Porno Conto Erótico – Minha Irmã Novinha de 18 Virou Minha Putinha Incestuosa fodendo cuzinho e bucetinha
Porno Conto Erótico - Minha Irmã Novinha de 18 Virou Minha Putinha Incestuosa fodendo cuzinho e bucetinha




Parte 1: A Chegada e a Sedução da Irmãzinha
Os pais haviam saído de casa há menos de duas horas. O táxi os levara para o aeroporto, e a casa grande agora estava silenciosa, só com o som distante de algum programa na TV da sala. Lucas, 25 anos, forte, alto e com um pau que já latejava só de pensar no que viria, fechou a porta do quarto dele e desceu as escadas devagar. Ele sabia que a irmãzinha estava sozinha. Ana, sua lindinha de 18 anos que parecia ter no máximo 15, era uma coisinha pequena, fofa, com corpo miúdo, peitinhos pequenos e empinados, cintura fina e uma bundinha gordinha que balançava quando ela andava.
Ele a encontrou na sala, deitada no sofá de lado, vestindo apenas uma camisolinha branca curtíssima que mal cobria a metade das coxas grossas e macias. Os cabelos castanhos caíam bagunçados sobre o rosto angelical. Ana era a ninfeta perfeita: carinha de inocente, mas com uma bucetinha peludinha que ele já havia imaginado tantas vezes.
— Ana… — chamou ele com voz rouca, sentando-se na beira do sofá perto dos pés dela. — Os pais viajaram. Somos só nós dois agora. Uma semana inteira.
Ela virou o rosto, corando levemente, os olhinhos grandes piscando.
— É… vai ser bom ter a casa só pra gente, né? Posso ficar à vontade.
Lucas sorriu, colocando a mão grande na panturrilha dela, acariciando devagar para cima.
— À vontade como? Sem roupa, igual você tá quase agora? Olha pra você… tão pequena, tão fofinha. Essa camisolinha mal esconde essa bundinha gorda. Sempre te achei a garota mais linda da casa, sabia?
Ana mordeu o lábio inferior, sentindo um calor subir pela barriga. O irmão nunca tinha falado assim com ela.
— Para, Lucas… Você tá me zoando. Eu sou só sua irmã chata e novinha.
— Chata? — Ele riu baixo, a mão subindo mais, chegando na coxa macia. — Você é uma putinha em potencial, Ana. Olha esse corpinho miúdo… bucetinha pequena, apertadinha, eu aposto. Cuzinho peludinho que deve ser virgem. Eu passo o dia todo imaginando você gemendo meu nome.
Ela arregalou os olhos, mas não tirou a mão dele. O coração batia forte.
— Lucas… isso é errado. Somos irmãos…
Ele se inclinou sobre ela, o corpo grande cobrindo o dela pequeno, e sussurrou no ouvido:
— Errado? Isso torna tudo mais gostoso, sua ninfeta safada. Eu sei que você se toca pensando em pau. Já vi suas calcinhas molhadas no banheiro. Agora os pais tão longe… ninguém vai atrapalhar o irmão mais velho de cuidar dessa bucetinha peluda da irmãzinha.
Ana respirou fundo, as pernas tremendo levemente. A mão dele subiu mais, levantando a camisola e revelando a bucetinha pequena, coberta por uma penugem escura e macia. Os lábios miúdos já brilhando um pouco.
— Olha só… já tá molhadinha, Ana. Sua xotinha fofa tá pedindo atenção. Deixa o irmão te seduzir direitinho. Eu vou te fazer gozar tanto que você vai esquecer que isso é incesto.
Ele começou devagar, beijando o pescoço dela, descendo para os peitinhos pequenos por cima da camisola, chupando os bicos por cima do tecido até ela gemer baixinho.
— Ahh… Lucas… isso é tão… gostoso…
— Diz pra mim, maninha. Diz que você quer o pau do irmão na sua bucetinha apertada.
Ana, corada até as orelhas, sussurrou envergonhada:
— Eu… eu quero… sempre quis sentir você. Sou sua putinha fofa, né? Uma ninfeta que sonha com o irmão me comendo…
Lucas grunhiu de tesão e arrancou a camisola dela com um puxão, deixando-a completamente nua. O corpo miúdo, branquinho, com a bucetinha pequena e peluda exposta, o cuzinho peludinho entre as nádegas gordas. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, abrindo bem as coxas.
— Que bucetinha linda… tão pequena, tão apertada. Olha esse grelo inchadinho. E esse cuzinho peludo… vou lamber tudo.
Ele enfiou o rosto entre as pernas dela, lambendo devagar a fenda molhada, chupando os pelos úmidos, enfiando a língua na entradinha apertada enquanto o dedo rodeava o rosinha peludo do cuzinho. Ana arqueou as costas, gemendo alto:
— Irmão! Ahh… sua língua tá dentro da minha bucetinha… tá tão bom… não para… me chupa, por favor!
Ele devorou ela por longos minutos, alternando lambidas na bucetinha peluda e no cuzinho, enfiando dois dedos na xotinha apertada, sentindo as paredes quentes e molhadas apertarem.
— Tão apertada, porra… sua buceta de novinha vai estrangular meu pau. Você é minha agora, Ana. Minha putinha incestuosa.
Ela segurava a cabeça dele, rebolando contra o rosto:
— Sim… sou sua putinha… sua ninfeta de bucetinha pequena… me fode, Lucas… por favor, enfia esse pau grande em mim.
Lucas tirou a roupa, revelando o pau grosso, venoso e latejante. Ele esfregou a cabeça grossa na bucetinha peluda dela, batendo no grelo.
— Olha o tamanho, maninha. Vai caber nessa bucetinha miúda?
