Porno lésbicas tatuadas cavalona chupando bucetão uma da outra escondidas enquanto os namorados cornos jogam futebol
Porno lésbicas tatuadas cavalona chupando bucetão uma da outra escondidas enquanto os namorados cornos jogam futebol
Porno lésbicas tatuadas cavalona chupando bucetão uma da outra escondidas enquanto os namorados cornos jogam futebol
— Porra, Pri, olha esses cornos ali no campo jogando bola… nossos namorados achando que a gente tá só assistindo. Vem cá, sua cavalona tatuada safada — sussurrei pra ela, puxando a mina pro canto atrás da arquibancada abandonada, onde ninguém via.
Pri era uma puta enorme, cavalona mesmo, toda tatuada nos braços e nas coxas grossas, cabelo curto, cara de macho mas com aquele bucetão carnudo que eu adorava devorar. Eu, a Ju, também não ficava atrás: rabuda, peituda, tatuagens subindo pelo pescoço, sempre molhada pensando em comer buceta escondida.
— Caralho, Ju… tu tá com o bucetão latejando já, né sua vadia? — Pri gemeu baixinho, me empurrando contra a parede de concreto e levantando minha saia curta. — Olha essa buceta peludinha e inchada… os cornos tão lá suando no sol e a gente aqui vai se lamber inteira.
Ela se ajoelhou na hora, cavalona forte, e enfiou a cara entre minhas coxas. Senti aquela língua grossa e quente abrindo meus lábios, chupando meu grelo com fome.
— Ai porra, Pri… mama meu bucetão, vai! Lambe gostoso essa xota que o corno do meu namorado nunca sabe comer direito. Mais fundo, sua puta tatuada… enfia essa língua no meu buraco!
Eu tava escorrendo, melando o rosto dela inteiro. Segurei a cabeça dela e comecei a rebolar na cara da Pri, o barulho molhado de chupada ecoando baixinho. Ela gemia enquanto chupava, vibrando no meu clitóris:
— Hmmmmm… delícia de bucetão, Ju. Tão grande, tão molhada… tu é uma puta lésbica no cio igual eu. Os dois otários correndo atrás da bola e a gente aqui traindo eles gostoso. Vira de quatro agora, quero comer esse rabo também.
Troquei de posição rapidinho, empinei minha bunda grande e abri as pernas. Pri meteu a boca no meu cu, lambendo tudo, depois desceu pro bucetão de novo, enfiando dois dedos grossos enquanto chupava forte. Eu tava mordendo o braço pra não gritar:
— Isso, cavalona! Come minha xota, me arromba com essa boca… porra, tô gozando já, sua vadia! Olha o corno do teu namorado lá marcando gol… e tu aqui virando sapatão gulosa no meu mel!
Gozei na cara dela, esguichando forte, melando aqueles peitos tatuados. Pri levantou rindo, boca brilhando, e me beijou com gosto de buceta:
— Agora é minha vez, sua puta. Senta na minha cara.
Eu empurrei ela no chão, subi em cima daquela cavalona tatuada e plantei meu bucetão inchado bem na boca dela. Enquanto rebolava, me inclinei pra frente e abri as pernas grossas da Pri, enfiando a língua bem fundo na xota dela. Bucetão grande, carnudo, cheiro forte de tesão.
— Caralho, Pri… tua buceta tá encharcada, tá pingando pra mim. Chupa minha xota enquanto eu devoro a tua, vai! Duas lésbicas tatuadas comendo bucetão escondida dos cornos… somos duas vadias safadas mesmo.
A gente se lambia desesperada, gemendo abafado, corpos suados colados. Eu chupava o grelo dela com força, enfiava dedo no cu dela, e ela fazia o mesmo comigo. Os namorados gritavam no campo, felizes pra caralho, sem fazer ideia que as namoradas tavam ali atrás se comendo como duas cachorras no cio.
— Goza na minha boca, Pri! Quero beber teu leitinho de sapatão…
Ela tremeu inteira, apertou minhas coxas com aquelas mãos fortes tatuadas e gozou forte, jorrando na minha língua. Eu gozei de novo logo depois, esfregando meu bucetão na cara dela.
A gente ficou ali ofegando, bocas meladas, rindo baixinho.
— Porra… melhor que qualquer macho. Da próxima a gente chama mais uma amiga pra comer juntas enquanto os cornos jogam — falei, lambendo os beiços.
— Pode apostar, Ju. Duas putas lésbicas tatuadas nunca enjoam de bucetão.






