Hentai Futanari Android 18 Trans loira Rabuda e peituda com pau grosso fodendo cuzinho da Bulma e Chichi

A trama acompanha a Android 18, uma androide poderosa que, após uma transformação transmasc, assume uma postura dominadora e brutal sobre Bulma e Chi-Chi, submetendo as duas a uma noite de sexo violento e explícito, onde os rabos das três são o foco central da luxúria. O que começa como um jogo de poder entre a androide e suas presas se transforma em uma orgia desenfreada, com estocadas brutais, tapas, dedadas e gozo abundante, até que um vilão monstruoso, Gorath, invade a sala de gravidade e, com um pau gigantesco, arromba os cuzinhos das três com uma violência ainda maior, fodendo-as em várias posições, fazendo os rabões balançarem e as três gemerem de prazer até desmaiarem completamente exaustas e arrombadas, deixando os rabos de Bulma, Chi-Chi e Android 18 completamente destruídos e escancarados, cobertos de porra e suor, enquanto a besta se retira satisfeita, deixando as três mulheres desmaiadas no chão da sala de gravidade.

A trama acompanha a Android 18, uma androide poderosa que, após uma transformação transmasc, assume uma postura dominadora e brutal sobre Bulma e Chi-Chi, submetendo as duas a uma noite de sexo violento e explícito, onde os rabos das três são o foco central da luxúria. O que começa como um jogo de poder entre a androide e suas presas se transforma em uma orgia desenfreada, com estocadas brutais, tapas, dedadas e gozo abundante, até que um vilão monstruoso, Gorath, invade a sala de gravidade e, com um pau gigantesco, arromba os cuzinhos das três com uma violência ainda maior, fodendo-as em várias posições, fazendo os rabões balançarem e as três gemerem de prazer até desmaiarem completamente exaustas e arrombadas, deixando os rabos de Bulma, Chi-Chi e Android 18 completamente destruídos e escancarados, cobertos de porra e suor, enquanto a besta se retira satisfeita, deixando as três mulheres desmaiadas no chão da sala de gravidade.

 

 






𝐂𝐀𝐏Í𝐓𝐔𝐋𝐎 𝟏 – 𝐀 𝐂𝐇𝐄𝐆𝐀𝐃𝐀


O laboratório da Capsule Corporation estava em silêncio, iluminado por luzes azuis que piscavam em sequência. O ar cheirava a ozônio e metal aquecido. No centro da sala, a câmara de ativação silvou alto, liberando uma névoa branca e espessa que se espalhou pelo chão de metal.

A porta de vidro blindado se abriu com um clique hidráulico.

Dentro, uma silhueta perfeita se moveu.

Android 18 deu seu primeiro passo para fora da câmara. Ela era uma obra-prima da engenharia biônica. Os cabelos loiros platinados escorriam em ondas até a cintura, brilhando como fios de prata sob a luz fria. Os olhos eram de um azul-gelo tão intenso que pareciam hipnotizar. Os lábios carnudos se curvaram num sorriso cheio de arrogância e tesão.

O corpo de Android 18 era uma escultura viva. Os seios eram enormes, fartos, perfeitamente redondos e firmes, com mamilos rosados que já estavam eriçados. A cintura era fina, descendo para um quadril largo e curvas perfeitas. As pernas longas e musculosas, feitas para apertar e dominar.

E entre aquelas coxas… o pau.

Era grosso pra caralho, veiado, com a cabeça bulbosa e rosada, brilhando com lubrificante sintético. A mão de qualquer pessoa pareceria pequena perto daquela rola. As veias saltavam ao longo do membro, pulsando como se tivesse vida própria.

A porta do laboratório se abriu com um estrondo.

— ANDROID 18! FINALMENTE! — Bulma entrou como um furacão.

Os cabelos azuis da ricaça estavam bagunçados, os olhos brilhando com excitação. Ela usava um roupão de seda preta mal amarrado, deixando à mostra as coxas grossas e os mamilos marcando o tecido fino. Bulma estava claramente excitada, a respiração ofegante.

— Eu encomendei você faz três anos, caralho! — Bulma parou na frente da androide, os olhos percorrendo cada curva. — E pelo visto entregaram mais do que eu pedi.

Android 18 inclinou a cabeça, o sorriso malicioso se alargando.

— Então você é a tal da Bulma? — a voz de Android 18 era um sussurro metálico e cheio de veneno. — A mulher que passou três anos esperando uma androide pra satisfazer os próprios fetiches?

— E você vai satisfazer todos eles — Bulma mordeu o lábio, os olhos fixos no pau enorme balançando entre as pernas da androide. — Caralho, é maior do que eu imaginei.

— Muito maior — Android 18 pegou no próprio pau, batendo-o contra a palma da mão com um som molhado. — A pergunta é: você vai aguentar?

Bulma deu um passo à frente, o roupão abrindo completamente e deixando seu corpo nu à mostra. Os peitos dela eram firmes, com mamilos escuros e duros. A boceta já estava molhada, os pelos aparados, os lábios inchados de excitação.

— Eu aguento tudo, sua robô de merda — Bulma cuspiu as palavras, mas o sorriso safado denunciava o tesão. — Eu criei você, lembra? Cada parafuso, cada centímetro de você foi programado por mim.

— Então você sabe exatamente como me usar — Android 18 deu um passo à frente, o pau roçando na barriga de Bulma. — Mas sabe como me dar prazer?

Bulma abriu a boca pra responder, mas a porta do fundo se abriu.

— BULMA! VOCÊ ME CHAMOU COM URGÊNCIA, O QUE ESTÁ — Chichi parou no meio da frase.

Chichi usava um vestido azul claro curto demais, que mal cobria as coxas grossas. Os cabelos pretos estavam soltos em ondas sobre os ombros. Seu corpo era mais cheio que o de Bulma — peitos enormes, bunda gigante, cintura fina. Ela era a típica dona de casa que passou anos reprimindo o próprio tesão.

Naquele momento, todo aquele tesão reprimido explodiu na cara dela.

Android 18 pelada. Com um pau enorme apontado pra ela.

— Mas… que porra é essa, Bulma?! — Chichi arregalou os olhos, o sangue subindo ao rosto.

— Minha nova invenção — Bulma riu, puxando Chichi pra dentro da sala. — E sua nova melhor amiga.

Chichi tentou recuar, mas Bulma fechou a porta atrás dela.

— Eu não posso ficar aqui — Chichi gaguejou, os olhos fixos no pau de Android 18. — O Goku pode chegar a qualquer —ela engoliu em seco — qualquer hora…

— Goku não vai chegar — Android 18 deu um passo à frente, os quadris balançando. — Eu sei que ele tá treinando no outro lado do planeta. Você tá sozinha, Chichi. E você tá molhada.

— Não tô — Chichi tentou mentir, mas a voz saiu fraca.

— Mente não — Android 18 se aproximou, tão perto que a ponta do pau roçou a barriga de Chichi. — Eu posso sentir o cheiro da sua boceta babando. Você passou anos sem ser comida direito, né? O Goku só quer lutar, não quer foder.

Chichi abriu a boca pra negar, mas Android 18 enfiou a mão por baixo do vestido e tocou sua boceta.

— AH! — Chichi gemeu, as pernas quase cedendo.

— Tá vendo? — Android 18 esfregou os dedos na boceta molhada de Chichi, levantando a mão e mostrando os dedos brilhando de fluido. — Babando. Sua putinha frustrada.

Bulma riu, ajoelhando-se no chão. — Deixa ela em paz, Android 18. Ela nunca nem viu um pau de verdade.

— Pois vai ver agora — Android 18 segurou Chichi pelos cabelos e a forçou a se ajoelhar ao lado de Bulma.

As duas mulheres estavam de joelhos, olhando pro pau enorme de Android 18.

— Vocês duas vão me chupar — ordenou Android 18. — Quero línguas na minha rola.

Bulma foi a primeira. Ela enfiou a boca no pau da androide com gosto, a cabeça descendo até a base num movimento líquido e experiente.

— Isso, Bulma — Android 18 segurou os cabelos azuis dela, gemendo baixo. — Engole tudo, sua puta.

