Bunda Grande Porno Conto – Amador Sexo – Rabuda De 18 Anos Dando Sua Buceta Gostosa de Quatro! Empinou a Bunda GG e Deu Cu e Buceta
Bunda Grande Porno - Amador Sexo - Rabuda De 18 Anos Dando Sua Buceta Gostosa de Quatro! Empinou a Bunda GG e Deu Cu e Buceta
Bunda Grande Porno – Amador Sexo – Rabuda De 18 Anos Dando Sua Buceta Gostosa de Quatro! Empinou a Bunda GG e Deu Cu e Buceta
✅ Aqui está o conto longo erótico como solicitado:
Bunda Grande Porno – A Rabuda Manauara de 18 Anos que Fode por Qualquer Coisa
Larissa era uma garota de 18 anos recém-completados, nascida e criada na periferia de Manaus. Com apenas 1,55m de altura, ela carregava uma bunda enorme, redonda e empinada que chamava atenção desde bem novinha. Era o tipo de bunda GG que balançava pesado a cada passo, com coxas grossas e carnudas que roçavam uma na outra quando andava. Seus peitos eram médios, mas firmes, com bicos escuros que marcavam facilmente na blusa fina. Pele morena clara, cabelo preto liso até a cintura e um rosto inocente que contrastava com o corpo de puta barata.
Morando com a mãe e dois irmãos menores numa casa simples de madeira no bairro de São Raimundo, Larissa vivia na miséria. Não tinha dinheiro nem para o ônibus. Por isso, desde os 18 anos ela descobriu que sua bunda gigante era sua maior moeda de troca. “Fode por dinheiro, por comida, por uma passagem de ônibus, por um pacote de fralda pro irmão… qualquer coisa”, diziam as amigas.
Naquela tarde quente e úmida de Manaus, Larissa saiu de casa vestindo um short jeans surrado que mal cobria metade da bunda e uma regata branca fina, sem sutiã. A bunda esticava o tecido ao extremo, marcando o formato perfeito de coração invertido. Ela caminhava pela beira da estrada de terra procurando alguém que pudesse “ajudar” ela.
Foi quando viu o carro parado: um homem de uns 35 anos, moreno, forte, que trabalhava como mototaxista na região. Ele estava sentado no banco do carro com a porta aberta, tomando uma cerveja gelada.
— Ei, tio… tá precisando de companhia? — perguntou Larissa, parando na frente dele e virando de lado para mostrar o perfil da bunda.
O homem olhou devagar, os olhos descendo direto para aquele volume absurdo.
— Caralho… que bunda é essa, menina? Quantos anos você tem?
— Dezoito. Acabei de fazer — respondeu ela, mordendo o lábio inferior. — Tô precisando de uma grana… ou de comida. Posso te fazer um boquete bem gostoso ou te dar a buceta e o cu se você quiser. Faço tudo.
O mototaxista sorriu, já com o pau endurecendo dentro da bermuda.
— Entra aí. Vamos pra um lugar mais reservado.
Eles foram até um trecho mais vazio perto do rio, onde o mato alto escondia o carro. Assim que pararam, Larissa não perdeu tempo. Tirou a regata, mostrando os peitos firmes, e abaixou o short junto com a calcinha. A bunda enorme saltou para fora, branca no formato do biquíni que ela usava no rio, contrastando com o resto da pele bronzeada.
— Olha como é grande, tio… — disse ela, dando um tapa forte na própria bunda, fazendo a carne tremer.
O homem desceu a bermuda e puxou o pau grosso, já babando. Larissa se ajoelhou no banco do carro e começou a chupar com vontade. Lambia da base até a cabeça, enfiava o pau inteiro na boca até engasgar, babando muito enquanto olhava pra ele com carinha de puta safada.
— Que boquinha gulosa… — gemeu ele, segurando o cabelo dela.
Depois de deixar o pau bem babado, Larissa virou de quatro no banco traseiro, empinando aquela bunda gigante.
— Pode meter, tio. Pode comer minha buceta e meu cu. Hoje eu tô barata… só quero uns 100 reais e um rango pra levar pra casa.
O homem cuspiu na mão, esfregou na buceta inchada dela e enfiou o pau de uma vez. Larissa soltou um gemido alto, apertando o banco.
