Porno Loira – Bunda Grande XXX – Metendo com raiva a rola preta na buceta sem fundo dessa loira linda e novinha que adora um negro

Porno Loira - Bunda Grande XXX - Metendo com raiva a rola preta na buceta sem fundo dessa loira linda e novinha que adora um negro

Porno Loira – Bunda Grande XXX – Metendo com raiva a rola preta na buceta sem fundo dessa loira linda e novinha que adora um negro

 


A Entrega que Virou Surra de Pica

Larissa tinha só 19 anos, mas já sabia exatamente o poder que aquele corpo causava. Loira natural, pele branquinha, cara de safada inocente e uma bunda grande, redonda e empinada que fazia qualquer homem virar a cabeça. Era sexta à noite, os pais tinham viajado, e ela estava entediada. Pediu uma entrega de comida só para se divertir.

Quando o interfone tocou, ela desceu até a portaria vestida como uma puta barata: um top cropped branco minúsculo que mal cobria os mamilos rosados, quase transparentes, e um shortinho jeans surrado tão curto que metade da bunda grande ficava de fora. A calcinha preta de renda aparecia toda vez que ela andava. Sem sutiã. Cabelo solto e batom vermelho.

O entregador era um negão alto, forte, uns 30 e poucos anos, pele bem escura, braços tatuados e cara de poucos amigos. Chamava-se Marlon. Ele estava suado da moto e claramente cansado.

— Boa noite… — Larissa falou com voz manhosa, pegando a sacola devagar. Ela se virou de costas de propósito, se abaixando um pouco para “procurar” o dinheiro na mesinha. A bunda grande e branca quase encostou nele.

Marlon engoliu seco, olhando aquela carne macia balançando.

Ela se endireitou, roçando o corpo nele “sem querer” e entregou o dinheiro com um sorriso safado.

— Tá quente hoje, né? — disse ela, passando a mão no próprio decote, fazendo os bicos dos seios marcarem no tecido fino. — Você deve estar exausto… coitado.

Larissa só queria provocar. Era o jogo dela: deixar o cara louco, ver ele ficar com cara de tarado e depois fechar a porta rindo. Ela achava que nada ia rolar de verdade.

Mas Marlon já estava com o pau latejando dentro da calça. Ele agarrou o pulso dela com força quando ela ia pegar a sacola de volta.

— Tá brincando com fogo, branquinha — rosnou ele, a voz grossa e cheia de raiva contida.

— Eu… eu só tava brincando — ela tentou rir, mas o negão já tinha fechado a porta da casa dela com o pé.

Em um segundo ele a virou de costas, prensando aquele corpo pequeno contra a parede. As mãos grandes e pretas agarraram a bunda enorme dela com força, abrindo as bandas.

— Brincando? Olha essa bunda de puta… você desceu vestida assim pra me provocar e acha que eu vou embora de boa?

Larissa sentiu o coração acelerar. Quis falar que era só zoeira, mas já estava molhada pra caralho.

Marlon puxou o shortinho dela pra baixo junto com a calcinha, expondo a bucetinha rosada e lisinha. Sem aviso, ele abriu o zíper e tirou a rola preta grossa, veia pulsando, cabeça enorme e escura.

— Espera… eu só ia provocar… — ela gemeu, mas a voz saiu fraca.

Ele cuspiu na mão, passou na rola e meteu com raiva. A rola preta invadiu a buceta novinha dela de uma vez, abrindo caminho fundo. Larissa soltou um grito agudo.

— Porraaa… que rola grande! — ela gemeu, os olhos arregalados.

Marlon segurou os cabelos loiros dela como rédea e começou a socar com fúria, estocadas fortes e profundas, batendo o saco pesado contra a bunda grande que tremia a cada impacto.

— Isso que você queria, né sua putinha branca? Ficar rebolando essa bunda pra mim e achar que não ia levar pirocada?

Cada metida era com raiva. Ele metia como se quisesse punir ela, fazendo a buceta sem fundo dela engolir quase tudo. O barulho molhado de tapa de carne ecoava na sala.

Larissa já não pensava em nada. Só gemia feito uma vadia:

— Ai meu Deus… mais fundo… me fode com essa rola preta! Eu sou louca por negro…

Marlon a virou de frente, levantou uma perna dela e meteu novamente, olhando nos olhos dela enquanto destruía aquela bucetinha. A bunda dela batia contra a parede a cada estocada violenta.

Ele gozou com um grunhido animal, enchendo a buceta novinha dela de porra quente e grossa, jorrando tanto que escorreu pelas coxas branquinhas.

Larissa tremeu inteira, gozando forte com a rola ainda dentro, as pernas bambas.

Quando ele tirou, a rola ainda semi-dura pingando, ela deslizou pela parede até o chão, ofegante, buceta aberta e arrombada.

Marlon guardou a rola, pegou a sacola vazia e falou antes de sair:

— Da próxima vez que quiser provocar, pensa bem, loirinha. Porque eu não paro no meio.

Larissa ficou ali, sorrindo safada, sentindo a porra escorrendo, já pensando na próxima entrega.


A Noite Sem Fim da Loirinha

Depois que Marlon saiu, Larissa ainda estava no chão da sala, pernas abertas, buceta inchada e escorrendo porra preta grossa. Ela enfiou dois dedos na bucetinha arrombada, sentiu o esperma quente escorrendo e gemeu de tesão. Tinha gozado pra caralho, mas não estava satisfeita. Muito pelo contrário. Aquela rola preta grossa só abriu o apetite dela.