— Vai… devagar… eu sou pequena…
Ele empurrou devagar no começo, seduzindo, abrindo a entradinha apertada centímetro por centímetro. Ana gemeu alto, unhas cravando nos ombros dele:
— Ai! Tá esticando toda minha bucetinha… tá tão fundo já… irmão, você tá me arrombando!
— Isso, geme pra mim. Essa xotinha peluda é minha. — Ele começou a estocar mais forte, o corpo grande dominando o dela miúdo. O sofá rangia com as metidas profundas. Ele segurava os quadris dela, puxando contra si.
Os diálogos continuavam sujos enquanto ele metia:
— Diz que ama o pau do irmão na sua bucetinha apertada.
— Amo! Amo seu pau me fodendo… sou sua vadia novinha… me usa o dia todo… me enche de porra!
Ele acelerou, estocadas violentas, batendo fundo na cerviz dela, uma mão apertando o pescoço levemente, a outra beliscando o bico do peito. Ana gozou primeiro, tremendo inteira, a bucetinha apertada esguichando um pouco ao redor do pau.
— Isso, goza na rola do irmão, sua putinha fofa!
Lucas não aguentou mais. Com um grunhido animal, enterrou até o fundo e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo a bucetinha pequena dela, transbordando pelos pelos molhados.
Ele ficou dentro, beijando o rosto dela suado.
— Primeira gozada do dia na sua bucetinha… e ainda tem o resto do dia todo, Ana. O irmão vai te foder até você não conseguir andar. Essa casa agora é nosso ninho de incesto.
Ana, ofegante, sorriu safada, apertando a bucetinha ao redor do pau ainda dentro:
— Então me fode mais, irmão… sou sua ninfeta putinha… quero seu cuzinho peludo e minha buceta usados o dia inteiro.
Parte 2: O Banho e a Explorando Cuzinho Peludinho da Irmã
A manhã seguinte chegou com o sol entrando pelas janelas do banheiro grande da suíte. Ana acordou dolorida, a bucetinha peluda ainda inchada e vazando resquícios da porra grossa do irmão da noite anterior. Ela mal conseguia andar direito, as coxas tremendo, mas o corpo miúdo já sentia um tesão novo, aquela fome de ninfeta que havia sido despertada.
Lucas não deu tempo para ela se recuperar. Entrou no quarto dela ainda pelado, o pau semi-duro balançando pesado, e a puxou pelo braço com firmeza.
— Levanta, sua putinha novinha. Vamos tomar banho juntos. Quero lavar essa bucetinha pequena que eu enchi ontem e depois sujar de novo.
Ana corou, mas obedeceu, caminhando nua atrás dele. O irmão ligou o chuveiro quente, o vapor enchendo o box. Ele a empurrou gentilmente para baixo da água e começou a ensaboá-la devagar, as mãos grandes percorrendo o corpo fofa e miúdo.
— Olha como você é perfeita, Ana… tão pequena, tão delicada. Esses peitinhos pequenos cabem na minha mão inteira. — Ele apertou os seios dela, beliscando os bicos rosados até ela gemer. — E essa bundinha gorda… caralho, olha esse cuzinho peludinho aqui atrás.
Os dedos dele desceram, espalhando sabonete entre as nádegas macias. Ana tremeu quando sentiu o dedo médio roçando o anel peludo do seu rosinha.
— Lucas… aí é… sujo… — murmurou ela, envergonhada, mas empinando levemente a bunda contra a mão dele.
— Sujo? Pra mim é delícia, sua ninfeta safada. Esse cuzinho peludo apertado é virgem, né? Nunca deixaram um pau entrar aqui, não é? — Ele riu baixo, voz rouca de tesão, enquanto o dedo ensaboado pressionava a entradinha enrugada, circulando os pelinhos molhados. — Eu sempre sonhei com isso. Foder minha irmãzinha em todos os buracos.
Ana gemeu mais alto quando o dedo dele entrou devagar no cuzinho, girando dentro do canal quente e apertadíssimo.
— Ahh! Irmão… tá estranho… mas tá gostoso… não enfia tudo de uma vez, por favor… meu cuzinho é pequeno igual minha bucetinha…
— Calma, maninha. O irmão vai te preparar direitinho. — Ele continuou com o dedo, entrando e saindo devagar, enquanto a outra mão descia para esfregar a bucetinha peluda dela por baixo. Dois dedos abriram os lábios miúdos, massageando o grelo inchado. — Olha como sua xotinha já tá molhada de novo. Essa fenda apertada adora o toque do irmão.
O diálogo fluía enquanto a água caía sobre eles:
— Você sempre me olhava assim no banheiro? — perguntou ela, ofegante, rebolando contra os dedos dele.
— Sempre. Quando você tomava banho, eu imaginava te prensar contra a parede e enfiar meu pau nesse rabo peludinho. Agora você é minha vadia particular. Diz pra mim, Ana… quer que o irmão te foda o cuzinho hoje?
— Quero… — ela confessou, a voz manhosa e safada. — Quero ser sua putinha completa. Enfia no meu cuzinho peludo, Lucas… mas vai devagar, eu sou novinha e apertada…
Lucas não aguentou mais. Virou ela de frente para a parede azulejada, levantou uma perna dela com força e alinhou o pau grosso na bucetinha primeiro. Entrou com uma estocada firme, fazendo ela gritar.
— Aaaai! Tá rasgando minha bucetinha de novo!
— Isso mesmo, geme alto, sua fofa incestuosa. — Ele meteu fundo várias vezes, o pau entrando e saindo da xotinha peluda com barulhos molhados, enquanto o dedo continuava trabalhando o cuzinho. Depois, puxou o pau para fora e pressionou a cabeça grossa contra o buraco peludo do rabo.
— Relaxa esse cuzinho pra mim… — ordenou, empurrando devagar. Centímetro por centímetro, o pau largo abria o anel apertado, esticando os pelinhos ao redor da rola.