— Ai caralho… que pauzão! Me fode gostoso…
Ele começou a meter forte, segurando aqueles quadris largos, batendo a pelve contra a bunda enorme que ondulava a cada estocada. O barulho de tapa de carne ecoava. Larissa rebolava, empinando mais, fazendo a bunda quicar.
— Isso… mete fundo… rasga essa bucetinha de 18 anos…
Ele meteu uns minutos na buceta molhada, depois tirou o pau brilhando e apontou pro cuzinho apertado.
— Vai tomar no cu agora, rabuda.
Larissa mordeu o lábio, abriu as nádegas com as duas mãos e empurrou para trás. A cabeça grossa forçou o anel apertado e entrou devagar. Ela gemeu alto, sentindo o pau invadir seu intestino.
— Devagar no começo… depois pode meter forte — pediu, ofegante.
O mototaxista não teve piedade. Depois de acostumar, começou a foder o cu dela com força, estocadas longas e profundas enquanto a bunda gigante batia contra ele. Larissa gritava de prazer e dor, a buceta pingando no banco do carro.
Ele alternava: tirava do cu e enfiava na buceta, depois voltava pro cu, usando os dois buracos da manauara como queria. Larissa estava suada, o cabelo grudado no rosto, gemendo como uma cadela no cio.
— Me enche de porra, tio… pode gozar dentro… eu tomo anticoncepcional.
Depois de quase meia hora comendo aquela bunda GG sem parar, o homem não aguentou mais. Segurou firme na cintura dela e meteu fundo no cu, gozando grosso e quente bem dentro do intestino dela.
Larissa sentiu o jato quente e tremeu, gozando também, apertando o pau com o cuzinho.
Quando ele tirou o pau, o cu dela ficou piscando, vermelho e escorrendo porra lentamente pela bunda enorme.
Ela virou, limpou o pau dele com a boca, engolindo o resto de porra misturado com o gosto do próprio cu.
— Gostou, tio? Posso voltar outro dia se você quiser… sou barata mesmo. Só me dá o dinheiro e alguma coisa pra comer.
O homem deu 150 reais e parou num boteco ali perto, comprando um prato de tacacá e uma marmita de arroz, feijão e carne pra ela levar pra casa.
Larissa voltou pra casa feliz, a bunda dolorida mas a barriga cheia, sabendo que no dia seguinte, se precisasse, ia empinar aquela bunda gigante de novo por qualquer coisa.




✅ Continuação do conto – Parte 2
Bunda Grande Porno – A Rabuda Manauara de 18 Anos que Fode por Qualquer Coisa (Parte 2)
No dia seguinte à foda com o mototaxista, Larissa acordou com a bunda ainda dolorida, mas com dinheiro no bolso e comida na geladeira. Passou o dia ajudando a mãe em casa, mas à noite não resistiu ao convite das amigas.
— Vamos pro Bar do Zé, Lari? Tá rolando promoção de cerveja e a gente precisa se divertir — disse Jéssica, sua amiga de 19 anos, também bem bunduda e morena.
Larissa vestiu um shortinho jeans branco extremamente curto que deixava metade da bunda de fora e uma cropped preta justa que marcava seus peitos firmes. O short mal cobria a parte de baixo da bunda GG, e quando ela andava, as nádegas balançavam pesadamente, chamando atenção de todo mundo na rua.
Chegaram ao bar por volta das 21h. O lugar estava animado, com forró tocando alto, luzes coloridas e cheiro de cerveja e fritura. As duas meninas se sentaram num canto, rindo e bebendo as primeiras cervejas por conta própria.
Depois de umas três rodadas, dois caras se aproximaram. Um se chamava Rodrigo, 28 anos, alto, moreno e forte, com tatuagens nos braços. O outro era Diego, 31 anos, mais baixo e musculoso, com barba bem feita.
— E aí, gata? Tá calor aqui hein… quer que a gente pague a próxima rodada pra vocês? — perguntou Rodrigo, olhando descaradamente pra bunda de Larissa que transbordava do banco.
As meninas se entreolharam e deram risada.
— Pode pagar sim, mas não é só uma rodada não… — respondeu Jéssica, mordendo o lábio.
