Porno Conto Erótico Capítulo 1: – Sil Torra Pagou a Corrida com a Buceta no Uber – Motorista Comeu a Rabuda Peituda
Porno Conto Erótico - Débora Peixoto Mãe Safada Fode com Enteado de 19 Anos Enquanto Marido Viaja
Conto Erótico: A Dívida da Madrugada
Sil Torra era uma mulher pequena, mas com um corpo que chamava atenção por onde passava. Com 1,58m de pura tentação, ela tinha coxas grossas e carnudas, uma bunda cavala enorme e empinada que balançava a cada passo, e peitos grandes, pesados e naturais que quase não cabiam em qualquer roupa. Naquela noite, voltando de uma festa regada a drinks em Floripa, ela usava um vestido preto curto e decotado. O sol da tarde anterior havia deixado marcas claras de biquíni nos seus peitos, criando um contraste delicioso na pele bronzeada. O cabelo castanho escuro estava bagunçado, a maquiagem borrada de suor e álcool.
Eram quase quatro da manhã quando o Uber parou. Sil entrou no carro, exausta, e logo o celular morreu. Quando o motorista, um homem de uns 40 anos chamado Marcos, pediu o pagamento no final da corrida, ela percebeu o problema.
— Merda… meu celular descarregou completamente — disse ela, mostrando a tela preta.
Marcos parou o carro no acostamento de uma estrada escura, no meio do nada, entre bairros afastados.
— Tá de brincadeira, né? Desce da porra do meu carro então — rosnou ele, irritado.
— Por favor, moço… eu moro aqui perto. Eu pago assim que chegar em casa, juro! — implorou Sil, com os olhos já marejados.
A discussão esquentou rápido. Marcos xingava, chamando ela de irresponsável, piranha de festa, vagabunda que sai bebendo e não tem nem como pagar. Sil chorava, implorando, dizendo que não tinha culpa, que a bateria tinha acabado sozinha. Quanto mais ela chorava, mais irritado ele ficava.
No calor da briga, Sil gesticulava desesperada e uma alça do vestido deslizou, fazendo um dos seus peitos grandes pular para fora. O mamilo rosado e o seio pesado com a marquinha de biquíni ficaram expostos sob a luz fraca do painel.
Marcos parou de gritar por um segundo, olhando fixamente para aquele peitão.
— Caralho… olha esses peitos — murmurou ele, mudando o tom. — Sabe o que é? Eu te levo pra casa… mas você vai ter que pagar de outro jeito. Me dá essa buceta.
Sil ficou paralisada, cobrindo o peito rapidamente, o rosto vermelho de vergonha e medo.
— Eu… eu namoro, moço. Não posso fazer isso… por favor, só me leva. Eu juro que te pago amanhã.
Marcos deu partida no carro como se fosse embora.
— Então desce e anda, sua vadia.
Sil entrou em pânico. A estrada estava escura, longe de tudo. Ela segurou o braço dele.
— Espera! — gritou, a voz tremendo. — Tá bom… eu topo. Mas por favor, vai devagar.
Marcos sorriu com malícia, estacionou novamente e mandou ela ir para o banco de trás. Sil obedeceu, tremendo. Ele subiu atrás dela, puxou o vestido dela para cima e tirou a calcinha fina com um puxão.
— Abre essas coxas grossas, rabuda — ordenou ele.
Sil abriu as pernas devagar, envergonhada. Marcos se abaixou e enterrou o rosto entre as coxas dela. Primeiro lambeu a buceta inchada, chupando os lábios grossos com fome, enfiando a língua bem fundo enquanto apertava aquelas coxas carnudas. Depois subiu e atacou o cuzinho. Lambeu o anel apertado em círculos, cuspindo e enfiando a língua com força, fazendo Sil gemer contra a vontade.
— Hmm… que cu gostoso e cheiroso — grunhiu ele, chupando o cuzinho dela com barulho, alternando com chupadas fortes na buceta molhada. Enfiava dois dedos na buceta enquanto a língua trabalhava no cu, fazendo Sil rebolar involuntariamente no banco.
— Ai… por favor… — choramingava ela, uma mistura de vergonha e tesão.
Depois de deixar ela pingando, Marcos abriu a calça e puxou o pau grosso, veioso e já babando pré-gozo.
— Chupa agora, vadia.
Sil se ajoelhou no espaço apertado do carro. Segurou o pau dele com as duas mãos pequenas e abriu a boca carnuda. Começou devagar, lambendo a cabeça grossa, passando a língua na glande sensível, chupando o líquido transparente. Marcos segurou o cabelo dela e empurrou.
— Engole mais, porra.
