ouvido dela. — Você quer ver o que eu faço com uma puta de 40 anos?

Hinata não respondeu. Ela apenas ficou ali, imóvel, o corpo curvas contra a parede, esperando.

Dentro do banheiro, Sarada continuava a gritar, o som do pau entrando e saindo do seu cuzinho ecoando. Os dois irmãos estavam ocupados. Mas algo naquele bar havia mudado.

Hinata não era uma simples mãe de família que entrara no lugar errado.

Ela estava exatamente onde queria estar.

Continua…