Ana choramingava, unhas arranhando os azulejos:
— Tá doendo… mas não para… arromba meu cuzinho, irmão! Me usa como sua putinha anal…
Lucas começou a meter com mais força, uma mão puxando o cabelo dela para trás, a outra dando tapas fortes na bunda gorda, deixando marcas vermelhas nas nádegas.
— Porra, que cuzinho apertado e peludo! Tá engolindo meu pau todo, sua ninfeta safada. Sente como ele pulsa dentro do seu rabo?
As estocadas ficaram mais violentas. Ele alternava: tirava do cuzinho e enfiava na bucetinha, depois voltava pro rabo, fodendo os dois buracos com fúria. A água do chuveiro misturava com os fluidos deles. Ana gozou gritando, o corpo miúdo convulsionando contra a parede.
— Gozei… irmão… meu cuzinho tá piscando…
Lucas rosnou, segurando os quadris dela com força bruta e metendo fundo na bucetinha. Jatos quentes e grossos encheram a xotinha apertada mais uma vez, transbordando e escorrendo pelas coxas dela junto com a água.
Eles ficaram ali, ofegantes. Lucas não saiu de dentro dela. Pegou o sabonete de novo e começou a lavar o corpo dela, passando a mão ensaboada na bucetinha inchada e no cuzinho arrombado, limpando o que ele mesmo tinha sujado.
— Olha o estrago que fiz na sua rosinha peluda… — murmurou, enfiando dois dedos no cuzinho novamente. — Mas ainda não acabou. Depois do banho vamos continuar lá embaixo. Quero te foder o dia todo, Ana. Essa casa é nosso puteiro particular agora.
Ana virou o rosto, olhos brilhando de tesão, e beijou o irmão na boca com língua.
— Sim… me limpa e me suja quantas vezes quiser, irmão. Minha bucetinha pequena e meu cuzinho peludo são seus. Sou sua ninfeta putinha pra sempre.
Eles saíram do banho, mas Lucas já a jogou contra a pia do banheiro para mais uma rapidinha antes de descerem, o pau novamente duro entrando na bucetinha dolorida dela.
Parte 3: O Dia Inteiro de Posse e Luxúria
Depois do banho, Lucas não deu trégua. Ele obrigou Ana a ficar completamente nua pela casa toda, apenas com um par de meias brancas que subiam até os joelhos, realçando o contraste com a pele clara e o corpinho miúdo de ninfeta. A cada passo que ela dava, a bundinha redonda e macia balançava, e o irmão não tirava os olhos daquela visão.
— Anda devagar pela casa, sua vadiazinha incestuosa. Quero ver esse rabo gordo se mexendo enquanto você prepara algo pra gente comer. Hoje o dia é todo pra gente foder sem parar.
Ana, ainda com a xotinha e o rosinha latejando, obedeceu. Na cozinha, ela tentou alcançar os ingredientes no armário alto, ficando na ponta dos pés. Lucas se aproximou por trás, o pau já duro roçando entre as nádegas peludinhas dela.
— Assim… empina mais essa bunda pra mim — ordenou, dando um tapa estalado que deixou a marca da mão na pele clara.
Ele a inclinou sobre a bancada da cozinha, abriu as pernas dela e enfiou o pau grosso direto na fenda peluda e molhada. A entrada apertada engoliu centímetro por centímetro com um som obsceno.
— Caralho, sua grela quente tá sugando minha rola… tão funda nessa posição — grunhiu ele, segurando os quadris finos dela e começando a bombear com força.
Ana gemia alto, os peitinhos pequenos balançando contra o mármore frio enquanto ele metia sem piedade.
— Irmão… assim tá muito fundo… sua vara tá batendo no meu útero… ai, que delícia!
Enquanto ela tentava picar alguns legumes, Lucas não parava. Estocadas ritmadas, profundas, fazendo o corpo miúdo dela sacudir. Ele se inclinou, mordendo o ombro dela e sussurrando no ouvido:
— Imagina se os pais chegassem agora e vissem a filhinha deles sendo arrombada na cozinha como uma cadelinha no cio. Você é minha propriedade agora, Ana. Essa entradinha apertada e peluda só abre pro pau do irmão.
Ele gozou pela primeira vez do dia ali mesmo, enchendo a cavidade quente dela com jatos grossos e abundantes. Parte escorreu pelas coxas quando ele puxou para fora, mas Lucas não deixou ela limpar. Fez ela continuar cozinhando assim, pingando porra.
Depois do almoço improvisado, eles foram para a sala. Lucas a jogou no tapete macio do chão.
— De quatro, agora. Quero ver esse rabo empinado bem alto.
Ana obedeceu, ajoelhando e arqueando as costas, exibindo a bucetinha inchada e o buraco traseiro peludo. Lucas se ajoelhou atrás e meteu novamente na xotinha, dessa vez mais selvagem, segurando os cabelos dela como rédea.
— Rebola nesse pau, sua ninfetinha tarada. Mostra pro irmão como você gosta de ser comida.
Ela rebolava desesperada, gemendo sem parar:
— Eu adoro… adoro ser sua puta particular… mete mais forte, rasga minha fenda miúda… eu nasci pra isso!
Em certo momento, Lucas pegou o cabo de uma vassoura que estava encostada na parede. Lubrificou com saliva e com os próprios fluidos que escorriam dela, e começou a enfiar devagar no cuzinho peludinho enquanto continuava metendo na bucetinha.
— Duas coisas te fodendo ao mesmo tempo… sente isso, sua safada? Seu rabo apertado tá engolindo o cabo todo.
Ana gritou de prazer misturado com dor, o corpinho pequeno tremendo violentamente enquanto era duplamente penetrada. O cabo entrava e saía ritmado com as estocadas do pau, esticando o anel peludo.
— Tá me destruindo… meu cuzinho e minha bucetinha ao mesmo tempo… vou gozar de novo!