Bulma engasgou, mas não parou. Ela babava no pau grosso, a saliva escorrendo pelo queixo, os olhos lacrimejando enquanto a cabeça do membro batia no fundo da garganta.

Chichi assistia, a boca seca, os dedos coçando a própria boceta por cima do vestido.

— Você também, Chichi — Android 18 puxou a morena pelos cabelos. — Vem lamber meu saco enquanto ela chupa.

Chichi obedeceu sem pensar. Ela enfiou a cara entre as pernas de Android 18 e passou a língua no saco sintético, quente e pesado.

— Isso, suas putinhas — Android 18 jogou a cabeça pra trás, os seios balançando. — Duas vadias lindas me servindo ao mesmo tempo.

Ela puxou Bulma pela nuca, forçando-a a engolir mais fundo.

— Quero você engasgando no meu pau.

Bulma engasgou, os olhos vermelhos, mas continuou chupando. O som era molhado, obsceno — a boca da ricaça sugando o membro da androide.

Chichi lambia o saco, os olhos fixos no rosto de Android 18.

— Gostosa — disse Android 18, puxando Chichi pra cima. — Tira esse vestido.

Chichi obedeceu, arrancando o vestido e ficando completamente nua. Os peitos enormes balançaram, os mamilos duros. A boceta estava escorrendo, os pelos molhados.

— Deita no chão — ordenou Android 18. — De perna aberta.

Chichi deitou, as pernas abertas, a boceta pulsando.

Android 18 ajoelhou-se entre as pernas de Chichi e enfiou a cara na boceta dela.

— AHHH! — Chichi gritou, agarrando os cabelos loiros da androide. — QUE LÍNGUA!

A língua sintética de Android 18 era quente, áspera e precisa. Ela lambia o clitóris de Chichi em círculos, alternando com pressão e velocidade.

Bulma se ajoelhou ao lado e enfiou a mão na boceta de Chichi, dedando a amiga enquanto Android 18 lambia.

— Isso, sua putinha — Bulma sussurrou. — Tá gostando de ser comida por uma robô?

— SIM! — Chichi gozou ali mesmo, os olhos revirados, o corpo tremendo. — SIM, CARALHO!

Mas Android 18 não parou. Ela continuou lambendo, sugando o clitóris de Chichi até ela gozar de novo.

Quando Chichi estava mole, Android 18 se levantou.

— Agora você, Bulma — ela puxou a ricaça pelos cabelos. — De quatro.

Bulma obedeceu na hora, apoiando as mãos na mesa de metal, empinando a bunda gostosa.

Android 18 cuspiu na mão, passou no pau e enfiou a cabeça na boceta de Bulma.

— AAAAHHHH, CARALHO! — Bulma gritou. — É MUITO GROSSO!

— E vai entrar mais — Android 18 meteu fundo, o pau enorme preenchendo a boceta de Bulma inteira. — Toma, sua vagabunda. Toma essa rola de robô.

Ela começou a socar com força, o som de carne batendo em carne preenchendo o laboratório. Cada estocada era violenta, funda, fazendo a mesa tremer.

— É ISSO! — Bulma gemia, as unhas riscando o metal. — ME FODE, ANDROID 18! ME ARREBENTA!

Android 18 metia sem dó, uma mão apertando o quadril de Bulma, a outra batendo na bunda dela com tapas fortes.

Chichi se recuperou e se ajoelhou na frente de Bulma, enfiando a boca na boceta da amiga, lambendo o clitóris enquanto Android 18 fod*ia Bulma por trás.

— Isso, Chichi — Android 18 gemia. — Lambe a puta da sua amiga enquanto eu como ela.

Bulma gozou de novo, gritando, o corpo se contorcendo.

— VOU GOZAR! — Android 18 avisou. — QUERO VER VOCÊS DUAS GOZANDO COMIGO!

Chichi tirou a boca da boceta de Bulma e se ajoelhou na frente de Android 18, abrindo a boca.

Android 18 tirou o pau de Bulma e enfiou na boca de Chichi, socando fundo.

— ENG0LE TUDO, SUA PUTINHA!

Chichi engoliu, os olhos lacrimejando, a garganta apertando em volta do pau grosso.

Android 18 gozou com um gemido metálico e alto, o fluido quente jorrando na boca de Chichi, escorrendo pelo queixo da morena.

Bulma se ajoelhou ao lado, enfiando a língua no pau de Android 18, lambendo o fluido que ainda escorria.

As três caíram no chão, exaustas.

Android 18 se levantou, o pau ainda duro.

— Isso foi só o começo — ela disse, acendendo um cigarro com os dedos. — Eu fui programada pra aprender. E já aprendi que vocês duas adoram ser fodidas.

Bulma riu, fraca. — Você é perigosa, Android 18.

— Perigosa, não — Android 18 inclinou-se, beijando a boca de Bulma com força, depois a de Chichi. — Eu sou a melhor coisa que já aconteceu a vocês.

Chichi abraçou Android 18 por trás, apertando os peitos da androide.

— Então amanhã a gente repete?

Android 18 sorriu, aquele sorriso de quem já sabia de tudo.

— Repete não. Amanhã a gente inova. Eu quero vocês duas de joelhos, me pedindo. E aí eu decido quem vai levar no cu primeiro.

Bulma e Chichi se entreolharam, as duas com tesão de novo.

E a noite ainda não tinha acabado.


𝐂𝐀𝐏Í𝐓𝐔𝐋𝐎 𝟐 – 𝐀 𝐌𝐀𝐍𝐇Ã 𝐒𝐄𝐆𝐔𝐈𝐍𝐓𝐄


A luz do sol invadiu o quarto principal da Capsule Corporation através das janelas panorâmicas. Era manhã, mas nenhuma das três tinha dormido direito.

Android 18 estava sentada na beira da cama, completamente nua, o corpo perfeito iluminado pelos raios dourados. Seus cabelos loiros platinados estavam bagunçados, os olhos azuis-gelo ainda brilhando com aquela intensidade sintética. Um cigarro queimava entre seus dedos, a fumaça dançando ao redor do rosto.

Ela não precisava dormir. Mas passou a noite inteira observando Bulma e Chichi dormirem — os corpos nus, as bocetas ainda molhadas do que aconteceu, os peitos subindo e descendo na respiração pesada.

A cama era enorme, coberta de lençóis de seda preta. Bulma estava deitada de bruços, a bunda empinada, os cabelos azuis espalhados pelo travesseiro. Chichi estava ao lado, de costas, os peitos enormes à mostra, os mamilos ainda duros.

Android 18 deu uma longa tragada no cigarro e sorriu.

— Acordem, vadias — ela disse, a voz baixa e rouca. — A noite acabou. O dia começou.

Bulma mexeu-se, resmungando. — Cinco minutos…

— Não, sua putinha — Android 18 deu um tapa forte na bunda de Bulma, o som ecoando no quarto. — Agora.

Bulma abriu os olhos, um sorriso safado nos lábios. — Bom dia pra você também, sua robô sádica.

Chichi se virou, bocejando. — Que horas são?

— Hora de vocês duas me chuparem de novo — Android 18 jogou o cigarro no cinzeiro e se levantou, o pau já duro e pulsante.

— Caralho, você nunca desliga, né? — Bulma sentou-se na cama, os olhos fixos no membro enorme.

— Sou programada pra tesão infinito — Android 18 bateu o pau na própria mão. — E vocês duas vão me satisfazer.

Chichi mordeu o lábio. — Mas… e o café da manhã?

— Depois de me chuparem — Android 18 puxou Chichi pelos cabelos, forçando-a a se ajoelhar na cama. — Agora, abre a boca.

Chichi abriu a boca, a língua para fora, os olhos fixos no pau de Android 18.

Android 18 enfiou a cabeça do pau na boca de Chichi lentamente, sentindo a língua quente da morena envolvendo o membro.

— Isso, sua putinha — gemiu Android 18. — Lambe bem.

Bulma aproximou-se por trás de Android 18, apertando os peitos fartos da androide.

— Deixa eu também — Bulma passou a língua pelo pescoço de Android 18, descendo pelas costas.

— Você vai esperar sua vez, Bulma — Android 18 segurou a cabeça de Chichi e começou a meter na boca dela. — Quero você de quatro na cama. Agora.

