Porno Conto Erótico – Capítulo 3: Grávida Safada Mija na Boca e Engole Mijo Enquanto é Fodida Na Buceta Peluda

Porno Conto Erótico - Capítulo 3: Grávida Safada Mija na Boca e Engole Mijo Enquanto é Fodida Na Buceta Peluda

William metia com força na buceta dela, segurando o barrigão inchado com as duas mãos, quando reclamou, irritado:

— Porra, Bruna… essa buceta tá bem larga hoje, hein? Grávida e já deu tanto que nem aperta mais direito o pau. Tá folgada pra caralho.

— Ai, William… por favor, vai mais devagar! Eu tô grávida, tá doendo… me dá um tempo… — ela implorava, voz falhando. — Tá apertando minha bexiga… eu tô me mijando, caralho… para um pouco!

— Mija então, porra. Mija na minha boca — ele mandou, tirando o pau dela de repente e se deitando no chão frio da cozinha.

Bruna ficou em choque, olhos arregalados, barrigão subindo e descendo.

— Tá louco? William… tem certeza disso?

— Sobe aqui agora, vadia. Abre as pernas e mija na minha boca.

Tremendo de vergonha e tesão, ela subiu por cima dele, agachou com a buceta peluda bem em cima do rosto dele e, depois de hesitar um segundo, soltou. Um jato quente e forte de mijo começou a sair, direto na boca aberta de William. Ele bebeu tudo, engolindo sem parar, lambendo os lábios enquanto o mijo escorria pelo queixo dele.

— Isso… mija tudo, sua putinha grávida. Bebi tudinho.

Bruna, aliviada e estranhamente excitada, ficou provocante mesmo com a cara vermelha:

— Gostou do mijo da grávida, seu safado? Bebeu tudo que nem um porco…

William não respondeu com palavras. Agarrou o cabelo dela com força, puxou pra baixo e enfiou o pau na boca dela de novo, fodendo a garganta com violência.

— Tá com sede, Bruna? — perguntou, segurando a cabeça dela firme.

— Quero água… sim… — ela murmurou, pau ainda na boca.

— Então toma agora, vadia.

Ele segurou o cabelo dela com as duas mãos, enfiou o pau bem fundo na garganta e começou a mijar direto. Um jato forte e quente desceu pela goela dela. Bruna tentou puxar a cabeça pra trás, esperneando e batendo nas coxas dele, olhos lacrimejando, mas William não deixou. Segurou firme e continuou mijando garganta abaixo.

— Engole tudo, porra! Bebe meu mijo, sua puta!

Ela engasgou, engoliu parte, tossiu, mas ele só tirou o pau quando terminou. Bruna puxou o pau da boca cuspindo e chorando, voz rouca e desesperada:

— Não acredito nisso, cara! Seu filho da puta… você fez eu engolir mijo seu! Que nojo, porra!

William riu, agressivo. Levantou, agarrou ela pelo cabelo e pela cintura e prensou contra a parede da cozinha. Abriu as pernas magrinhas dela e socou o pau na buceta larga com tudo, metendo com raiva.

— Cala a boca e aguenta, sua vadia grávida! Buceta larga do caralho, folgada pra porra! Toma pau, porra!

— Ai ai ai! Tá doendo muito, William! Para… por favor… tá machucando meu barrigão! — ela chorava alto, lágrimas escorrendo, corpo magrinho tremendo contra a parede.

Ele segurou o barrigão dela com uma mão por baixo, apertando possessivo, e continuou metendo fundo. De repente Bruna soltou um grito, o corpo convulsionando enquanto cachoeirava mijo quente misturado com gozo, molhando a barriga dela, as coxas e pingando no chão.

William segurou a buceta dela aberta com força, puxando pelos pentelhos grossos e pretos, esticando os lábios inchados enquanto metia sem parar.

— Isso, mija tudo enquanto eu te fodo, sua cachorra! Olha essa buceta peluda escancarada…

Ele acelerou as estocadas, rosnando, até que gozou forte dentro dela. Jatos grossos de porra quente encheram a buceta grávida, tanto que começou a vazar e pingar no chão e na mesa da cozinha, escorrendo pelas coxas magrinhas dela.

Bruna estava destruída: chorando, pernas tremendo, barrigão vermelho das mãos dele, buceta inchada e escorrendo porra e mijo. E ainda faltavam quase 2 horas… William puxou o pau melado pra fora, olhando pra ela com fome, já pensando em abrir aquele cu pequeno e sujo em seguida.