Porno Conto Erótico Bebada Motoqueira Rabuda Dá o Cuzinho no Banheiro do Bar – Gangbang com 5 Homens
Porno Conto Erótico Bebada Motoqueira Rabuda Dá o Cuzinho no Banheiro do Bar – Gangbang com 5 Homens
A Motoqueira Rabuda e os Mecânicos
Larissa era conhecida nas estradas como “Rabuda”. Aos 29 anos, ela era uma motoqueira raiz: pele bronzeada de tanto pegar sol na estrada, corpo escultural, seios grandes e firmes que mal cabiam no top de couro, cintura marcada e, principalmente, uma bunda enorme, redonda, empinada e suculenta que fazia qualquer homem virar o pescoço. Suas coxas grossas e fortes eram resultado de anos pilotando sua Harley preta customizada.
Naquela tarde quente de verão, Larissa parou na oficina mecânica “Rodas & Torque”, um lugar famoso entre os motoqueiros da região. Sua moto estava fazendo um barulho estranho no escapamento e ela precisava resolver antes de continuar viagem.
Chegou vestindo uma jaqueta de couro aberta, um top preto justo que marcava os mamilos, short jeans tão curto que metade da bunda ficava de fora, e botas de cano alto. O cabelo castanho longo estava preso em um rabo de cavalo bagunçado.
Três mecânicos estavam trabalhando:
- Bruno, 32 anos, forte, tatuado, chefe da oficina.
- Diego, 28 anos, alto e moreno, com mãos grandes.
- Caio, 25 anos, o mais novo, musculoso e com cara de safado.
Assim que ela desceu da moto, os três pararam o que estavam fazendo. Aquela bunda balançando enquanto andava era impossível de ignorar.
— E aí, gata? Problema na moto? — perguntou Bruno, limpando as mãos com um pano.
— É… tá fazendo um barulho foda. Mas tá quente pra caralho hoje, hein? — respondeu Larissa, já tirando a jaqueta e revelando o decote generoso.
Eles começaram a trabalhar na moto. Larissa sentou em uma cadeira velha perto do cooler de cerveja, cruzando as pernas grossas de propósito. Depois de meia hora, ela abriu a primeira latinha de cerveja gelada.
— Querem uma? — ofereceu ela, com um sorriso safado.
Os três aceitaram. Logo a conversa ficou mais solta, cheia de piadas e olhares. Larissa bebia sem parar, rindo alto, rebolando na cadeira enquanto provocava os rapazes.
Depois da quarta cerveja, ela já estava bem alegre e com tesão.
— Vocês trabalham o dia todo com essas mãos sujas… aposto que sabem usar bem elas — provocou, passando a mão na própria coxa.
Bruno sorriu, se aproximou e colocou a mão grande na cintura dela.
— Quer testar, Rabuda?
Larissa mordeu o lábio, olhou para os três e respondeu:
— Quero. Mas os três juntos. Tô a fim de uma foda bem gostosa hoje.
A oficina virou um puteiro em minutos.
Bruno puxou Larissa para cima e a beijou com força, apertando aquela bunda enorme com as duas mãos. Diego veio por trás, abrindo o short dela e enfiando a mão entre as coxas, sentindo a buceta já molhada. Caio tirou o top dela, liberando os peitos grandes e chupando os mamilos duros.
Eles tiraram toda a roupa dela. Larissa ficou só de botas, empinando a bunda gigante no meio da oficina.
— Olha esse rabo, porra… — murmurou Diego, dando um tapa forte que fez a carne tremer.
Eles a levaram até uma bancada de ferramentas. Larissa debruçou sobre ela, abrindo bem as pernas. Bruno foi o primeiro: cuspiu na buceta dela e enfiou o pau grosso de uma vez, metendo com força enquanto segurava na cintura.
— Aaaahh, caralho! Mete fundo! — gemeu Larissa, rebolando a bunda contra ele.
Enquanto Bruno fodia sua buceta, Diego enfiou o pau na boca dela. Larissa chupava com vontade, babando, olhando para cima com olhos de puta safada. Caio ficou atrás, lambendo o cuzinho dela, preparando o terreno.
Depois de uns minutos, Bruno gozou dentro da buceta dela, enchendo de porra quente. Mal saiu, Diego já tomou o lugar, metendo no buraco melado e cheio de gozo.
— Que buceta gulosa da porra… — rosnou ele, socando forte.
Larissa gemia alto, a bunda batendo contra a barriga dele. Caio não aguentou esperar: subiu na bancada e enfiou o pau no cuzinho dela, sem muita delicadeza.
— Isso! Os dois ao mesmo tempo! Me arrombem! — gritou ela, sentindo os dois paus entrando fundo.
Eles revezaram em todas as posições. Foderam ela de quatro no chão, Larissa cavalgando Bruno enquanto chupava os outros dois. Depois colocaram ela sentada no colo de Diego, quicando aquela bunda enorme no pau dele enquanto Caio fodia sua boca.
Beberam mais cerveja no meio da foda. Larissa pegava a latinha, dava um gole e voltava a gemer, suada, com porra escorrendo pela coxa.
No final, eles a colocaram de joelhos no meio da oficina. Larissa, com a maquiagem borrada, peitos e bunda vermelhos de tapas, abriu a boca e a bunda ao mesmo tempo.
Os três gozaram quase juntos: dois na boca e um na cara, jatos grossos cobrindo seu rosto, língua e peitos. Larissa engoliu o que pôde, sorrindo satisfeita.
— Porra… melhor parada da viagem — disse ela, lambendo os lábios.