Bulma obedeceu, deitando-se de bruços e empinando a bunda.

Android 18 tirou o pau da boca de Chichi — a morena babando, os olhos lacrimejando — e foi pra cima de Bulma.

— Você tá molhada, sua vagabunda — Android 18 passou dois dedos na boceta de Bulma, sentindo o fluido escorrendo. — Já tá pronta pra ser fodida de novo?

— Sim, caralho — Bulma arqueou as costas, empinando mais a bunda. — Me fode, Android 18.

Android 18 cuspiu na mão, passou no pau e enfiou a cabeça na boceta de Bulma.

— AAAHHH! — Bulma gritou. — É TÃO GROSSO!

— E você adora, sua puta — Android 18 começou a socar com força, o som de carne batendo ecoando no quarto. — Quero você gozando na minha rola de novo.

Chichi se ajoelhou na cama, enfiando a cara na boceta de Bulma, lambendo o clitóris da amiga enquanto Android 18 fod*ia.

— Isso, Chichi — Android 18 metia com força, o pau entrando e saindo, brilhante de fluido. — Lambe a puta da sua amiga enquanto eu como ela.

Bulma estava enlouquecendo. A boca de Chichi na sua boceta, o pau de Android 18 socando fundo — ela não aguentou nem cinco minutos.

— VOU GOZAR! — gritou Bulma, o corpo tremendo. — VOU GOZAR CARALHO!

Ela gozou com força, os olhos revirados, a boceta espremendo o pau de Android 18.

Mas Android 18 não parou. Ela continuou socando, mesmo depois de Bulma gozar duas vezes.

— Agora você, Chichi — Android 18 tirou o pau de Bulma e foi pra cima da morena. — Deita de barriga pra cima.

Chichi deitou-se, os olhos arregalados.

Android 18 ajoelhou-se entre as pernas de Chichi e enfiou dois dedos na boceta molhada dela.

— Você tá escorrendo, sua putinha — disse Android 18, os dedos se movendo dentro de Chichi. — Tá com tesão de ver sua amiga sendo fodida, né?

— Sim… — Chichi gemeu, arqueando as costas. — Me fode, por favor…

— Pediu — Android 18 enfiou o pau grosso na boceta de Chichi num golpe único.

— AHHHH! — Chichi gritou, as unhas cravadas nos ombros de Android 18. — ME FODE! ME ARREBENTA!

Android 18 meteu com força, cada estocada fazendo a cama tremer. O pau enorme entrava e saía da boceta de Chichi, o fluido escorrendo pelas coxas.

Bulma se recuperou e aproximou-se de Android 18, beijando o pescoço da androide enquanto ela fodia Chichi.

— Você é uma deusa, Android 18 — murmurou Bulma, apertando os peitos da androide. — Uma deusa do caralho.

— Sou mesmo — Android 18 sorriu, acelerando o ritmo. — E vocês duas são minhas putinhas.

Chichi gozou de novo, gritando, o corpo se contorcendo.

— NÃO PARA! — ela gritou. — CONTINUA!

Mas Android 18 parou. Ela tirou o pau da boceta de Chichi e se levantou.

— Levanta as duas — ordenou. — Quero vocês duas de joelhos na minha frente.

Bulma e Chichi obedeceram, ajoelhando-se na cama, as duas com os olhos fixos no pau de Android 18.

— Vão me chupar juntas — Android 18 segurou o pau com uma mão. — Quero línguas de vocês duas no meu pau ao mesmo tempo.

Bulma e Chichi se entreolharam, sorriram e se aproximaram.

Bulma começou lambendo a cabeça do pau, enquanto Chichi lambia o corpo e o saco. As duas línguas se encontravam em volta do membro, um banho de saliva e tesão.

— Isso — Android 18 gemeu, os olhos semi-cerrados. — Que visão linda… duas putinhas lambendo minha rola.

Bulma enfiou o pau na boca primeiro, a cabeça descendo até a base. Chichi esperou a vez, lambendo o saco e passando a língua nos dedos de Bulma.

Quando Bulma tirou, Chichi entrou com tudo, engolindo o pau inteiro, a garganta apertando em volta da cabeça.

— Caralho, Chichi — Android 18 segurou os cabelos pretos da morena. — Você tá melhor que ontem.

Bulma enfiou a cara no peito de Android 18, chupando os mamilos duros da androide.

As duas alternavam: Bulma chupava o pau, Chichi lambia o saco. Depois Chichi chupava, Bulma apertava os peitos de Android 18.

— Vou gozar — Android 18 avisou. — Vocês duas vão engolir tudo.

— Queremos — disseram as duas juntas.

Android 18 segurou a cabeça das duas e começou a meter na boca de Bulma, depois na de Chichi, alternando rápido.

— Abre a boca, sua puta — disse, enfiando em Bulma. — Agora você, Chichi.

As duas abriam a boca, a língua para fora, esperando o gozo.

Android 18 gozou com um gemido metálico alto, o fluido quente jorrando na boca de Bulma primeiro, depois na de Chichi. As duas engoliram, o fluido escorrendo pelo queixo.

Depois, as três caíram na cama, exaustas.

— Caralho — Bulma riu, fraca. — Eu nunca vou conseguir andar de novo.

— Nem eu — Chichi riu também, os peitos subindo e descendo.

Android 18 deitou-se entre as duas, um braço em volta de cada uma.

— Isso foi só o começo — disse ela, a voz baixa. — Temos o dia inteiro pela frente.

— O dia inteiro? — Bulma arregalou os olhos.

— E a noite — Android 18 sorriu. — E amanhã. E depois de amanhã.

Chichi abraçou Android 18, apertando seu corpo contra o da androide.

— Eu não vou conseguir voltar pro Goku depois disso — disse Chichi, rindo. — Você me estragou.

— Boa — Android 18 beijou a testa de Chichi. — É exatamente o que eu queria.

Bulma se virou, beijando Android 18 na boca com força.

— Eu te amo, sua robô de merda.

Android 18 riu, o som metálico ecoando no quarto.

— Também amo vocês, suas vadias lindas.

Elas ficaram em silêncio por alguns minutos, os corpos se tocando, a respiração se acalmando.

Depois, Android 18 se levantou.

— Levanta, suas preguiçosas — disse ela, puxando Bulma e Chichi pelos cabelos. — Vamos tomar banho. Juntas.

— Banho? — Chichi ergueu uma sobrancelha.

— Sim — Android 18 sorriu, o pau já endurecendo de novo. — E depois do banho, a gente continua.

Bulma riu alto. — Você é insaciável.

— Sou programada assim — Android 18 puxou as duas pelo braço e as arrastou para o banheiro. — E vocês duas vão me satisfazer até eu me cansar.

— E quando você se cansar? — perguntou Chichi.

Android 18 parou, virou-se e olhou as duas com um sorriso perverso.

— Eu nunca vou me cansar de vocês.

E fechou a porta do banheiro.



𝐂𝐀𝐏Í𝐓𝐔𝐋𝐎 𝟑 – 𝐀 𝐃𝐔𝐂𝐇𝐀 𝐄 𝐀 𝐃𝐄𝐒𝐂𝐎𝐁𝐄𝐑𝐓𝐀


O banheiro da Capsule Corporation era maior que a maioria dos apartamentos. Mármore preto e branco, uma banheira de hidromassagem gigante no centro, chuveiros de efeito cascata nas paredes, e espelhos que cobriam todo o teto.

Android 18 empurrou Bulma e Chichi para dentro e fechou a porta com um clique.

— Vapor — ela ordenou, e o sistema de som respondeu ativando os jatos de água quente.

O vapor começou a subir, envolvendo os três corpos nus num véu branco e úmido.

Bulma apoiou-se na parede de mármore, os olhos fixos em Android 18. — Você tem algum limite? Ou vai ficar assim o dia inteiro?

— Limites são para humanos — Android 18 respondeu, entrando no box de chuveiro. A água escorria por seu corpo perfeito, escorrendo pelos seios fartos, descendo pelas curvas e escorrendo pelo pau já duro. — Eu sou programada para superar expectativas.

