Porno Conto Erótico – Capítulo 6: Chupando Buceta Mijada e Cu da Amiga Grávida no Banheiro do Restaurante
Porno Conto Erótico - Capítulo 6: Chupando Buceta Mijada e Cu da Amiga Grávida no Banheiro do Restaurante
No dia seguinte, Bruna chegou ao restaurante com cara de poucos amigos. Olheiras, passo lento, mão na lombar e no barrigão. William estava na cozinha organizando as coisas e abriu um sorriso safado assim que viu ela.
— Nossa, Bruna… que cara é essa? O corno do teu marido não te comeu ontem à noite, né? Por isso tá toda estressadinha?
Bruna parou, olhou pra ele e soltou uma risada incrédula, balançando a cabeça.
— Corno é o caralho, William. Tu já me comeu ontem, seu filho da puta. Minha buceta e meu cu ainda tão inchados e doendo pra porra. Mal consigo andar direito.
William riu, se aproximando.
— Sério? Tá doendo? Eu avisei que ia te foder direito…
— Eu não acreditava que você conseguia foder daquele jeito brutal, caralho — ela confessou, ainda rindo. — Nunca fui comida tão forte na vida. Tu me destruiu ontem, seu safado. Eu achava que você era mais mansinho…
— E gostou? — ele perguntou, encostando nela por trás e passando a mão de leve na barriga.
— Gostei pra caralho… mas hoje tô destruída — ela respondeu, virando o rosto pra ele. — Tô estressada mesmo é porque não dormi quase nada. As crianças acordaram a noite toda e o meu marido, como sempre, não ajuda porra nenhuma.
Os dois ficaram se olhando com aquele clima provocativo no ar. Bruna mordeu o lábio e falou:
— Preciso ir fazer xixi. Quer beber de novo, seu porco?
William deu risada.
— Já bebi água agora há pouco… mas se quiser eu limpo essa bucetinha mijada com a língua depois.
Bruna soltou uma gargalhada alta.
— Idiota! — ela deu um tapa leve no braço dele. — Nem pensar. Tô toda fodida de ontem. Vou no banheiro.
Ela virou e foi andando. William esperou uns segundos e foi atrás. Quando ela abriu a porta do banheiro dos fundos, ele empurrou e entrou junto, fechando a porta.
— William, que que tu vai fazer? — ela perguntou, rindo e surpresa.
— Mija. Quero ver.
Bruna hesitou, mas acabou abaixando a calcinha e sentando na privada. Enquanto o jato quente saía, William ficou olhando fixo, agachado na frente dela.
Quando ela terminou e ia se limpar, William segurou as coxas dela, ergueu ela da privada e prensou contra a parede do banheiro.
— William, não! Eu não aguento foder hoje, sério… tô dolorida pra caralho.
— Calma, vadia… eu só vou chupar pra tu relaxar — ele falou, já ajoelhando e abrindo as pernas dela.
Ele caiu de boca na bucetinha ainda molhada de mijo, lambendo tudo com vontade. Bruna gemeu alto, segurando a cabeça dele.
— Porra, William… que boca safada… Ai que delícia…
Ela começou a rebolar devagar, esfregando a buceta na cara dele, cada vez mais excitada.
— Você lembra que me fez engolir teu mijo ontem direto na garganta? — ela perguntou, ofegante.
— Lembro…
— Eu fiquei pensando a noite toda… e curti pra caralho, sabia? Nunca pensei que ia gostar de beber mijo… mas o teu desceu gostoso, seu pervertido.
William gemeu contra a buceta dela e chupou mais forte. Bruna segurou a barriga com uma mão e apertou a cabeça dele com a outra, esfregando com mais força até tremer e gozar na boca dele, gemendo alto.
— Ahhh porra… gozei… que delícia…
William virou ela de costas, abriu a bundinha e enfiou a língua no cuzinho ainda sensível.
— William… caralho… — Bruna gemeu, empinando o rabo e esfregando bem na cara dele. — Ninguém nunca tinha chupado meu cu… e eu tô amando isso agora, puta merda…
— Esse cheiro do teu rabo é uma delícia, Bruna… tá cheirando a puta usada — ele falou, enfiando a língua mais fundo.
Ela rebolou mais gostoso, segurando a barriga inchada.
— Lambe meu cu, vai… isso… chupa gostoso. Ontem tu me arrombou e hoje tá lambendo tudo… que safado.
William chupou com fome até Bruna gozar pela segunda vez, tremendo contra a parede, gemendo o nome dele baixinho.
Ele se levantou, pau duro marcando a calça, e deu um tapa leve na bunda dela.