Larissa completou, rebolando levemente no banco:
— Se vocês pagarem cerveja e comida a noite toda pra gente, quem sabe a gente não dá um prêmio bem gostoso…
Os dois homens sorriram maliciosos.
— Prêmio tipo o quê? — perguntou Diego, já passando a mão na coxa grossa de Larissa por baixo da mesa.
— Tipo… a gente pode ir pro banheiro dos fundos mais tarde e vocês comerem essa bunda e essa buceta até cansar — disse Larissa sem rodeios, já um pouco alta.
O clima esquentou rápido. Os caras pediram várias rodadas de cerveja, petiscos, fritas e carne na brasa. As meninas riam alto, flertavam sem vergonha, deixavam os caras apertarem suas bundas e peitos por cima da roupa.
Por volta de meia-noite, Larissa estava bem bêbada e tarada. Ela se levantou, puxou Rodrigo pela camisa e falou no ouvido dele:
— Tô molhada pra caralho. Vamos pro banheiro agora?
Jéssica fez o mesmo com Diego. Os quatro seguiram discretamente para o banheiro dos fundos do bar, que era maior, sujo e com pouca iluminação. Trancaram a porta.
Assim que entraram, Rodrigo agarrou Larissa pela cintura e a virou de costas, apertando aquela bunda gigante com as duas mãos.
— Porra, que bunda enorme, mano… — gemeu ele, dando tapas fortes que faziam a carne tremer.
Larissa abaixou o shortinho e a calcinha de uma vez, empinando a bunda toda marcada de biquíni. Jéssica fez o mesmo ao lado, também empinando sua bunda grande.
Os caras abriram as calças. Rodrigo tinha um pau grosso e veioso, Diego um pouco mais comprido e curvado para cima. Nenhum dos dois pensou em camisinha.
Rodrigo cuspiu na mão, esfregou na buceta inchada de Larissa e meteu tudo de uma vez.
— Aaaai caralho! — gritou Larissa, segurando na pia suja. — Que pauzão… mete forte!
Ele começou a foder ela de quatro com estocadas brutais. O barulho molhado da buceta ecoava no banheiro. A bunda GG de Larissa ondulava violentamente a cada tapa de pelve. Rodrigo segurava na cintura dela e socava fundo, fazendo os peitos dela balançarem pra frente e pra trás.
— Isso… rasga essa bucetinha de 18 anos… me fode sem capa mesmo — gemia ela, rebolando gostoso.
Do lado, Diego tinha colocado Jéssica sentada na pia e metia nela de frente, segurando uma perna dela aberta. Jéssica gritava de prazer, as unhas cravadas nas costas dele.
Depois de alguns minutos, Rodrigo tirou o pau da buceta de Larissa, brilhando de meladinha, e apontou pro cuzinho apertado.
— Vou comer esse cu agora.
— Vai devagar no começo… — pediu ela, mas já empinando mais.
Ele forçou a cabeça grossa e entrou no cu dela. Larissa gemeu alto, sentindo o pau abrir seu intestino. Logo ele estava metendo fundo no cu, alternando entre buceta e cu, usando os dois buracos como queria. Porra e meladinha escorriam pelas coxas grossas dela.
Diego trocou de posição com Rodrigo. Agora era Diego fodendo Larissa no cu enquanto Rodrigo metia na boca dela. Larissa engasgava no pau grosso, babando inteiro, enquanto levava no cu sem piedade.
— Engole esse pau, sua putinha manauara — rosnava Rodrigo, segurando o cabelo dela.
Eles foderam as duas meninas por quase 40 minutos no banheiro. Trocaram de parceira várias vezes. Larissa foi comida de quatro, de lado, sentada no pau, e até encostada na parede. Os caras gozaram uma vez cada dentro da buceta dela e depois novamente no cu.
Quando terminaram, Larissa estava com a bunda e as coxas vermelhas de tapas, buceta e cu arrombados, escorrendo porra grossa dos dois buracos. Ela mal conseguia ficar em pé, as pernas tremendo.
Os caras arrumaram as calças, rindo satisfeitos.
— Valeu pela noite, rabudas. Amanhã tem mais se vocês quiserem — disse Rodrigo, deixando mais dinheiro na mão delas.
Larissa e Jéssica saíram do banheiro com o shortinho encharcado, cheias de porra, rindo e já combinando o próximo rolê.