Os mecânicos riram, exaustos.
Larissa se limpou um pouco, vestiu o shortinho justo (sem calcinha, claro), e montou na moto já consertada.
— Se eu passar de novo, volto pra segunda rodada — piscou ela, acelerando e saindo da oficina com a bunda empinada no banco da Harley.
A Motoqueira Rabuda – No Banheiro do Bar
Já era noite quando Larissa saiu da oficina “Rodas & Torque”. Sua buceta e cuzinho ainda latejavam da foda intensa com os três mecânicos, e um fio de porra escorria pela parte interna de suas coxas grossas enquanto ela pilotava a Harley pela estrada escura.
Mesmo depois de ter tomado três cargas, a Rabuda ainda estava com fome. O tesão dela era insaciável.
Por volta das 23h, ela avistou um bar de beira de estrada chamado “Asfalto Quente”. O lugar estava lotado de motoqueiros, caminhoneiros e gente da região. Larissa estacionou a moto, tirou a jaqueta de couro e entrou rebolando. O short jeans mal cobria metade da sua bunda enorme, e o top justo marcava os mamilos duros.
Assim que ela sentou no balcão e pediu uma dose dupla de whisky, os olhares caíram sobre ela como urubus. Aquela bunda cavala empinada no banco alto era impossível de ignorar.
Ela bebeu a primeira dose, depois a segunda, e logo estava rindo alto, conversando com um grupo de quatro motoqueiros mais velhos e dois caminhoneiros que se aproximaram. O álcool subiu rápido, deixando ela ainda mais safada.
— Tá calor pra caralho… — disse Larissa, se abanando e puxando o top para baixo, quase deixando os peitos escaparem.
Um dos motoqueiros, um cara barbudo chamado Marcos, colocou a mão grande direto na bunda dela.
— Essa rabuda tá pedindo pra ser comida, hein?
Larissa virou o rosto, olhou bem nos olhos dele e sorriu com malícia:
— Não só pedindo… tô precisando. Quem tiver coragem me segue pro banheiro.
Não demorou nem dois minutos. Cinco homens seguiram ela pelo corredor escuro: Marcos, seu amigo Rico, dois caminhoneiros (Júnior e Paulão) e um motoqueiro mais novo chamado Vini.
Assim que entraram no banheiro masculino (o maior), Larissa trancou a porta principal e já tirou o top, deixando os peitos grandes e pesados à mostra. Abaixou o short e a calcinha de uma vez, ficando só de botas.
— Quero no rabo hoje — disse ela sem rodeios, virando de costas e empinando aquela bunda gigante, abrindo as nádegas com as próprias mãos. O cuzinho rosado ainda estava um pouco inchado da foda anterior. — Quem vai ser o primeiro a arrombar?
Marcos foi o mais rápido. Cuspiu na mão, passou no pau grosso e empurrou a cabeça contra o cuzinho dela. Larissa gemeu alto quando ele meteu tudo de uma vez.
— Aaaahh porra! Isso… soca fundo nesse rabo!
Ele começou a meter com força, segurando na cintura dela enquanto a bunda enorme tremia a cada estocada. Os outros assistiam, já tirando os paus para fora e batendo punheta.
Rico não aguentou esperar. Ficou na frente dela, enfiando o pau na boca da Rabuda. Larissa chupava com fome, babando enquanto era comida no cu.
Eles revezaram sem piedade.
Paulão, que tinha o pau mais grosso, sentou no vaso e fez Larissa sentar de costas no colo dele, empalando o cuzinho no pauzão. Ela quicava pesado, a bunda batendo forte nas coxas dele, gemendo alto enquanto os outros chupavam seus peitos e enfiavam dedos na buceta molhada.
— Me arrombem! Quero porra nesse rabo! — gritava ela entre gemidos.
Júnior meteu na buceta dela enquanto Paulão continuava no cu. Larissa estava sendo dupla penetrada, o corpo suado tremendo de prazer. Vini filmava com o celular, rindo.
Eles foderam ela em todas as posições possíveis no banheiro apertado:
- De quatro no chão sujo, um no cu, outro na boca.
- Contra a parede, um levantando uma perna dela enquanto socava o rabo.
- Larissa de joelhos chupando dois paus ao mesmo tempo enquanto outro metia no cuzinho por trás.
Depois de quase uma hora, eles colocaram ela de novo no vaso, pernas abertas e bunda empinada. Um por um gozaram dentro do seu cuzinho. Larissa gemia feito uma puta barata, apertando o rabo para ordenhar cada pau.
Quando o último (Marcos) gozou fundo, o cuzinho dela estava completamente arrombado, vermelho e escorrendo porra grossa de cinco homens diferentes. A mistura branca e cremosa descia pelas coxas grossas até as botas.
Larissa ficou um tempo sentada no vaso, pernas abertas, respirando pesado, com um sorriso satisfeito no rosto. Passou os dedos no cuzinho, pegou um pouco da porra e lambeu, olhando para os caras.
— Delícia… melhor parada da noite.
Ela se limpou superficialmente, vestiu o shortinho (sem calcinha), deixou os peitos quase saindo do top e saiu do banheiro rebolando, com porra ainda escorrendo pelas pernas.
Os caras no bar inteiro olharam quando ela voltou para o balcão, pediu mais uma dose e bebeu como se nada tivesse acontecido.
Larissa montou na moto novamente, a bunda dolorida e cheia, e seguiu viagem pela estrada escura, já pensando onde seria a próxima parada.