Ela gozou forte, esguichando um pouco no tapete, o corpo convulsionando. Lucas puxou o cabo, jogou de lado e virou ela de frente, abrindo as pernas dela no máximo e metendo novamente na bucetinha encharcada em posição missionário no chão.
— Olha pra mim enquanto eu te encho — exigiu ele, olhando nos olhos dela. — Diz que ama ser comida pelo irmão o dia inteiro.
— Amo! Eu sou sua putinha novinha… amo ter minha grela peluda sendo arrombada por você… me enche de leite quente de novo!
Ele acelerou, o suor escorrendo dos dois, os corpos batendo forte. Gozou pela segunda vez, inundando o interior dela mais uma vez. Depois, sem sair, carregou ela no colo até o sofá da sala, sentou-se e fez ela cavalgar nele.
A tarde inteira foi assim: uma sequência sem fim de posições e lugares. No sofá, ela cavalgando de frente e depois de costas, mostrando o cuzinho peludo piscando enquanto subia e descia. Depois contra a parede da sala, uma perna dela levantada, metendo em pé com tapas nos peitos pequenos. Mais tarde, de lado no chão, ele segurando uma perna dela para cima para ter ângulo mais profundo.
Cada rodada tinha diálogos longos e sujos:
— Sua xotinha tá toda inchada e vermelha… ainda quer mais? — perguntava ele, esfregando o polegar no grelo sensível.
— Quero… não para nunca… mesmo que eu chore, continua metendo… eu sou viciada no pau do meu irmão…
No final da tarde, Lucas a deitou na mesa de centro da sala, pernas abertas para os lados, e deu uma longa sessão lenta e profunda. Ele admirava a visão da bucetinha peluda completamente aberta, escorrendo porra misturada com os sucos dela.
— Olha o estrago que fiz o dia todo nessa entradinha apertada… tão vermelha, tão cheia. Mas ainda vou te comer mais uma vez antes do jantar.
Ele meteu devagar, saboreando cada centímetro, depois acelerou até gozar pela quarta vez do dia, enchendo-a até transbordar.
Ana, exausta, corpo marcado por tapas e mordidas, sorriu fraca mas feliz, apertando a bucetinha ao redor dele.
— Eu nunca imaginei que ser sua vadia incestuosa fosse tão bom… pode me usar quantas vezes quiser, irmão. Essa casa é nossa agora.
Lucas beijou a testa dela suada e respondeu:
— E isso é só o terceiro dia… ainda tem muito mais pela frente, sua ninfeta fofa e insaciável.




Parte 4: A Noite de Foda Violenta na Cama dos Pais
Eu mal conseguia acreditar no que estava acontecendo. Meu corpo todo latejava depois do dia inteiro sendo usada pelo Lucas, mas quando a noite chegou, ele me olhou com aqueles olhos escuros e famintos e disse que a verdadeira diversão ia começar agora. Meu coração acelerou quando ele me pegou pela mão e me levou até o quarto dos nossos pais. A cama grande, proibida, parecia ainda mais imponente no escuro.
— Aqui, maninha. Hoje você vai ser minha putinha completa nessa cama deles — murmurou ele, a voz rouca.
Eu estava nua, tremendo um pouco, a bucetinha inchada e sensível, o cuzinho ainda ardendo dos abusos anteriores. Lucas me empurrou de bruços na cama macia e começou a amarrar meus pulsos com as gravatas do papai, prendendo-os na cabeceira. Depois abriu minhas pernas e amarrou os tornozelos nas colunas da cama, me deixando completamente exposta, vulnerável, com a bundinha empinada e os dois buracos à mostra.
Senti um misto de medo e excitação absurda. Sou mesmo uma ninfeta depravada, pensei enquanto ele apertava os nós. Meu irmão mais velho ia me usar com força na cama dos nossos pais. A ideia me deixava encharcada.
— Olha só pra você… amarradinha como uma putinha de verdade — disse ele, passando a mão grande pelas minhas costas até chegar na bunda. Deu um tapa forte, depois outro, e mais outro. Cada estalo ecoava no quarto silencioso.
— Ai! Lucas… dói! — reclamei, mas minha voz saiu manhosa, quase implorando por mais.
Ele riu e agarrou meu cabelo, puxando minha cabeça para trás com força.
— Dói e você adora, né? Confessa, sua vadia incestuosa. Diz alto pra eu ouvir.
— Eu adoro… adoro quando você me bate… me usa com força… sou sua putinha novinha, irmão!
Senti o peso dele atrás de mim. Sem aviso, enfiou o pau grosso na minha bucetinha inchada de uma vez só. Gritei contra o travesseiro. Ele começou a meter com estocadas brutais, o corpo batendo contra o meu, o pau batendo fundo, machucando de um jeito gostoso.
— Tão apertada ainda… mesmo depois de levar porra o dia todo — rosnou ele, dando tapas nas minhas nádegas enquanto socava.
Eu sentia cada veia do pau dele deslizando dentro de mim, esticando minhas paredes sensíveis. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas meu corpo traía: a xotinha apertada pulsava e espremia ele, querendo mais.
Lucas se inclinou, passou o braço ao redor do meu pescoço e apertou levemente, sufocando meu ar enquanto continuava metendo sem parar.
— Você é minha, Ana. Só minha. Essa bucetinha pequena e peluda nunca mais vai ser de ninguém. Entendeu?
— Entendi… — consegui gemer, a voz rouca pela pressão no pescoço. — Sou só sua… me fode mais forte… me humilha…
Ele soltou meu pescoço, puxou meu cabelo de novo e virou minha cabeça para o lado, me fazendo olhar para o espelho do armário. Eu vi meu reflexo: rosto vermelho, boca aberta gemendo, corpo miúdo amarrado sendo destruído pelo corpo grande dele.