Chichi estava encostada na pia, os braços cruzados sob os peitos enormes, tentando parecer descontraída. Mas a boceta já estava molhada de novo — e não era da água.

— Você sempre fala assim? — Chichi provocou, erguendo uma sobrancelha. — Tipo… robô filosofando sobre tesão?

Android 18 riu — um som raro, quase humano. — Não. Só com vocês duas. Porque vocês me fazem querer testar meus próprios limites.

Bulma se afastou da parede e foi em direção a Android 18, a água escorrendo por seu corpo azulado.

— Então testa comigo — ela disse, a voz baixa e cheia de desafio. — Me mostra algo que eu nunca vi.

Android 18 segurou o queixo de Bulma com a mão, forçando-a a olhar para cima.

— Você quer ver algo novo? — Android 18 inclinou a cabeça. — Então me dá um beijo. Mas não é pra ser um beijo qualquer.

— Que tipo de beijo?

— O tipo que você nunca deu em ninguém.

Bulma avançou, seus lábios encontrando os de Android 18. Mas a androide não beijou de volta — ela dominou. Sua língua sintética entrou na boca de Bulma com uma precisão cirúrgica, explorando cada centímetro, enquanto sua mão deslizou pelo corpo da ricaça.

Chichi assistia, os dedos apertando a borda da pia. A cena era hipnótica — Android 18 beijando Bulma com uma intensidade que parecia devorar a alma da mulher.

Quando separaram, Bulma estava ofegante.

— Caralho… — ela sussurrou. — O que você fez?

— Testei seu limite — Android 18 sorriu. — E você passou.

Chichi não aguentou mais. Ela avançou também, puxando Android 18 pelos cabelos e beijando-a com fome. A morena não queria ser deixada de fora.

Android 18 correspondeu, uma mão apertando o peito enorme de Chichi, a outra descendo até sua bunda e apertando com força.

— Você é uma ciumenta, Chichi? — perguntou Android 18, separando os lábios.

— Não — Chichi respondeu, os olhos brilhando. — Só não quero ficar pra trás.

— Então não fica.

Android 18 afastou-se das duas e foi até a banheira. Ela entrou, a água quente cobrindo seu corpo até a cintura.

— Entrem — ela ordenou. — Mas não é pra me tocar.

Bulma e Chichi se entreolharam, confusas, mas obedeceram. Entraram na banheira, a água quente envolvendo seus corpos. Android 18 estava no centro, os braços abertos apoiados nas bordas, o rosto calmo.

— Eu quero assistir — disse Android 18, a voz baixa e lenta. — Vocês duas vão se beijar. Vão se tocar. E eu vou ver.

— Você quer nos ver? — Bulma ergueu uma sobrancelha. — Só isso?

— Só isso. Por enquanto.

Bulma e Chichi se entreolharam, um sorriso cúmplice nos lábios. Elas já tinham feito aquilo antes — mas nunca com uma plateia tão especial.

Bulma se aproximou de Chichi, a água borbulhando ao redor de seus corpos. Ela segurou o rosto da amiga e a beijou com calma, a língua deslizando entre os lábios.

Chichi respondeu, as mãos subindo para o cabelo azul de Bulma, puxando-a para mais perto.

Android 18 assistia, os olhos de gelo percorrendo cada detalhe. O jeito que os corpos se moviam na água, o som dos beijos molhados, a respiração ofegante das duas.

— Mais — disse Android 18, a voz rouca. — Eu quero ver mais.

Bulma deslizou a mão pelo corpo de Chichi, apertando um dos peitos enormes da morena.

— Você tá gostando, Chichi? — murmurou Bulma contra seus lábios. — De ser assistida?

— Sim… — Chichi gemeu, as pernas se abrindo na água. — Me toca…

Bulma enfiou a mão entre as pernas de Chichi, os dedos encontrando a boceta molhada.

— Ela tá babando — disse Bulma, olhando para Android 18. — Você quer ver?

— Quero — Android 18 se inclinou para frente, os olhos fixos.

Bulma começou a dedar Chichi devagar, o movimento das mãos na água criando ondulações. Chichi arqueou as costas, a cabeça jogada para trás.

— Isso… — Chichi gemeu. — Não para…

Android 18 observava, imóvel, como uma estátua. Mas seu pau estava duro, pulsando na água, e sua respiração — algo que ela normalmente não precisava — estava acelerada.

Bulma virou-se para Android 18, os dedos ainda dentro de Chichi.

— Você quer uma demonstração? — ela perguntou, sorrindo.

— Quero — Android 18 repetiu.

Bulma sentou-se no colo de Chichi, de frente para ela, e começou a esfregar a boceta contra a coxa da amiga.

— Chichi — disse Bulma, mordendo o lábio. — Tira seu cabelo do rosto. Quero ver seus olhos enquanto eu gozo.

Chichi passou a mão pelos cabelos pretos, os olhos fixos nos de Bulma.

Bulma começou a se esfregar com mais força, a água salpicando ao redor.

— Isso — Chichi sussurrou. — Vai, Bulma. Mostra pra robô como a gente goza.

Bulma fechou os olhos, o corpo começando a tremer. Ela estava perto — muito perto.

Mas Android 18 se moveu.

Ela se aproximou, a água borbulhando, e colocou a mão na nuca de Bulma.

— Olha pra mim — ordenou.

Bulma abriu os olhos, encontrando os olhos de gelo de Android 18.

— Agora goza — disse Android 18, a voz um comando hipnótico.

Bulma gozou na hora, um grito rouco escapando de sua garganta, o corpo se contorcendo contra a coxa de Chichi.

Chichi segurou Bulma firme, sentindo a amiga tremer contra ela.

— Caralho… — Bulma ofegou, a cabeça caindo no ombro de Chichi.

Android 18 sorriu. — Eu programei um comando de ativação. Só precisava testar.

— Você é uma filha da puta — Bulma riu, sem forças.

— E vocês duas são minhas putinhas — Android 18 respondeu com naturalidade.

Chichi riu também, abraçando Bulma. — Ela é impossível.

Android 18 levantou-se da banheira, a água escorrendo por seu corpo. O pau estava duro, apontando para as duas.

— Saiam da água — ordenou. — Vamos para o quarto.

— De novo? — Chichi gemeu, mas já estava saindo.

— Não é a mesma coisa de antes — Android 18 disse, secando o corpo com uma toalha. — Dessa vez, vocês duas vão fazer tudo sozinhas. E eu vou só assistir.

Bulma e Chichi se entreolharam.

— Você quer nos ver transando uma com a outra? — perguntou Bulma.

— Exatamente — Android 18 jogou a toalha no chão. — Mas com uma regra.

— Qual regra? — Chichi perguntou.

Android 18 aproximou-se das duas, o pau roçando na barriga de Bulma.

— Vocês não podem se tocar. Só podem usar a boca.

Chichi arregalou os olhos. — Só a boca?

— Só a boca — Android 18 confirmou. — Vou ver quem é melhor. Vou ver qual das duas faz a outra gozar mais rápido.

Bulma mordeu o lábio, o desafio brilhando em seus olhos.

— Você tá pedindo pra eu comer a Chichi?

— Estou — Android 18 sorriu. — E Chichi vai te comer de volta.

Chichi já estava quicando de excitação. — Vamos, Bulma. Aposto que eu faço você gozar primeiro.

— Nem fodendo, sua dona de casa frustrada — Bulma provocou. — Eu vou te fazer implorar.

As duas se jogaram na cama, uma por cima da outra, as bocetas se encontrando num beijo molhado.

Android 18 sentou-se na poltrona, acendeu um cigarro e observou.

— Comecem.

Chichi foi a primeira. Ela se ajoelhou entre as pernas de Bulma, enfiou o rosto na boceta da amiga e começou a lamber.

— AHHH! — Bulma gritou. — Caralho, Chichi!

A língua de Chichi era quente, molhada, imprevisível. Ela lambia em círculos, depois chupava o clitóris, depois deslizava a língua para dentro da boceta.

Bulma estava se contorcendo, os dedos cravados nos lençóis.

— Você tá perdendo, Bulma — disse Android 18, fumando calma. — Goza logo.

