Porno Conto Erótico – Fodendo o Rabo da Bruna Mãe Grávida Peituda no Restaurante pra Quitar a Dívida

XXX fodendo cu da irmã novinha da namorada! Meteu no cuzinho apertadinho da novinha de 18 anos e gozou dentro da bundinha dela

Tava foda no restaurante depois do expediente. Eu e a Bruna brigando feio pra caralho pela dívida grande. Ela branquinha, magrinha, barrigão enorme de 6 meses, peitos gigantes inchados vazando leite na blusa fina. Mãe do moleque de 8 e da Isabelinha de 3, bebê chorando nos fundos.

“Porra, William, só se eu der o cu pra pagar essa merda!” ela gritou.

Eu agarrei pelo pescoço com força, dei vários tapas estalados na cara dela até a pele clara ficar roxa e inchada. “Então toma esse cu agora, sua puta grávida branquinha vadia!” Joguei ela de bruços no banquinho da cozinha, levantei a saia, arranquei a calcinha e meti o pau seco no cuzinho apertado com uma estocada bruta pra dentro.

“AAAAAAAAAHHH! PARA, SEU MONSTRO! TÁ RASGANDO MEU CU TODO! NÃO, POR FAVOR, TÁ DOENDO MUITO CARALHO!!” Bruna gritou desesperada, corpo magrinho se contorcendo inteiro, barrigão balançando (eu não encostava nele). Segurei os pulsos dela torcendo forte atrás das costas e comecei a socar com ódio, estocadas fundas, rápidas e violentas, fazendo o banquinho bater na parede.

“Toma no cu, sua mãe vadia prenha peituda magrela! Esse rabo branquinho vai pagar tudo, puta inútil chorona!” Dei tapas fortes pra caralho na bunda, na cara, nos peitos, puxava o cabelo loiro dela pra trás como se fosse arrancar. Ela chorava histericamente, baba escorrendo, soluçando alto: “Para William… eu imploro… tá destruindo meu cu… ai ai ai não aguento mais!!”

O bebê chorava alto, Isabelinha chamando mamãe. Eu metia ainda mais bruto, virando ela de lado no banquinho, perna bem aberta pra cima, socando sem parar enquanto estapeava aqueles peitos enormes, leite voando pra todo lado. “Chora alto, sua vadia! Escuta seu filho enquanto eu fodo esse cu como pagamento!”

Ela gritava e chorava sem parar, o cuzinho apertando de dor: “Tá doendo demais… para por favor… ai meu Deus…” Depois de muito tempo metendo violento, eu tava quase gozando. Ela, destruída, gemeu rouca entre lágrimas: “Goza logo porra… goza logo seu desgraçado… acaba com isso!!”

Eu ri e acelerei as socadas mais fortes ainda, batendo fundo. Gozei com força animal, jorrando litros de porra quente bem no fundo do intestino dela, enchendo tudo e transbordando pelas coxas magrinhas.

Só depois da gozada, ofegante e toda tremendo, Bruna murmurou com voz fraca e safada: “…porra… agora eu gostei… caralho William… doeu pra porra toda no começo mas quando você gozou ficou uma delícia no cu…”

Ela ainda reclamou, gemendo: “Mas meu cu tá destruído… vai demorar dias pra conseguir dar de novo… da próxima tem que ser na buceta, seu filho da puta…”

Eu puxei o pau melado de porra e cuspe do rabo dela e mandei: “Limpa essa rola agora, vadia.” Bruna, ainda chorando um pouco mas com olhar de puta, se ajoelhou devagar no chão da cozinha, barrigão pra frente, e começou a chupar e lamber tudo, limpando meu pau sujo com a boca quente, gemendo baixinho enquanto sugava.

Quando terminou, eu ri e disse: “Agora estamos quites por hoje. E pra quitar essa dívida de vez, vai ser assim 3 vezes por semana, sua puta grávida. Segunda, quarta e sexta… cu ou buceta, dependendo do que eu quiser. Entendeu?”

Ela, ainda de joelhos, cuspe e porra escorrendo no queixo, olhou pra mim e respondeu baixinho: “Entendi… 3x na semana… só não acaba com meu cu toda vez, porra…”

Eu joguei o dinheiro na cara dela e dei um último tapa na bunda. “Boa menina. Agora vai cuidar dos seus filhos que tão chorando, vadia.”