— Olha como você fica linda sendo arrombada.
De repente ele puxou o pau da minha bucetinha e pressionou contra o meu cuzinho peludo. Eu me contorci.
— Não… hoje não… tá muito grande…
— Hoje sim — respondeu ele com voz firme, cuspindo no buraco e empurrando a cabeça grossa para dentro.
Gritei alto quando ele forçou a entrada. Meu rosinha peludinho foi sendo aberto centímetro por centímetro, ardendo, queimando, mas o prazer vinha junto. Ele não foi gentil. Começou a meter fundo, estocadas longas e violentas que faziam minha bundinha balançar.
— Caralho… esse cuzinho apertado tá me apertando tanto… parece que vai quebrar meu pau — grunhiu ele, dando tapas cada vez mais fortes nas minhas nádegas.
Eu chorava e gemia ao mesmo tempo:
— Tá rasgando meu rabo… irmão, por favor… mais devagar… não, não para! Me arromba… me usa como sua cadela!
As estocadas ficaram ainda mais brutais. Ele alternava entre o cuzinho e a bucetinha, trocando de buraco sem piedade, me deixando uma bagunça molhada e tremendo. Eu gozei duas vezes assim, o corpo convulsionando contra as amarras, esguichando um pouco na colcha dos pais.
Quando ele finalmente gozou, foi dentro do meu cuzinho, enchendo meu intestino com porra quente. Puxou o pau devagar, admirando o buraco piscando e vazando.
— Agora limpa, putinha.
Ele desamarrou minhas mãos e pés apenas o suficiente para me virar e empurrar minha cabeça contra o pau sujo. Eu abri a boca obediente, sentindo o gosto forte do meu cuzinho e da bucetinha misturado com a porra dele. Chupei com vontade, lambendo cada centímetro, engasgando quando ele segurou minha cabeça e fodeu minha garganta.
— Isso… chupa o pau que acabou de sair do seu rabo peludo.
Depois de me fazer engolir tudo, ele me desamarrou completamente e me puxou para o colo dele, beijando minha testa suada com uma ternura estranha no meio de toda aquela violência.
— Você foi perfeita hoje, Ana… minha ninfeta favorita.
Eu, ainda ofegante, sorri fraca e respondi baixinho:
— Eu quero mais… mesmo doendo tudo… me usa de novo, irmão.
E ele usou. Virou-me de lado, levantou minha perna e meteu novamente na bucetinha inchada, agora mais lento mas ainda profundo, sussurrando no meu ouvido o quanto eu era dele enquanto gozava pela segunda vez dentro de mim.
Eu adormeci horas depois, o corpo marcado, os buracos cheios, o coração acelerado de prazer e culpa deliciosa. Ser a putinha do meu irmão estava se tornando a coisa mais viciante da minha vida.
Parte 5: O Jogo Proibido de Papai e Filhinha
A noite já ia alta, mas Lucas parecia incansável. Depois de me deixar um tempo descansando no quarto dos pais, ele me acordou com beijos no pescoço e uma ordem direta:
— Levanta, filhinha. Hoje vamos brincar de outra coisa.
Eu pisquei, confusa e ainda dolorida, mas o tom dele me deixou molhada de novo. Ele me fez vestir uma camisolinha rosa curta, quase infantil, que mal cobria minha bundinha, e me levou pela mão até a varanda dos fundos da casa — um espaço amplo, com vista para o quintal escuro e cercado, mas com risco de algum vizinho ver se olhasse com atenção.
Lucas sentou-se na cadeira grande de madeira e me puxou para o colo dele, de frente para ele. Suas mãos grandes subiam por baixo da camisola, apertando minhas coxas macias.
— Hoje você é minha filhinha novinha, Ana. E eu sou o papai que vai cuidar de você do jeitinho que uma putinha merece. Entendeu?
Corei violentamente, mas o tesão foi maior. Assenti, mordendo o lábio.
— Sim… papai.
— Boa menina — ronronou ele, sorrindo safado. — Agora diz pra mim: por que a filhinha do papai tá com a calcinha molhada?
Eu me contorci no colo dele, sentindo o pau duro dele latejando contra minha bucetinha por baixo da camisola.
— Porque… porque a filhinha fica excitada quando o papai olha pra ela. Minha bucetinha pequena fica molhadinha pensando no pau do papai…
Lucas grunhiu de tesão e levantou minha camisola, expondo minha xotinha peluda. Seus dedos grossos abriram meus lábios miúdos, circulando o grelo inchado.
— Essa grela da papai tá tão sensível hoje… toda inchada de tanto levar rola. A filhinha foi uma vadia hoje?
— Fui… — respondi baixinho, rebolando contra os dedos dele. — Fui uma putinha safada o dia todo. Mas eu quero mais do papai… quero que o papai me foda bem gostoso.
Ele me virou de costas no colo dele, minhas costas contra o peito largo, e abriu minhas pernas, expondo tudo para a varanda aberta. O ar da noite bateu na minha pele quente. Com uma mão na minha boca, abafando meus gemidos, ele alinhou o pau e enfiou devagar na minha bucetinha apertada.
— Shhh… quietinha, filhinha. Não podemos acordar os vizinhos enquanto o papai fode essa xotinha miúda.
Começou a meter por baixo, estocadas firmes e profundas que faziam meu corpo subir e descer. Eu gemia contra a palma da mão dele, os olhos revirando de prazer. A posição era perfeita para ele controlar tudo.
— Papai… tá tão fundo… sua rola tá enchendo toda a bucetinha da sua filhinha… — murmurei quando ele afrouxou um pouco a mão.
— Isso mesmo. A filhinha tem uma fenda tão apertada… tão peludinha… feita pra levar porra do papai.
Enquanto metia, ele enfiou dois dedos no meu cuzinho peludo, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Eu me contorcia no colo dele, o risco de alguém ver aumentando minha excitação.