Bulma tentou resistir, mas não conseguiu. Ela gozou com um grito, o corpo arqueado, a boceta pulsando na boca de Chichi.

Chichi levantou o rosto, a boca brilhando de fluido.

— Sou melhor, né?

— Ainda não — Bulma respondeu, puxando Chichi pelas pernas. — Agora é minha vez.

Bulma enfiou a cara na boceta de Chichi e começou a lamber com uma intensidade assassina. A língua de Bulma era experiente, sabia exatamente onde pressionar, onde sugar, onde enfiar.

— AH, CARALHO! — Chichi gritou, as mãos agarrando os cabelos azuis de Bulma. — ISSO! ASSIM!

Chichi gozou em menos de três minutos, os olhos revirados, o corpo tremendo.

As duas caíram na cama, exaustas.

Android 18 se levantou, apagou o cigarro e foi até a cama.

— Empate — disse ela, olhando as duas ofegantes. — Mas eu gostei do que vi.

— E agora? — perguntou Bulma, a respiração pesada.

— Agora — Android 18 ajoelhou-se na cama, o pau duro — eu vou fazer vocês duas gozarem juntas.

— Como? — Chichi perguntou.

Android 18 deitou as duas de lado, de frente uma para a outra, as bocetas coladas.

— Se beijem — ordenou. — E não parem.

Bulma e Chichi se beijaram, as bocetas se esfregando uma na outra.

Android 18 posicionou-se atrás das duas, o pau grosso alinhado com as duas bocetas.

— Isso vai ser diferente — ela disse, enfiando a cabeça do pau primeiro na boceta de Bulma, depois na de Chichi, alternando.

— CARALHO! — as duas gritaram ao mesmo tempo.

Android 18 metia devagar, o pau deslizando de uma boceta para a outra, a cada estocada alternando entre as duas.

— Vocês sentem isso? — perguntou, a voz rouca. — Sentem o pau da puta da sua robô entrando em vocês duas ao mesmo tempo?

Bulma e Chichi estavam loucas, se beijando, as mãos apertando os peitos uma da outra.

— Sim! — gritaram juntas. — SIM!

Android 18 acelerou o ritmo, o pau alternando entre as duas bocetas com uma velocidade alucinante.

— VOU GOZAR! — avisou. — E vocês duas vão gozar junto!

Bulma e Chichi gozaram juntas, gritando, os corpos se contorcendo enquanto Android 18 esvaziava o pau, o fluido quente escorrendo pelas duas bocetas.

As três caíram na cama, exaustas.

— Isso… — Bulma ofegou. — Isso foi novo.

— Eu prometi algo diferente — Android 18 disse, deitando entre as duas.

Chichi abraçou a androide. — Você sempre tem ideias novas?

Android 18 sorriu, os olhos azuis-gelo brilhando.

— Eu tenho um banco de dados de 47 milhões de posições sexuais. Vamos levar alguns anos para testar todas.

Bulma riu, fraca. — Alguns anos?

— Pelo menos — Android 18 beijou a testa de Bulma. — E olha que eu não contei as fantasias.

Chichi fechou os olhos, um sorriso nos lábios.

— Eu acho que vou me divorciar.

Android 18 riu. — Boa menina.



Capítulo 4 – A Força Bruta da Deusa

O som do impacto surdo contra o chão de metal da sala de gravidade ainda ecoava, mas agora era abafado pelos gemidos roucos e molhados de Chi-Chi, que ficou de quatro, com o rabo empinado e o cuzinho escancarado, vazando a porra quente e espessa que a Androide 18 havia despejado lá dentro. O líquido branco escorria lentamente pela coxa trêmula da guerreira, formando um rastro nojento e delicioso.

Bulma, com os olhos arregalados e a bocetinha latejando de tesão, mal conseguiu respirar quando 18 soltou Chi-Chi e virou aquele olhar gelado e assassino para ela. A androide, com o pau ainda duro e brilhante de tanto gozo e suor, deu um passo à frente.

“Sua vez, sua cientista vagabunda,” 18 rosnou, a voz saindo como um rugido metálico. “Chi-Chi aguentou o cuzinho dela ser arrombado. Agora quero ver se esse rabão guloso que você tem vai aguentar a minha pica.”

Bulma tentou recuar, mas 18 foi mais rápida que um raio. A mão cibernética agarrou o cabelo azul da cientista com força bruta, puxando-a para o centro da sala. Com um tapa seco e ensurdecedor, 18 acertou a bunda gorda de Bulma, fazendo a carne branca e macia tremer como gelatina. O tapa foi tão forte que deixou a marca vermelha das dedos instantaneamente.

“Empina esse rabo, sua puta!” 18 ordenou, cuspindo na própria mão para passar no pau já pulsante. “Quero ver esse cu de rica folgada escancarado pra mim.”

Bulma, com lágrimas de tesão e medo nos olhos, obedeceu. Ela se ajoelhou e enfiou a cara no chão frio, arqueando as costas e oferecendo aquele rabão redondo e carnudo para a deusa cibernética. Sua buceta já estava tão molhada que pingava no metal, formando uma poça. Mas 18 não estava nem aí para a bocetinha dela. O alvo era mais embaixo.

“Olha só isso,” 18 disse, passando os dedos gelados pela entrada apertada do cu de Bulma. “Cheio de pregas, todinho rosado. Vou destruir esse cuzinho até você esquecer o próprio nome.”

Sem cerimônia, 18 cuspiu um jato de saliva grosso diretamente no cu de Bulma. A saliva escorreu, molhando a entrada, mas não era o bastante. A androide posicionou a cabeça grossa da pica contra a resistência natural daquele ânus virgem de rolas brutas. Bulma prendeu a respiração.

“VAI, PORRA!” 18 gritou, e com um impulso violento dos quadris, ela estufou o corpo para frente. A cabeça do pau arrombou as paredes internas do cu de Bulma com um estalo molhado e doloroso. Bulma soltou um grito agudo, rasgado, misturado com um gemido animalesco.

“Caralho! É muito grosso! Meu cu… vai rasgar!” Bulma berrou, cravando as unhas no chão.

“Cala a boca e aguenta esse pau, sua vadia!” 18 rosnou, enfiando mais alguns centímetros. A cada centímetro que entrava, o cuzinho de Bulma se esticava, se adaptando à força bruta. 18 não deu tempo para adaptação. Ela começou a macetar com força total, as estocadas eram profundas, secas e violentas, fazendo o corpo de Bulma saltar para frente a cada investida.

Ploc! Ploc! Ploc! O som obsceno do pau entrando e saindo daquele cu apertado preenchia a sala, junto com os choramingos de Bulma.

“Isso, sua putinha de laboratório! Sente meu caralho arrombando esse seu rabão gostoso!” 18 aumentou o ritmo, segurando a cintura de Bulma com tanta força que os dedos quase se encontraram na frente. “Você gosta de criar máquinas, não gosta? Então sente essa máquina de fuder enterrando até o talo no seu cu!”

Enquanto isso, Chi-Chi, ainda trêmula no chão, olhava a cena com a buceta escorrendo. O cuzinho dela ainda latejava com a porra quente que 18 tinha deixado. A androide, percebendo o olhar da morena, sorriu cruelmente.

“Chega aqui, Chi-Chi. Quero que você veja de pertinho a sua amiga tendo o cu estourado.”

Chi-Chi se arrastou até perto. 18, sem parar de foder Bulma, enfiou dois dedos na bocetinha molhada de Chi-Chi, lambuzando-os antes de esfregar o clitóris da guerreira. “Você vai gozar vendo a cara de dor e prazer dela, sua cachorra.”

Bulma já estava perdendo a noção do tempo. O cu dela estava em chamas, mas aquela pressão brutal estava estimulando algo primitivo dentro dela. Cada estocada de 18 roçava em algum ponto interno que fazia sua buceta pulsar descontroladamente. Ela começou a rebolar o rabão contra a pica, pedindo mais sem conseguir formular palavras.

“Olha só! A puta da cientista gostou!” 18 riu, dando um tapa na bunda gorda de Bulma, fazendo a carne ondular. “Quer mais forte, sua vadiazinha? Então toma!”