Sil forçou, engolindo metade do pau, engasgando quando ele batia no fundo da garganta. Lágrimas escorriam enquanto ela chupava com força, subindo e descendo a boca, babando no pau inteiro. Usava a mão para masturbar a base enquanto chupava as bolas, sugando uma de cada vez, lambendo o saco peludo. Marcos gemia alto, fodendo a boca dela com estocadas curtas e profundas, fazendo ela gorgolejar e babar no queixo e nos peitos.
— Isso… chupa o pau do homem que vai te comer, sua putinha peituda.
Depois de uns minutos de boquete molhado e barulhento, Marcos a empurrou de costas no banco, abriu bem as coxas grossas dela e posicionou o pau na entrada da buceta.
— Não… por favor, usa camisinha! — pediu Sil, desesperada, tentando fechar as pernas.
— Vai se foder. Eu meto do jeito que eu quero — respondeu ele grosso.
Sil tentou empurrar o peito dele, mas Marcos segurou os pulsos dela com uma mão, alinhou o pau e empurrou com força.
O pau grosso abriu os lábios da buceta dela e entrou fundo de uma vez, esticando as paredes quentes e molhadas até o fundo…
O pau grosso de Marcos entrou até o fundo na buceta apertada de Sil Torra, fazendo ela soltar um grito agudo. Ele não deu tempo para ela se acostumar — segurou firme nos quadris carnudos e começou a socar com força bruta, batendo os ovos pesados contra a bunda cavala dela.
— Ai! Tá muito fundo… devagar! — choramingou Sil, as mãos pequenas tentando empurrar o peito dele.
Marcos ignorou, metendo cada vez mais forte, o carro balançando no acostamento escuro. Ele apertava os peitos grandes dela com violência, torcendo os mamilos rosados enquanto socava sem parar.
— Cala a boca e toma essa rola, sua vadia peituda. Olha como essa bucetinha tá molhada… tá gostando, né?
Apesar do medo e da dor, o corpo de Sil traiu ela. Depois de alguns minutos de estocadas brutais, ela começou a tremer inteira. As coxas grossas apertaram em volta dele e, contra a vontade, gozou forte na rola do motorista, apertando e esguichando um pouco enquanto gemia alto, lágrimas escorrendo pelo rosto.
Marcos riu satisfeito.
— Isso, goza na rola do homem que você deve, sua puta!
Sem tirar o pau da buceta, ele virou ela de bruços no banco de trás, empinando aquela bunda enorme. Sil sentiu o pau dele, molhado da buceta, pressionar contra o cuzinho virgem.
— NÃO! Por favor, no cu não! Eu nunca fiz… vai doer muito! — implorou ela, chorando desesperada, tentando fechar as pernas.
Marcos segurou os pulsos dela com uma mão nas costas e cuspiu no cuzinho. Empurrou a cabeça grossa com força, forçando a entrada.
— Aaaaiiihhh! Para! Tá rasgando! — gritou Sil, soluçando alto.
Ele conseguiu enfiar metade do pau e parou, respirando pesado.
— Calma, relaxa… já tá dentro, agora aguenta. Vai ser rapidinho, prometo. Relaxa esse cu gostoso que eu gozo logo.
Sil chorava baixinho, o corpo tremendo. Marcos começou a meter devagar no começo, mas logo perdeu o controle e socou com vontade, enfiando cada vez mais fundo até as bolas batessem na buceta dela. O cuzinho apertado dela foi arrombado sem piedade.
— Por favor… goza logo! Acaba com isso! — pediu ela entre soluços, a voz rouca de choro.
Irritado com a pressa, Marcos segurou o cabelo dela com força, puxou a cabeça pra trás e começou a socar com raiva, metendo o pau inteiro no cu dela sem dó.
— Cala a boca e aguenta, porra!
Depois de uns minutos brutais, ele tirou o pau do cu arrombado dela com um plop molhado. O membro estava brilhando, levemente sujo com restos do cu dela.
— Limpa agora, vadia. Chupa tudo.
Sil virou o rosto, nojo estampado, mas com medo de piorar a situação. Abriu a boca carnuda e começou a chupar o pau sujo. Lambeu da base até a cabeça com a língua, sugando e limpando cada centímetro com nojo, engasgando um pouco mas fazendo direitinho. O gosto forte fez ela franzir o rosto, mas ela continuou até deixar o pau dele brilhando de saliva.
— Isso… boa putinha — grunhiu Marcos.
Sil, ainda ofegante e chorando baixinho, limpou a boca com as costas da mão.
— Por favor… eu preciso ir logo. Já faz muito tempo… meu namorado está me esperando em casa. Ele vai ficar preocupado.