— Ai, papai! Meu rabo peludinho também… você tá me arrombando inteira…
Lucas acelerou, a mão apertando mais forte na minha boca enquanto as estocadas ficavam mais brutais. Meu corpinho miúdo sacudia inteiro. Gozei tremendo, apertando o pau e os dedos dele, gemendo abafado.
Ele não parou. Puxou o pau da bucetinha, virou-me de frente, me ajoelhou na varanda e enfiou na minha boca.
— Chupa o pau do papai, filhinha. Limpa ele bem direitinho com essa boquinha gostosa.
Segurei o pau grosso com as duas mãos e chupei com vontade, lambendo da base até a cabeça, sentindo meu próprio gosto misturado com o dele. Ele segurava minha cabeça e fodia minha garganta devagar, gemendo baixo:
— Que boquinha gulosa… engole mais fundo, isso… a filhinha do papai é uma chupadora nata.
Depois de deixar meu rosto uma bagunça de saliva, ele me levantou, me curvou sobre a mureta da varanda e meteu novamente por trás, agora alternando entre bucetinha e cuzinho. Uma mão na minha boca, a outra apertando meus peitinhos pequenos.
— Goza pra mim de novo, filhinha. Goza enquanto o papai enche essa bucetinha de porra quente.
Senti ele latejar e gozar fundo dentro de mim, jatos grossos enchendo minha xotinha. Fiquei tremendo contra a mureta, o corpo mole de prazer.
Mesmo depois de gozar, ele não saiu de dentro. Me puxou de volta para o colo, ainda com o pau enterrado, e continuou me beijando e sussurrando safadezas:
— Minha filhinha é a melhor putinha do mundo… amanhã vamos brincar mais, tá bom?
Eu, ofegante e cheia de porra, sorri e respondi:
— Sim, papai… a filhinha quer que o papai use todos os buraquinhos dela todos os dias.
Ficamos ali na varanda por mais um tempo, ele ainda dentro de mim, balançando devagar enquanto a brisa noturna esfriava nossos corpos suados. O jogo de papai e filhinha tinha acabado de começar, e eu já estava viciada.
Parte 6: A Maratona Fodendo Cuzinho Peludo Apertadinho da Irmã
O sexto dia amanheceu com Lucas já decidido. Ele me acordou cedo, ainda na cama dos pais, com o pau duro roçando entre minhas nádegas.
— Hoje o dia é todo pro seu rabo, Ana. Quero arrombar esse cuzinho peludo até você não conseguir sentar direito. Sua bucetinha vai descansar um pouco… o foco vai ser nesse buraco apertado e peludinho.
Eu senti um frio na barriga misturado com tesão. Meu corpo ainda estava marcado das noites anteriores, mas a ideia de ser usada principalmente no cuzinho me deixava encharcada.
Ele me levou até o quarto dele, colocou várias toalhas na cama e pegou um frasco de óleo que havia encontrado no banheiro dos pais. Começou passando óleo generosamente entre minhas nádegas, massageando o rosinha peludo com os dedos, enfiando um, depois dois, depois três, abrindo bem o canal.
— Olha como ele pisca… tão peludinho, tão quente. Hoje você vai virar uma putinha anal de verdade, filhinha.
Deitei de lado, uma perna levantada. Lucas se encaixou atrás de mim e pressionou a cabeça grossa do pau contra o buraco lubrificado. Empurrou devagar, mas firme, e eu gemi alto quando ele entrou.
— Ai, Lucas… tá abrindo tudo… meu cuzinho tá tão cheio…
— Relaxa, sua ninfeta. Sente o pau do irmão abrindo esse rabo gordo — disse ele, começando a meter com estocadas longas e profundas.
A posição de conchinha permitia que ele me abraçasse por trás, uma mão apertando meu pescoço levemente, a outra beliscando meu grelo enquanto metia. Cada estocada fazia meus peitinhos balançarem. Ele mordia meu ombro, deixando marcas de dentes.
— Diz pra mim quanto você ama levar no cuzinho.
— Eu amo… amo sentir meu rabo sendo arrombado pelo irmão… dói gostoso… mete mais fundo!
Ele acelerou, o som molhado e obsceno ecoando no quarto. Gozei pela primeira vez só com o cuzinho, o corpo tremendo inteiro, apertando o pau dele como um punho.
Lucas não parou. Puxou o pau, me colocou de quatro na beira da cama e enfiou novamente com força, segurando meus quadris com brutalidade. Os tapas estalavam alto nas minhas nádegas, deixando elas vermelhas e quentes.
— Empina esse rabo peludo pra mim! Quero ver ele engolindo tudo.
Eu empinava o máximo possível, rebolando contra as estocadas. Ele enfiou dois dedos na minha bucetinha ao mesmo tempo, fodendo os dois buracos com ritmo perfeito.
— Duas coisas te enchendo… sua putinha tarada. Seu cuzinho tá piscando em volta da minha rola.
Mordi o lençol, gemendo sem parar:
— Me destrói, irmão… arromba meu buraco peludo… eu nasci pra ser sua vadia anal!
Ele me virou de novo, sentou na cama e me puxou para sentar no colo dele, de frente. Segurei o pau e guiei para dentro do meu cuzinho, descendo devagar até sentar completamente. A posição fazia ele entrar ainda mais fundo.
— Cavalgue, sua safada. Quero ver essa bundinha gorda subindo e descendo.
Comecei a subir e descer, gemendo alto a cada descida. Lucas mordia meus bicos pequenos, arranhava minhas costas, dava tapas nas coxas. O óleo e a porra facilitavam o vai e vem violento. Gozei novamente, esguichando na barriga dele enquanto meu cuzinho apertava forte.
— Isso… goza com o pau no rabo, sua ninfeta incestuosa!