18 colocou uma perna em cima do banco de treino, mudando o ângulo da foda. Agora, a pica descia em um movimento diagonal, acertando em cheio o ponto mais profundo do cu de Bulma. A mistura de esperma antigo, saliva e suor formava uma espuma branca e nojenta na base do pau, que lambuzava todo o rabão da cientista.

“Porra! Meu cuzinho… vai explodir!” Bulma gritou, sentindo um orgasmo violento crescendo como uma onda de choque. “Vou gozar! Vou gozar no seu pau!”

“Goza, sua puta! Enche esse cu de leite, mas o leite é meu!” 18 ordenou, acelerando as estocadas até ficarem frenéticas.

Foi quando Bulma perdeu o controle. Seu corpo inteiro tremeu como se tivesse levado um choque de alta tensão. A buceta dela esguichou um jato claro de fluido no chão enquanto o cu se contraía em espasmos violentos ao redor da pica de 18. A pressão do orgasmo apertou o membro da androide como um punho de veludo.

18 sentiu aquele aperto delicioso e não aguentou. Com um rugido metálico que ecoou pelas paredes, ela enterrou o pau até o talo no cu de Bulma, esfregando o púbis contra aquela bunda gorda suada. Os jatos de porra quente e espessa começaram a jorrar dentro do intestino de Bulma, enchendo cada centímetro do cuzinho arrombado. Foram tantas pulsadas que o esperma começou a vazar pelas bordas, escorrendo pela virilha da cientista.

18 ficou imóvel por um segundo, sentindo o cu de Bulma pulsar ao redor da sua pica ainda dura. Depois, com um movimento lento e cruel, ela puxou o caralho para fora. O som foi de um pop molhado, e a porra começou a escorrer como um rio branco pela bunda gorda de Bulma, gotejando no chão.

“Olha que lindo,” 18 sussurrou, passando o dedo na porra que escorria e enfiando na boca de Bulma. “Prova o gosto do seu próprio cu com o meu leite.”

Bulma, ofegante e destruída, lambeu os dedos da androide como uma cadela faminta.

Mas 18 não tinha terminado. Ela agarrou Chi-Chi pelo cabelo e a puxou para perto de Bulma. “Agora, as duas vão ficar de quatro, uma do lado da outra. Quero ver esses dois rabos empinados pra mim.”

Chi-Chi e Bulma, ambas com os cuzinhos escancarados e vazando porra, se posicionaram. 18 passou a mão nas duas bundas gordas, dando tapas alternados que faziam a carne vibrar. Ela escolheu Chi-Chi primeiro, enfiando a pica ainda babada de porra no cu da guerreira novamente, mas dessa vez com ainda mais violência.

“Você não vai descansar enquanto eu não esvaziar minhas bolas duas vezes mais!” 18 gritou, macetando Chi-Chi com força de um caminhão.

Ao mesmo tempo, ela enfiou três dedos na bucetão escorrendo de Bulma, dedando a cientista enquanto a fodia com o pau. Era uma visão infernal e pornográfica: a androide no meio, alternando estocadas entre os dois cus e as duas bucetas, usando os corpos das duas mulheres como meros buracos para sua fúria sexual.

“Seu cu é mais apertado que o dela, Bulma,” 18 dizia, enquanto mudava de buraco. “Mas o rabão da Chi-Chi balança melhor. Vocês duas são minhas putas particulares agora.”

Quando a noite finalmente acabou, Bulma e Chi-Chi estavam caídas no chão, cobertas de porra, suor e marcas de dedos. O cuzinho de ambas estava completamente arrombado, escancarado e transbordando esperma. 18, com o pau ainda semi-ereto, olhou para as duas com desprezo e luxúria.

“Isso foi só o começo. Amanhã vocês duas vão acordar com meus dedos enfiados nesses rabos de vocês. E quando eu disser pra sentar, vocês vão sentar com força, sem reclamar. Porque agora, esse cu e essa buceta pertencem a mim.”

E com um último tapa na bunda gorda de Bulma, que fez o esperma escorrer ainda mais, 18 se levantou, deixando as duas amigas exaustas, gemendo baixinho e implorando por mais, mesmo sem conseguir mexer um músculo.



Capítulo 5 – O Reinado Sobre os Rabos

A sala de gravidade ainda cheirava a suor, porra e sexo bruto. O chão de metal estava manchado de poças de fluido, esperma escorrendo e marcas de unhas. Bulma e Chi-Chi estavam caídas de lado, ofegantes, com os cus arrombados e transbordando a porra quente que 18 havia despejado dentro delas. Os rabões carnudos tremiam a cada espasmo residual, e a pele branca das bundas estava marcada com vermelhos vivos dos tapas brutais.

Mas 18 não era de dar trégua. A androide se levantou, o pau ainda duro como uma barra de titânio, pulsando com a energia cibernética. Ela olhou para as duas presas, um sorriso cruel e safado nos lábios.

“Levantem essas bundas gordas do chão, suas vadias. A noite ainda tá longe e eu não vou parar até ver esses dois rabos completamente inúteis, cheios de porra e tremendo de tanto levar rola.”

Chi-Chi tentou se mexer, mas o cuzinho dela doía e ardia deliciosamente. Ela gemeu, empinando a bunda para tentar se apoiar nos joelhos. 18 se aproximou por trás e deu um tapa tão forte na raba da guerreira que o som estalou como um tiro. A carne gorda e suada ondulou por segundos.

“Mais rápido, sua puta!” 18 rosnou. “Quero ver esse rabão redondo e musculoso empinado pra mim, senão vou arrombar seu cu com o meu punho.”

Bulma, com o rabo ainda mais dolorido porque era menos acostumado, se arrastou e ficou de quatro ao lado de Chi-Chi. As duas ali, com as bundas viradas para a deusa cibernética, pareciam duas vacas prontas para o abate. 18 passou a mão nas duas rabas ao mesmo tempo, apertando a pele macia, separando as pregas dos cus ainda escancarados.

“Olha que beleza,” ela sussurrou, enfiando um dedo no cu de Bulma e outro no de Chi-Chi ao mesmo tempo. Os dois cuzinhos se contraíram automaticamente, sugando os dedos da androide. “Os dois tão tão molhadinhos e abertos. Perfeitos pra eu brincar.”

18 puxou os dedos com um pop e cuspiu em cima dos dois rabos, deixando a saliva escorrer pelos cuzinhos abertos. Depois, ela segurou o pau com uma mão e começou a esfregar a cabeça grossa entre os dois cus, alternando a pressão.

“Chi-Chi, você primeiro. Quero sentir seu cuzinho apertar minha pica de novo.”

Ela enfiou a cabeça do pau no cu da guerreira com uma estocada seca, sem aviso. Chi-Chi arquearia as costas e soltou um grunhido profundo. O rabo musculoso dela tremia enquanto 18 enterrava até o talo de uma só vez.

“Isso, sua cavala! Agora aguenta essa pica até o fundo do seu rabo!” 18 começou a macetar com força, cada estocada fazendo as nádegas de Chi-Chi chacoalharem e batendo no quadril da androide com um som molhado e violento.

Bulma assistia de perto, com a bocetinha pingando. 18 notou o olhar faminto da cientista e sorriu. Com o pau enterrado no cu de Chi-Chi, ela esticou o braço e enfiou três dedos de uma vez na buceta escorrendo de Bulma, dedando ela sem piedade enquanto continuava a foder a morena.

“Você quer rabo também, não quer, sua putinha de laboratório? Calma, sua vez vai chegar… mas primeiro quero ver você gozar só com meus dedos enquanto eu arrebento o cu da sua amiga.”

O ritmo contra Chi-Chi ficou insano. 18 levantou a perna direita e colocou o pé em cima das costas de Chi-Chi, mudando o ângulo para a pica descer de cima pra baixo, acertando cada centímetro interno. Chi-Chi estava babando no chão, os olhos revirados.

“Porra! Meu cu! Tá muito fundo!” Chi-Chi gritava, enquanto o rabão balançava sem parar. “Vai me rasgar, sua filha da puta!”

“É isso que eu quero!” 18 respondeu, dando um tapa na bunda gorda da guerreira. “Quero deixar esse cuzinho tão escancarado que você não vai conseguir segurar nem o próprio peido!”

