Novinha Porno Conto – XXX Camila 18 aninhos! Dando uma rapidinha com gozada nessa buceta apertada

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Tio e a Sobrinha de 18 Aninhos

Camila tinha acabado de completar 18 anos há três dias. Corpo novinho, pele morena clara, cabelos castanhos longos, bundinha empinada e um rosto de menina inocente que contrastava com o corpo safado que ela estava desenvolvendo. Veio passar as férias na casa do tio Roberto e da tia Paula.

Naquela tarde, tia Paula estava na cozinha preparando o almoço quando ouviu a sobrinha chamando do quarto de hóspedes:

— Tio… pode vir aqui rapidinho? Preciso de ajuda com uma coisa…

Roberto, um homem de 44 anos, forte, barba bem feita e pau grande, trocou um olhar rápido com a esposa antes de ir. Paula já sabia o que ia acontecer. Não era a primeira vez. Ela apenas baixou a cabeça e continuou cortando os legumes, o coração acelerado.

Assim que Roberto entrou no quarto e fechou a porta, Camila estava de shortinho jeans curto e cropped, de quatro na cama, empinando a bundinha.

— Tio… eu tô com tanta tesão desde que cheguei — gemeu ela baixinho. — Minha bucetinha tá piscando pedindo seu pau… faz uma rapidinha comigo?

Roberto já estava com o pau duro dentro da calça. Puxou Camila pela cintura e apertou aqueles peitinhos firmes por cima do cropped.

— Sua putinha safada… acabou de fazer 18 anos e já quer dar a buceta pro tio, é? — rosnou ele, abaixando o short dela junto com a calcinha.

Camila rebolou a bundinha contra o volume dele.

— Quero sim, tio… eu sou sua putinha de 18 agora. Enfia logo esse pauzão na minha bucetinha apertada. Quero sentir você me arrombando…

Roberto abriu o zíper, tirou o pau grosso e pesado e esfregou a cabeça na entradinha molhada da sobrinha. Paula, na cozinha, conseguia ouvir tudo perfeitamente. As paredes eram finas.

— Olha como tá molhada essa bucetinha novinha… — disse Roberto enfiando devagar. — Porra, Camila… você aperta pra caralho.

— Aaaahhh tiooo… vai devagar no começo… sua rola é muito grossa pra mim — gemeu Camila, mordendo o travesseiro.

Do outro lado da parede, Paula parou de mexer a panela. Ficou parada, ouvindo a sobrinha gemendo enquanto o marido metia nela. Sentiu uma mistura de ciúme, excitação e vergonha, mas não disse nada. Apenas apertou as coxas uma contra a outra.

Roberto começou a meter mais fundo, segurando a cintura fina da sobrinha.

— Isso… toma no cu, sua ninfetinha. Buceta mais apertada que a da sua tia… caralho, que delícia.

Camila gemeu mais alto, empinando mais a bunda:

— Me fode, tio! Me fode gostoso! Essa bucetinha é sua agora… eu vim pra cá só pra você me comer. Mais forte, por favor… quero sentir suas bolas batendo na minha buceta!

Roberto acelerou as estocadas, o barulho molhado de pele contra pele ecoando no quarto.

— Sua putinha sem vergonha… 18 aninhos e já quer levar porra de tio dentro da buceta, né? Vou te encher todinha.

— Sim, tio! Goza dentro! Goza bem fundo na minha bucetinha novinha! Me enche de porra quente, por favor… eu quero sentir escorrendo depois!

Paula ouvia tudo, encostada na parede da cozinha. As pernas tremiam. Ela mordeu o lábio inferior, mas continuou quieta, obediente, como sempre.

Roberto deu umas estocadas mais brutais, segurando os cabelos de Camila como rédea.

— Tá gostando de roubar o pau do tio da sua tia, sua safada?

— Adoro, tio… adoro ser mais gostosa que ela… minha bucetinha é mais apertada, né? Goza pra mim… goza pra sua putinha de 18 anos!

Com um grunhido baixo, Roberto enterrou o pau até o fundo e gozou forte. Jatos grossos e quentes encheram a bucetinha apertada de Camila, que tremia em orgasmo, apertando o pau do tio.

— Aaaahh tiooo… tá enchendo tudo… que porra quente… me enche mais!

Eles ficaram alguns segundos parados, ofegantes. Roberto tirou o pau devagar, e um fio grosso de porra escorreu da bucetinha inchada de Camila, pingando na cama.

— Limpa meu pau agora, vadia — ordenou ele.

Camila virou-se rapidinho, colocou a boca carnuda e chupou o pau melado, lambendo toda a mistura de porra e meladinha dela.

