Porno Conto Erótico Capítulo 2: – Sil Torra Dívida da Madrugada: Motorista de Uber Arromba Buceta e Cu da Passageira Peituda e Goza Dentro
Porno Conto Erótico Capítulo 2: - Sil Torra Dívida da Madrugada: Motorista de Uber Arromba Buceta e Cu da Passageira Peituda e Goza Dentro
Conto Erótico Cap 2: A Dívida da Madrugada
Marcos abriu a porta traseira do carro completamente, expondo Sil para a rua escura e deserta.
— Sai pra fora, vadia. Quero te foder direito.
Ele puxou ela pelos cabelos com força, arrastando-a para fora do veículo. Sil mal conseguia ficar de pé, as pernas tremendo. Ele a virou de costas, empurrou o corpo pequeno dela contra o carro e abriu bem aquelas coxas grossas. Sem aviso, enfiou o pau grosso novamente na buceta dela com raiva, socando fundo e violento.
— Ahhh! Por favor… tá muito forte! — gritou Sil, segurando na lataria do carro enquanto ele metia como um animal.
Marcos segurava a cintura dela com uma mão e dava tapas fortes na bunda cavala com a outra, fazendo a carne grossa balançar. Ele socava com ódio, o pau entrando e saindo inteiro, batendo fundo no colo do útero dela.
— Toma essa rola, sua putinha peituda! Isso que você merece por não ter dinheiro!
Sil chorava e gemia ao mesmo tempo. Apesar da brutalidade, o pau dele batendo certo no ponto dela fez ela gozar de novo. O corpo pequeno tremeu inteiro, as coxas grossas apertando, a buceta contraindo forte enquanto ela soltava um gemido alto e rouco.
— Isso, goza de novo sua vadia! — rosnou Marcos, acelerando ainda mais.
Poucos segundos depois ele enterrou o pau até o fundo e explodiu dentro dela. Jatos grossos e quentes de porra encheram a buceta de Sil, transbordando pela coxa enquanto ele continuava socando, espremendo cada gota dentro dela.
Quando ele finalmente tirou o pau, um fio grosso de esperma escorreu da bucetinha arrombada. Sil achou que tinha acabado e tentou se ajeitar, ofegante.
— Por favor… já foi… me leva pra casa agora…
Marcos riu, ainda com o pau melado de porra e sucos.
— De joelhos. Chupa pra limpar e deixar ele duro de novo.
Sil, resignada e com medo, se ajoelhou no asfalto frio. Pegou o pau semi-duro na boca e começou a chupar, lambendo toda a mistura de porra, buceta e cu que tinha nele. Chupava com vontade, passando a língua por baixo, sugando a cabeça e tentando engolir o máximo possível, mesmo com nojo.
Assim que o pau voltou a ficar duro o suficiente, Marcos a puxou pelos cabelos, virou ela de quatro ali mesmo, com o corpo apoiado no banco do carro e a porta aberta, a bunda cavala empinada para ele.
Ele cuspiu no cuzinho já arrombado e posicionou a cabeça grossa na entrada.
— Não! Não não não! Por favor, no cu não! Meu Deus! — implorou Sil desesperada, tentando se afastar.
Marcos segurou firme os quadris grossos de Sil e empurrou o pau até o fundo do cu arrombado dela com um golpe violento.
— Não! Por favor! — gritou ela, mas era tarde.
Ele socou com raiva, metendo fundo e sem piedade no rabão dela, a bunda cavala tremendo a cada estocada. Depois de alguns minutos brutais, ele rosnou alto e gozou forte dentro do cu de Sil, enchendo o intestino dela com jatos grossos e quentes de porra.
— Toma no cu, sua vadia! Leva toda a minha porra!
Quando terminou, ele tirou o pau devagar, olhando o cuzinho piscando e expelindo esperma misturado. Sil estava destruída: exausta, pernas tremendo, buceta inchada e escorrendo porra, cu arrombado e vazando também. Ele pegou a calcinha dela do chão do carro, guardou no bolso como troféu e a deixou ali, seminua.
— Pode ir andando agora, putinha. A corrida tá paga.
Sil se ajeitou como pôde, puxando o vestido curto para baixo, sem calcinha, com porra escorrendo pelas coxas grossas. Chegou em casa quase amanhecendo, andando devagar, o corpo dolorido.
Assim que abriu a porta, o namorado dela, Rafael, já estava acordado e puto da vida.
— Porra, Sil! São quase 6h da manhã! Onde você se meteu, sua vadia? Tá fedendo a bebida e suor!
— Desculpa amor… o celular morreu, fiquei sem bateria e não consegui pagar o Uber. Pedi pra uma amiga chamar outro pra mim… — mentiu ela, voz fraca.
Rafael continuou xingando enquanto ela ia pro quarto. Sil, ainda meio bêbada e exausta, se jogou de bruços na cama para descansar. O vestido curto subiu completamente, expondo a bunda cavala toda marcada de tapas, o cuzinho vermelho e arrombado, e a buceta inchada pingando porra branca que escorria até as coxas.
Rafael arregalou os olhos.
— QUE PORRA É ESSA?! Tá toda gozada, sua puta! Olha o estado da sua buceta e desse cu! Você me traiu, sua vadia nojenta!
Sil virou o rosto, cansada demais para continuar mentindo. As lágrimas de raiva e humilhação escorreram.
— Sim… eu traí você. Tive que pagar o Uber com a buceta e o cu porque eu não tinha dinheiro nenhum e você, seu merda, não quis me buscar! O motorista me fodeu no meio da rua, me comeu com força, gozou na minha buceta e depois arrombou meu cu e gozou lá dentro também. Eu chorei, implorei, mas ele meteu mesmo assim. Eu não tinha escolha!
Rafael ficou vermelho de fúria.
— Sua puta desgraçada! Como você tem coragem de chegar em casa assim e ainda me culpar?!
Os dois começaram a discutir alto. Sil se levantou da cama, chorando de raiva, o vestido ainda levantado, porra escorrendo pelas pernas.
— Eu quero terminar! Sai da minha casa agora, seu inútil! Você nunca tá quando eu preciso e eu tive que dar minha buceta e meu cu pro primeiro estranho por causa disso! Sai fora!
Rafael gritava de volta, xingando ela de tudo quanto era nome, enquanto Sil chorava mais ainda, a voz embargada de ódio e vergonha, repetindo tudo que o motorista tinha feito com ela.