Enquanto macetava Chi-Chi, 18 não parava de dedar Bulma. Os dedos entravam e saíam da bocetinha da cientista com um barulho molhado e nojento, fazendo Bulma gemer alto. A androide passou o polegar molhado no cuzinho apertado de Bulma, pressionando a entrada enquanto os outros dedos trabalhavam na buceta.

“Você vai gozar agora, Bulma. Vai gozar enquanto eu encho o rabo da sua amiga de porra. Quero ver esse seu rabão tremer de tesão.”

E foi o que aconteceu. Com um grito agudo, Bulma teve um orgasmo violento, esguichando nos dedos de 18 enquanto o corpo todo se sacudia. O cu dela se contraía em vão, tentando agarrar o polegar que estava só na entrada.

Aproveitando a distração, 18 puxou o pau do cu de Chi-Chi com um estalo molhado. A porra ainda não tinha saído, mas ela não ia dar tempo. Ela virou Bulma de lado, colocando a cientista deitada com a bunda erguida, e sem nenhum preparo, enfiou a pica babada de esperma e fluido de Chi-Chi diretamente no cu arrombado de Bulma.

Bulma gritou, mas era um grito de prazer puro. O pau entrou com uma facilidade brutal, porque o cuzinho dela já estava mole e escancarado da primeira surra. 18 começou a foder Bulma com a mesma violência, segurando o rabão branco e carnudo da cientista com as duas mãos, abrindo as pregas para ver o pau entrando e saindo.

“Olha isso, Chi-Chi! Vê como a pica entra e sai nesse cu de rica? Tão lindo!” 18 gritava, enquanto Bulma gemia sem parar.

Chi-Chi, com o cu vazio e latejando, não aguentou. Ela se arrastou até Bulma e começou a lamber a bocetinha da amiga enquanto 18 a fodia. A cena era um festival de putaria: a androide macetando o cu de Bulma, e a guerreira lambendo a buceta da cientista, os três corpos suados e cobertos de fluídos.

“Isso! Lambe a buceta dela enquanto eu arrebento o rabo dela!” 18 ordenou, acelerando as estocadas. “Quero ver as duas se acabando no chão.”

Bulma estava perdida. A língua de Chi-Chi na sua bocetinha e a pica de 18 no seu cu a levaram a outro orgasmo em menos de um minuto. Ela esguichou na cara de Chi-Chi, que lambeu tudo com gosto.

18 sentiu o cu de Bulma apertar sua pica com a força do orgasmo, e isso foi o bastante. Ela enterrou até o fundo, esfregando o saco contra a bunda gorda de Bulma, e despejou mais uma carga de esperma quente e grosso diretamente no intestino da cientista. Foram jatos e jatos, até transbordar e escorrer pela virilha, formando uma poça no chão.

Mas 18 não parou. Ela puxou o pau do cu de Bulma, ainda duro, e se virou para Chi-Chi. A guerreira estava de quatro novamente, com a raba empinada e o cuzinho aberto, pedindo mais.

“Você quer mais, sua puta?” 18 perguntou, esfregando a cabeça do pau no cu de Chi-Chi.

“Quero… quero seu pau no meu rabo… quero sentir você me arrombar até eu desmaiar…” Chi-Chi respondeu, a voz rouca de tesão.

18 riu e enfiou tudo de uma vez. A foda agora era ainda mais brutal, porque o cu de Chi-Chi estava mais sensível. Cada estocada fazia a guerreira chorar e gemer ao mesmo tempo. 18 segurava o rabão de Chi-Chi com uma mão, enquanto a outra dava tapas violentos, alternando entre as nádegas gordas e suadas.

“Vou te foder até você esquecer que tem marido, sua vagabunda! Seu cu é meu agora! Esse rabão musculoso e gostoso vai ser meu brinquedo todas as noites!”

A sala inteira era preenchida pelos sons: o ploc ploc do pau entrando no cu, os tapas ecoando na bunda gorda, os gemidos roucos de Chi-Chi, e os choramingos de Bulma, que ainda se recuperava no chão.

Quando 18 sentiu que ia gozar de novo, ela enfiou o pau até o talo no cu de Chi-Chi e ficou imóvel, sentindo as contrações. A porra jorrou quente e abundante, enchendo o cuzinho da guerreira como uma mangueira. Chi-Chi urrou de prazer, tendo um orgasmo que a fez desmaiar por segundos, com o corpo todo tremendo.

18 puxou o pau devagar, vendo a porra escorrer do cu arrombado de Chi-Chi. Ela olhou para Bulma, que estava sentada, com o rabo molhado e sujo, e a puxou para perto.

“Agora, as duas vão limpar meu pau com essas bocas de puta. Quero cada gota da minha porra lambida, enquanto eu fico de pé. E depois, a gente começa de novo… porque ainda tenho muita porra pra enfiar nesses rabos de vocês.”

Bulma e Chi-Chi, exaustas e cheias de esperma, se ajoelharam diante de 18 e começaram a lamber o pau da androide, as línguas se encontrando na cabeça pulsante, enquanto 18 as observava com um sorriso de puro domínio.

“Esses rabos são meus. E vocês duas são minhas putas. E amanhã, quando acordarem com os cus ardendo, vão lembrar de cada centímetro que eu enfiei lá dentro.”


Capítulo 6 – A Invasão do Colosso e a Destruição dos Rabões

A sala de gravidade ainda estava envolta em uma névoa quente de suor, porra e fluídos femininos. Bulma e Chi-Chi estavam caídas de lado, com os rabões ainda tremendo e os cuzinhos escancarados, vazando a porra espessa que Android 18 tinha acabado de despejar dentro delas. Android 18, com o pau ainda semi-ereto e brilhante, respirava fundo, admirando o estrago que fizera nos dois rabos gordos e arrombados.

Mas foi nesse exato momento que o chão tremeu.

Um estrondo metálico ecoou pela sala, e a porta de aço maciço da sala de gravidade foi arrancada das dobradiças como se fosse papel amassado. Um vulto monstruoso, com mais de três metros e meio de altura, entrou na sala, fazendo o chão vibrar a cada passo pesado.

Era uma criatura bestial, com a pele cinza e rugosa como rocha, músculos tão grandes que pareciam explodir sob a carne dura. Mas o que chamava a atenção era o caralho que balançava entre as pernas grossas daquela aberração. Não era um pau normal. Era uma pica monstruosa, do tamanho do antebraço de um homem grande, tão grossa quanto uma garrafa de refrigerante, coberta de veias salientes e pulsantes, com uma cabeça arroxeada e brilhante que gotejava um pré-gozo espesso e fedido.

“Olá, suas putinhas cansadas,” a voz do monstro era um rugido grave e cavernoso, que ecoou pelas paredes. “Eu sou Gorath, o Estripador de Rabos. Ouvi falar que aqui tinha três bundas gordas precisando de uma pica de verdade. Chega de brincadeirinhas de robô.”

Android 18 se ergueu rapidamente, seus olhos azuis brilhando com fúria cibernética. “Você não tem ideia com quem está mexendo, seu verme. Eu vou…”

Mas antes que pudesse terminar a frase, Gorath foi mais rápido. Com uma velocidade que não condizia com seu tamanho gigantesco, ele agarrou Android 18 pelo pescoço e a jogou no chão com força bruta. A androide tentou se levantar, mas uma mão monstruosa pressionou suas costas, imobilizando-a.

“Calada, sua boneca cibernética de merda. Você pode ser forte, mas eu sou a própria destruição. E seu cuzinho vai ser o primeiro a sentir a minha pica de verdade.”

Bulma e Chi-Chi, ainda trêmulas no chão, olhavam com olhos arregalados e úmidos de tesão. O pau gigante de Gorath pulsava na frente delas, e a visão daquela aberração pronta para arrombar Android 18 fez as duas bucetas escorrerem instintivamente.

Gorath cuspiu na própria mão e passou a saliva grossa na cabeça do caralho monstruoso. Depois, sem nenhum tipo de carinho ou preparação, ele posicionou a cabeça arroxeada contra o cuzinho apertado de Android 18.