— Porra… eu quero mais — sussurrou ela, se levantando com as pernas tremendo.

Subiu pro quarto, tirou o que restava da roupa de puta e abriu o celular. Entrou num site de bate-papo adulto, daqueles bem safados, com foto de perfil mostrando a bunda enorme de lado, só de fio-dental preto. O nick: “LoiraBundaGrande19”.

Escreveu no status: “Branquinha novinha viciada em rola preta. Acabei de levar uma surra de pica e ainda tô com fome. Quem tem rola grossa pra foder minha buceta e meu cu sem piedade hoje?”

As mensagens começaram a pipocar. Ela conversou com vários, mas a maioria era só papo furado. Até que apareceu Jamal22. Foto de perfil: negão alto, corpo definido, pele bem escura, rola semi-dura numa foto no espelho que já fazia Larissa babar.

Jamal22: Tô trabalhando agora como Uber. Mas se você for corajosa, posso te buscar. Quero ver essa bunda grande pessoalmente.

LoiraBundaGrande19: Me busca agora. Tô molhada só de imaginar. Quero mamar e levar no cu e na buceta até não aguentar mais.

Eles combinaram rápido. Larissa vestiu a roupa mais puta que tinha: um vestidinho preto curtíssimo, decote profundo, sem sutiã e sem calcinha. A bunda grande mal cabia no vestido, metade dela ficava à mostra. Passou batom vermelho, perfume e desceu.

Quinze minutos depois, um carro preto parou na frente da casa. Jamal era ainda mais imponente que na foto: quase 1,90m, braços fortes, barba bem feita e olhar de quem ia destruir ela.

— Entra, loirinha — disse ele com voz grave.

Assim que Larissa sentou no banco do passageiro, já puxou o vestido pra cima, mostrando a buceta lisinha e inchada.

— Olha o que o entregador deixou… ainda tá cheia de porra — falou safada, abrindo as pernas.

Jamal soltou um gemido rouco, colocou a mão grande preta na coxa dela e apertou.

— Sua putinha… começa logo.

Larissa não esperou. Abriu o zíper dele enquanto o carro andava e tirou aquela rola preta monstruosa. Era ainda mais grossa que a do entregador. Veias saltadas, cabeça enorme e brilhante. Ela babou inteira e enfiou na boca, mamando com fome, fazendo barulho molhado enquanto Jamal dirigia com uma mão na cabeça dela, empurrando mais fundo na garganta.

— Isso… mama gostoso, branquinha. Engole essa pica preta.

Ela babava, engasgava, mas não parava. Chupava as bolas pesadas, lambia toda a extensão e voltava a engolir o máximo que conseguia. Jamal dirigia devagar pelas ruas escuras, gemendo e xingando baixo.

Depois de uns vinte minutos, ele estacionou num lugar escuro e deserto, atrás de um galpão abandonado.

— Vem pra trás.

Larissa passou pro banco de trás. Jamal puxou o vestido dela pra cima e mandou ela ficar de quatro. Segurou aquela bunda grande com as duas mãos, abriu as bandas e cuspiu direto no cuzinho rosado.

— Hoje você vai levar nos dois buracos até eu encher você toda.

Ele meteu primeiro na buceta, com raiva, uma estocada só que fez Larissa gritar. A rola preta invadiu fundo, batendo no fundo dela. Começou a socar forte, o carro balançando, o barulho de pele contra pele ecoando.

— Ai caralho! Que rola grossa! Me fode, negão! Destrói minha bucetinha!

Jamal metia com força bruta, segurando a cintura dela, fazendo a bunda grande balançar e bater contra a barriga dele. Depois de uns minutos, tirou da buceta e pressionou a cabeça enorme contra o cuzinho.

— Relaxa esse cu… hoje ele é meu também.

Empurrou devagar no começo, mas logo perdeu a paciência e meteu mais fundo. Larissa gritava de dor e prazer misturados, unhas cravadas no banco.

— Tá doendo… mas não para! Me arromba o cu!

Jamal começou a meter cada vez mais rápido no cuzinho apertado, enquanto enfiava dois dedos na buceta dela. Ele alternava: buceta, cu, buceta, cu… horas seguidas. Parava só pra fazer ela mamar de novo, limpar a rola suja de buceta e cu, e voltava a foder com mais força.

Em certo momento ele sentou e mandou ela cavalgar. Larissa subiu, sentou na rola preta primeiro na buceta, quicando desesperada, os peitos pulando dentro do vestido. Depois virou de costas, sentou no cu e rebolou aquela bunda grande enquanto Jamal dava tapas fortes.

— Rebola essa bunda de puta… isso… toma essa pica toda no cu.

Eles foderam por mais de três horas. Jamal gozou três vezes: a primeira enchendo a buceta, a segunda no fundo do cu, e a última na cara e nos peitos dela enquanto Larissa mamava pedindo mais.

Quando o sol já estava quase nascendo, Larissa estava destruída: maquiagem borrada, cabelo bagunçado, buceta e cu vermelhos e escorrendo porra. Mas com um sorriso safado no rosto.

— Me leva pra casa… mas amanhã eu te chamo de novo — sussurrou ela, lambendo os restos de porra dos lábios.

Jamal riu, passando a mão na bunda dela enquanto ligava o carro.

— Pode chamar, loirinha. Essa bunda grande agora tem dono.