Ele me segurou firme pela cintura e começou a meter por baixo, estocadas brutais para cima. Mordi o ombro dele de tanto prazer. Depois de gozar dentro do meu cuzinho pela primeira vez do dia, ele me deitou de costas, levantou minhas pernas até os ombros e voltou a meter no buraco já abusado.
A maratona continuou por horas. Ele me fodeu contra a parede do quarto, eu de frente para ele com uma perna levantada. Depois no chão do banheiro, eu sentada no colo dele novamente. Cada posição era acompanhada de diálogos longos e sujos:
— Olha o estado do seu cuzinho… todo vermelho, peludinho, escancarado… ainda quer mais?
— Quero… não para… mesmo que eu chore, continua enfiando… meu rabo é seu, irmão… me usa até eu não aguentar mais!
No final da tarde ele me colocou de quatro no tapete da sala, metendo com força selvagem. Mordidas nas costas, arranhões, tapas incessantes. Gozou pela terceira vez dentro do meu intestino, enchendo tanto que escorria quando ele tirava.
Mesmo assim, não parou. Voltou para a bucetinha só para variar, metendo fundo enquanto enfiava quatro dedos no cuzinho esticado, me fazendo gozar mais uma vez de forma quase dolorosa.
Quando o sol começou a baixar, eu estava destruída: corpo coberto de marcas, cuzinho vermelho e aberto, vazando porra, bucetinha inchada. Lucas me pegou no colo, me levou para o banho e me limpou com cuidado, mas já com o pau duro de novo roçando em mim.
— Hoje foi só o aquecimento pro seu rabo, Ana. Amanhã vamos ver até onde você aguenta.
Eu, exausta e feliz, beijei o peito dele e sussurrei:
— Eu aguento tudo… quero ser sua putinha anal favorita pra sempre.
Parte 7: Ciúmes, Posse e Foda Brutal no Quarto Dela
Eu estava sozinha no meu quarto no final da tarde do sétimo dia. Lucas tinha saído por alguns minutos para comprar comida e eu, incapaz de me controlar depois de tantos dias sendo fodida sem parar, deitei na cama, abri as pernas e comecei a me tocar. Meus dedos circulavam o grelo inchado, deslizavam pela fenda peluda ainda sensível e enfiavam no cuzinho que ainda sentia as estocadas da maratona anal do dia anterior.
Gemia baixinho o nome dele:
— Lucas… irmão… me fode mais forte… por favor…
Não percebi quando ele voltou. A porta do quarto se abriu de repente e lá estava ele, parado, olhando para mim com os olhos queimando de raiva e tesão.
— Que porra é essa, Ana?
Fechei as pernas rapidamente, assustada, mas já era tarde. Ele atravessou o quarto em duas passadas largas, agarrou meu pulso e puxou minha mão para longe da bucetinha.
— Tá se tocando pensando em mim, sua putinha? E não esperou o irmão chegar? Tá com tanta fome de pau que não consegue ficar nem dez minutos sem se masturbar?
— Desculpa… eu só… — tentei explicar, mas ele não deixou.
Lucas me agarrou pelos cabelos com força, puxando minha cabeça para trás e me deu um tapa forte no rosto. Não foi leve. Ardeu. Meu corpo miúdo estremeceu inteiro.
— Você é minha, caralho! Essa bucetinha peluda, esse cuzinho apertado… tudo meu! Ninguém toca nisso, nem você sem minha permissão!
Ele me jogou de bruços na cama, abriu minhas pernas com os joelhos e enfiou o pau grosso na minha bucetinha de uma vez só, sem piedade. Gritei contra o colchão.
— Ai! Tá muito bruto hoje!
— Bruto? Isso é pra você aprender quem manda nessa xotinha — rosnou ele, metendo com estocadas violentas e profundas, batendo fundo no meu útero.
Puxava meu cabelo como rédea, dando tapas fortes na minha bunda enquanto socava sem parar. O quarto se enchia do som molhado de carne contra carne e dos meus gemidos misturados com choro de prazer.
— Diz que você é só minha! — exigiu, dando um tapa na minha cara de lado.
— Sou só sua! Sua putinha particular… sua ninfeta incestuosa… ninguém mais pode me tocar!
Ele me virou de frente, segurou meu pescoço com uma mão e meteu novamente, olhando nos meus olhos enquanto estocava. A outra mão beliscava meus bicos com força, deixando marcas.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo. Quero ver essa carinha de vadia enquanto eu destruo sua bucetinha pequena.
Eu gozei pela primeira vez, apertando ele por dentro, esguichando um pouco ao redor do pau. Lucas não diminuiu o ritmo. Puxou para fora, virou-me de lado e enfiou no cuzinho ainda sensível, metendo com a mesma fúria.
— Esse rabo peludo também é meu. Só meu. Entendeu?
— Entendi… arromba meu cuzinho, irmão… me castiga… eu mereço!
Ele alternava buracos com brutalidade: bucetinha, cuzinho, bucetinha de novo. Mordia meus ombros, arranhava minhas coxas, dava tapas no rosto e nos peitos. Meu corpo pequeno estava completamente dominado pelo dele.
Em certo momento, ele me fez sentar no colo dele, de frente, e meteu fundo na bucetinha enquanto enfiava três dedos no cuzinho. Estocava para cima com violência, fazendo eu quicar no pau dele.
— Goza de novo, sua vadia! Goza pra mostrar que pertence a mim!
Gozei mais forte dessa vez, esguichando de verdade, molhando a barriga e as coxas dele. Lucas rosnou e gozou dentro da minha bucetinha, enchendo com jatos grossos e quentes.
Mas não parou.
Me jogou de quatro novamente e voltou a meter no cuzinho, agora ainda mais lubrificado com a mistura de porra e meus sucos. As estocadas eram ainda mais profundas e brutais.