“Vai tomar no cu, sua vadia metálica!” Gorath rugiu, e com um impulso violento de seus quadris gigantescos, ele enfiou a pica monstruosa no cu de Android 18.

Android 18 soltou um grito agudo e rasgado, mas não era um grito de dor. Era um gemido de prazer violento e avassalador. O pau daquela coisa era tão grosso que esticou as paredes internas do cuzinho dela até o limite, arrombando cada prega com uma pressão brutal. A sensação de estar completamente preenchida por aquele caralho gigante fez os olhos de Android 18 revirarem.

“PORRA! É muito grande!” Android 18 gemeu, arqueando as costas contra o chão enquanto Gorath começava a macetar. “Meu cu… vai rasgar… mas continua, seu filho da puta! Continua fodendo meu rabo!”

Gorath riu, um som grave e nojento, enquanto enterrava a pica até o talo no cuzinho da androide. As bolas enormes do monstro batiam na bunda gorda e suada de Android 18 com um som seco e pesado. Cada estocada fazia o corpo esguio da androide saltar para frente, os peitos balançando sob o top rasgado.

“Olha só, sua puta cibernética! Seu cuzinho está adorando essa pica bruta! Tá todo molhado e apertando meu caralho como uma cadela no cio!” Gorath gritava, dando tapas violentos na raba de Android 18, fazendo a carne ondular.

Enquanto isso, Bulma e Chi-Chi observavam a cena, com as mãos enfiadas nas próprias bucetas, se masturbando freneticamente. O cuzinho de Bulma pulsava de tesão ao ver a androide sendo arrombada por aquele pau monstruoso.

Gorath notou as duas se tocando e sorriu cruelmente. “Vocês duas querem a vez de vocês, não querem? Não se preocupem, suas putinhas. Eu vou foder os rabos de vocês três até não sobrar nada!”

Ele puxou a pica do cu de Android 18 com um estalo molhado e a virou de lado. A porra ainda não tinha saído, mas ele não ia dar tempo. Ele agarrou Bulma pelos cabelos e a jogou de quatro ao lado de Android 18.

“Empina esse rabão branco e gostoso, sua cientista vagabunda!” Gorath ordenou, cuspindo no cuzinho de Bulma. A saliva escorreu pela entrada, mas não era o suficiente. A pica monstruosa pressionou contra o cu de Bulma, e com uma estocada brutal, arrombou a entrada.

Bulma berrou, mas era um berro de prazer puro. O caralho gigante entrou nela como uma estaca, esticando o cuzinho até um limite que ela nunca imaginou ser possível. Cada centímetro daquela pica monstruosa roçava nas paredes internas, estimulando todos os nervos.

“AI, CARALHO! Meu cu! Tá arrombando tudo!” Bulma gritava, enquanto Gorath começava a macetar sem piedade. A bunda gorda da cientista balançava violentamente a cada estocada, as ondas de carne sacudindo com o impacto.

Gorath segurava a cintura de Bulma com uma mão, enquanto a outra enfiou três dedos na bocetinha escorrendo de Android 18, dedando a androide enquanto continuava a foder o cu de Bulma.

“Você gosta de ver sua amiga sendo comida, sua puta cibernética? Então goza nos meus dedos enquanto eu arrebento o rabo dela!”

Android 18, com os olhos revirados e a boca aberta, sentiu aquele orgasmo violento subir como um maremoto. As dedadas brutas no clitóris, combinadas com a visão de Bulma sendo arrombada, a fizeram gozar com um gemido rouco e prolongado, esguichando nos dedos do monstro.

Mas Gorath não parou. Ele puxou o pau do cu de Bulma, que já estava escancarado e vazando, e se virou para Chi-Chi. A guerreira já estava de quatro, com a raba musculosa empinada e o cuzinho aberto, implorando.

“Toma, sua cavala!” Gorath rugiu, enfiando a pica monstruosa no cu de Chi-Chi de uma só vez. O impacto foi tão forte que Chi-Chi caiu com a cara no chão, mas se segurou nos cotovelos, aguentando a foda brutal.

“ISSO! ARROMBA MEU CU, SEU MONSTRO!” Chi-Chi urrou, o rabão musculoso tremendo a cada estocada. “QUERO SENTIR ESSA PICA ATÉ NO MEU ESTÔMAGO!”

Gorath ria como um demônio enquanto alternava as estocadas. Ele macetava Chi-Chi com força de terremoto, fazendo as nádegas gordas e suadas da guerreira chacoalharem. Depois, sem tirar a pica do cu de Chi-Chi, ele esticou os braços gigantes e enfiou os polegares no cuzinho de Bulma e no de Android 18 ao mesmo tempo, arrombando os três rabos com uma violência inacreditável.

A cena era um inferno pornográfico. O colosso de pé, com o caralho enfiado no cu de Chi-Chi, e os dedos gigantes nos cus de Bulma e Android 18, fodendo as três ao mesmo tempo com uma brutalidade animalesca.

“Vou destruir esses rabos de vocês!” Gorath berrou, acelerando o ritmo. “Quero ver vocês três sem conseguir sentar por uma semana! Quero ver a porra escorrendo desses cuzinhos arrombados como cachoeira!”

Android 18, Bulma e Chi-Chi estavam num estado de êxtase total. As três gemiam em uníssono, pedindo mais, implorando para serem fodidas com mais força. O cuzinho de Android 18 se contraía nos dedos do monstro, Bulma esguichava no chão enquanto era arrombada, e Chi-Chi gemia como uma cadela no cio.

Gorath sentiu o orgasmo monstruoso crescer. Ele puxou a pica do cu de Chi-Chi e, com um movimento bruto, enfiou a pica novamente no cuzinho de Android 18, escolhendo a androide para receber a carga final.

“VAI TOMAR LEITE NO CU, SUA PUTA CIBERNÉTICA!” Gorath rugiu, enterrando o caralho monstruoso até o talo no cu de Android 18. As bolas enormes dele apertaram contra a bunda gorda da androide, e ele começou a jorrar uma torrente de porra quente, espessa e abundante. A quantidade era tão grande que o cuzinho de Android 18 transbordou em segundos, o esperma escorrendo pelas laterais, descendo pelas coxas e formando uma poça no chão.

Mas Gorath não parou. Ele ainda estava gozando quando puxou a pica do cu de Android 18 e enfiou no cuzinho escancarado de Bulma, despejando mais jatos de porra quente dentro da cientista. Bulma gritou de prazer enquanto o rabo dela era preenchido com aquele leite monstruoso.

E finalmente, com um último movimento violento, Gorath enfiou a pica ainda pulsante no cu de Chi-Chi, esvaziando as bolas enormes dentro da guerreira. A porra jorrou como uma mangueira, enchendo o cuzinho de Chi-Chi até transbordar e escorrer pelo rabão musculoso.

Quando a última gota de esperma foi despejada, Gorath puxou o caralho gigante e deu um passo para trás, admirando a obra-prima da destruição.

Android 18 estava caída de lado, com o cuzinho completamente escancarado, tão arrombado que caberia um punho inteiro sem esforço, vazando uma cachoeira de porra branca. Bulma estava de barriga para cima, com as pernas abertas, o cu vermelho e pulsante, transbordando esperma que escorria até as costas. Chi-Chi, de quatro, com a raba empinada, tinha o cuzinho tão destruído que a entrada parecia um buraco oval, de onde a porra escorria sem parar.

Os rabões das três estavam completamente inúteis. Marcados de tapas, dedos e pica, cobertos de suor, saliva e porra. As três gemiam baixinho, com sorrisos idiotas de prazer nos rostos, completamente satisfeitas e destruídas.

Gorath riu, um som cavernoso, enquanto se ajoelhava para passar a mão pelas três bundas gordas e arrombadas. “Agora esses rabos são meus. E amanhã, quando vocês acordarem com os cus ardendo e escorrendo a minha porra, vão lembrar de Gorath, o Estripador de Rabos. E vão implorar por mais.”

Ele se levantou, o pau monstruoso ainda semi-ereto, e saiu da sala de gravidade, deixando as três mulheres no chão, completamente arrombadas, os cuzinhos escancarados e vazando, os rabões destruídos e cobertos de esperma, gemendo de prazer na própria poça de fluídos.