— Hmmm… gosto do nosso sabor misturado, tio…

Roberto deu um tapa forte na bunda dela.

— Boa menina. Agora volta pra sala como se nada tivesse acontecido. E deixa essa porra dentro de você o dia todo.

Camila sorriu safada, puxou o shortinho de volta e deu um beijinho nele.

— Sim, tio… obrigada pela rapidinha. Minha bucetinha tá toda melada de você.

Quando os dois saíram do quarto, Paula estava terminando de arrumar a mesa, rosto vermelho. Não disse uma palavra. Apenas serviu o almoço para os dois.

Camila sentou-se com um sorrisinho, sentindo a porra do tio escorrendo devagar pela calcinha.

Roberto olhou para a esposa e perguntou casualmente:

— Tudo bem, amor?

Paula baixou os olhos, obediente, e respondeu baixinho:

— Tudo bem… pode continuar.

Camila riu baixinho e abriu as pernas discretamente por baixo da mesa, sentindo o gozo quente do tio vazando.

A Noite da Decisão

Uma noite, depois de quase uma hora ouvindo Camila gemer e gritar “Tio, goza dentro! Enche minha bucetinha novinha!”, Roberto voltou para o quarto do casal. Seu pau ainda estava duro, brilhando com os sucos da sobrinha.

Paula estava acordada, sentada na beira da cama. Assim que ele entrou, ela se ajoelhou na frente dele sem dizer nada.

Segurou o pau melado com as duas mãos e cheirou. O cheiro forte da buceta jovem de Camila invadiu suas narinas. Mesmo assim, ela abriu a boca carnuda e chupou.

— Hmmm… — gemeu Paula, lambendo devagar toda a extensão, saboreando o gosto da sobrinha no pau do marido. — Tá tão gostoso… com cheiro e gosto da bucetinha dela…

Roberto olhou surpreso, mas excitado.

Paula tirou o pau da boca por um instante, olhando para cima com olhos submissos:

— Eu não me importo mais, Roberto… pode comer a Camila quantas vezes quiser. Ela é novinha, apertada… eu entendo. Mas eu quero que você me use também. Me fode como uma vagabunda, do mesmo jeito que fode ela. Por favor…

Roberto sorriu com malícia. Agarrou os cabelos da esposa e enfiou o pau até o fundo da garganta dela.

— Então tá bom, sua coroa vadia. Hoje você vai tomar no cu e na buceta igual uma puta barata.

Ele jogou Paula na cama de quatro, levantou a camisola dela e meteu tudo de uma vez na buceta. Paula gemeu alto, de propósito.

— Aaaahhh! Isso, amor! Me fode forte! — gritou ela.

Roberto socava com raiva e tesão, dando tapas fortes na bunda dela.

— Tá ouvindo isso, Camila?! — berrou ele para a parede. — Tô comendo sua tia agora!

Do quarto ao lado, Camila ficou em silêncio por um momento, mas logo se aproximou da parede, escutando com ciúmes.

Paula, percebendo isso, começou a gemer ainda mais alto e provocante:

— Isso, Roberto! Me arromba! Sua rola tá tão dura hoje… deve ser por causa da bucetinha apertada da sua sobrinha, né? Mas agora tá na minha! Me fode como você fode ela! Quero porra também!

Roberto puxou os cabelos dela como rédea e meteu mais fundo.

— Sua puta velha! Tá gostando de sentir o gosto da buceta da Camila no meu pau enquanto eu te como?

— Simmm! Eu lambi tudinho! Ela tem gosto de putinha nova… mas eu sou sua esposa vadia! Me enche de porra também! — gritava Paula, rebolando a bunda com força contra ele.

Camila, do outro lado da parede, apertava as coxas, com ciúme queimando. Ela enfiou a mão na própria bucetinha ainda melada e começou a se masturbar ouvindo a tia gemer.

Roberto virou Paula de frente, colocou as pernas dela nos ombros e meteu com tudo, olhando nos olhos dela.

— Goza pra mim, sua coroa safada! Mostra pra sua sobrinha quem é a puta da casa!

Paula gozou gritando, o corpo tremendo, apertando o pau do marido. Roberto não aguentou e gozou logo depois, enchendo a buceta da esposa de porra quente.

Enquanto gozava, ele gemeu alto:

— Amanhã eu vou comer as duas… uma depois da outra.

Paula, ofegante e cheia de porra, sorriu com um misto de humilhação e tesão:

— Sim, amor… pode comer a putinha de 18 anos… e depois vem me usar como uma vagabunda também.

Do quarto ao lado, Camila mordeu o lábio, com ciúmes e excitada ao mesmo tempo, já imaginando o que viria nos próximos dias.