— Vou encher os dois buracos hoje. Você vai dormir transbordando porra do irmão.
Gozou novamente, dessa vez dentro do meu rabo. Puxou o pau e me fez chupar, limpando tudo. Depois me deitou de costas, abriu minhas pernas no máximo e meteu mais uma vez na bucetinha inchada, fodendo devagar mas fundo, olhando nos meus olhos.
— Você é minha pra sempre, Ana. Mesmo quando os pais voltarem, vou te foder escondido. Essa bucetinha peluda nunca mais vai ficar sem meu pau.
— Sim… sou sua pra sempre… me enche mais… quero dormir cheia de você…
Ele gozou pela terceira vez, inundando minha xotinha. Meu corpo tremia, completamente destruído, marcado por tapas, mordidas e arranhões. Eu sorria mesmo assim, exausta e feliz.
Lucas me puxou para os braços dele, beijando minha testa suada enquanto ainda estava dentro de mim.
— Boa menina. Amanhã é o último dia… vamos fazer valer a pena.
Eu apertei ele por dentro e sussurrei:
— Quero que você me destrua até o último segundo.
Parte 8: O Último Dia – A Encravidação e a Promessa Secreta
Era o último dia antes dos pais voltarem. A casa inteira cheirava a sexo, suor e porra. Lucas me acordou cedo, com o olhar mais intenso de toda a semana. Ele me arrastou para o quarto dos pais novamente — o lugar onde tudo tinha começado de forma mais pesada — e me jogou na cama grande.
— Hoje eu vou te encher até transbordar, Ana. Quero gozar bem fundo nessa bucetinha peluda e te deixar grávida. Quero que você carregue um filho do irmão dentro dessa barriguinha miúda.
Eu arregalei os olhos, o coração disparado de medo e excitação.
— Irmão… isso é loucura… e se eu engravidar de verdade?
— Exatamente — respondeu ele, abrindo minhas pernas com força. — Quero que você fique cheia de mim.
Ele começou devagar, mas logo o desejo tomou conta. Me fodeu de quatro na cama dos pais, metendo fundo na bucetinha apertada enquanto puxava meu cabelo.
— Sente esse pau batendo no seu útero? Hoje ele vai deixar semente aí dentro.
— Sim… me enche, Lucas… goza bem fundo na minha xotinha… me engravida…
Ele me virou de frente, levantou minhas pernas até os ombros e meteu com estocadas brutais, o pau grosso entrando até o fundo. Cada vez que batia no colo do útero eu gemia alto. Depois de me fazer gozar duas vezes, ele gozou pela primeira vez do dia: jatos longos, grossos e quentes inundando minha bucetinha. Ficou dentro, girando o quadril para empurrar a porra mais fundo.
— Toma tudo, maninha. Deixa meu leite chegar no seu útero.
Não saiu de dentro. Me carregou até o banheiro, me colocou sentada na pia e meteu novamente, alternando com o cuzinho peludo. Depois voltou para a cozinha, me inclinou sobre a mesa e me fodeu por trás, dando tapas fortes na bunda enquanto sussurrava:
— Imagina sua barriga crescendo… todo mundo vai achar que é de outro, mas nós dois vamos saber que é meu filho.
Eu estava completamente entregue, gemendo como uma vadia:
— Sim… me engravida, irmão… quero carregar seu bebê… mas vou ter que arrumar um namorado pra assumir, né? Alguém que pense que é dele…
Lucas rosnou de tesão com a ideia, metendo ainda mais forte.
— Isso. Você vai arrumar um otário qualquer pra assumir o filho que eu plantei nessa bucetinha. Mas toda noite, escondido, eu vou continuar te fodendo, enchendo essa xotinha de novo.
Passamos o dia inteiro em uma orgia sem limites. Ele me fodeu no sofá da sala em posição de vaqueira, eu quicando desesperada enquanto ele chupava meus peitinhos. Depois no chão da sala, de lado, com dois dedos no meu cuzinho. Na varanda novamente, arriscado, ele me curvou na mureta e alternou buceta e rabo até gozar mais uma vez na minha fenda.
No final da tarde, voltamos para o quarto dos pais. Ele me deitou de costas, abriu minhas pernas no máximo e meteu devagar, olhando nos meus olhos.
— Última gozada do dia, Ana. Quero que você fique vazando minha porra quando os pais chegarem.
Acelerou as estocadas, o pau batendo fundo, minhas unhas arranhando as costas dele. Gozei gritando, esguichando ao redor da rola. Lucas enterrou até o fundo e gozou com força, jatos pesados enchendo meu útero mais uma vez.
— Toma… engravida pra mim, sua putinha incestuosa… carrega o filho do irmão.
Fiquei ali, pernas tremendo, bucetinha escancarada e transbordando porra grossa que escorria até o cuzinho.
Depois, ele me abraçou forte, beijando minha testa suada.
— Quando os pais voltarem, vamos ter que ser cuidadosos. Mas eu vou continuar te comendo, Ana. No seu quarto, no banheiro, no carro… sempre que der. Você é minha ninfeta pra sempre.
Eu, ainda ofegante, passei a mão na minha barriga e sorri safada:
— Vou arrumar um namorado logo… um bobinho que vai achar que o filho é dele. Mas toda noite eu vou abrir as pernas pra você, irmão. Quero continuar sendo sua putinha secreta… mesmo grávida.
Lucas me beijou com fome, o pau já ficando duro de novo contra minha coxa.
— Boa menina. Essa história não vai acabar nunca.
E assim terminou nossa semana de incesto selvagem. Os pais chegaram horas depois. Eu andava devagar, a bucetinha e o cuzinho doloridos, a barriga possivelmente já começando a carregar o segredo proibido. Mas toda vez que Lucas me olhava do outro lado da sala, eu sabia: o fogo continuava aceso.


