Hentai Futa Nobara r34 – Jujutsu no kaisen Porn Trans – Transex novinha gostosa de pau duro dando cuzinho
Futanari Hentai Nobara - Jujutsu no kaisen Porn Trans - Transex novinha gostosa de pau duro dando cuzinho
Futanari Hentai Nobara – Jujutsu no kaisen Porn Trans – Transex novinha gostosa de pau duro dando cuzinho











Capítulo 1: O Vestido Vermelho e a Tentação no Banheiro
Nobara chegou à festa com um vestido vermelho escandaloso que deixava pouco para a imaginação. O tecido fino e brilhante colava ao corpo jovem e curvilíneo dela como uma segunda pele. O vestido era curto, mal cobrindo metade das coxas grossas e macias, com laterais completamente abertas desde as axilas até a barra, presas apenas por finos laços que permitiam vislumbres constantes da pele clara, da curva dos seios pequenos e firmes e da lateral da bundinha empinada. Por baixo, ela usava apenas uma minúscula calcinha preta fio-dental que desaparecia entre as nádegas redondas. Seus cabelos pretos longos caíam soltos sobre os ombros, e a maquiagem destacava os lábios carnudos pintados de vermelho intenso, combinando perfeitamente com o vestido.
Aos 18 anos, Nobara era uma visão perigosa: uma trans novinha gostosa, com corpo delicado mas cheio de curvas, e um segredo enorme entre as pernas — um pauzão grosso, venoso e de 25cm que já latejava só com o movimento da festa.
O álcool corria solto. Nobara bebia um copo atrás do outro, dançando no meio da multidão, rebolando provocativamente. O vestido aberto dos lados deixava os convidados verem flashes da pele dela a cada giro, o que só aumentava a excitação no ar. Ela sentia o pau endurecendo aos poucos, pressionando contra o tecido fino da calcinha, criando uma saliência discreta mas perceptível para quem olhasse com atenção.
Depois de quase uma hora bebendo e provocando os caras ao redor, Nobara sentiu a bexiga cheia e o pau latejando de tesão. Ela caminhou até o banheiro do fundo da casa, o vestido balançando e revelando as laterais do corpo a cada passo. Empurrou a porta e encontrou o lugar surpreendentemente vazio, exceto por uma mulher sozinha em frente ao espelho.
Bea era uma morena alta, por volta dos 28 anos, com corpo voluptuoso, seios grandes e uma bunda generosa marcada pela calça jeans justa. Estava retocando a maquiagem quando Nobara entrou.
— Oi… — murmurou Nobara, trancando a porta atrás de si com um clique audível.
Bea virou-se, surpresa, mas sorriu ao ver a garota linda de vermelho.
— Tá lotado lá fora, né?
Nobara não respondeu com palavras. O álcool deixava ela ousada e dominante. Ela se aproximou devagar, os olhos brilhando de tesão. O vestido aberto dos lados permitia que Bea visse a pele lisa da cintura fina e o começo das coxas. Nobara segurou o pulso de Bea e guiou a mão dela diretamente para o meio das pernas.
— Sente isso… — sussurrou Nobara, voz rouca.
Bea arregalou os olhos ao sentir o volume enorme, duro como pedra, pulsando sob o vestido.
— Caralho… você é…
— Trans. E bem dotada — completou Nobara com um sorriso safado. Ela puxou os laços laterais do vestido, abrindo ainda mais os lados e revelando o pauzão de 25cm que saltou livre, pesado, grosso e completamente ereto, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo.
Bea ficou paralisada por um segundo, mas Nobara não deu tempo. Segurou a nuca dela com firmeza e empurrou o pau contra os lábios carnudos.
— Chupa.
Bea hesitou apenas um instante antes de abrir a boca. O pau de Nobara era grande demais, mas ela tentou, engolindo a cabeça grossa e sentindo o gosto salgado. Nobara gemeu alto, segurando os cabelos da morena e começando a foder a boca dela devagar, depois com mais força. O banheiro ecoava com os sons molhados de sucção e os gemidos abafados de Bea.
— Isso… mama meu pauzão, vadia… — grunhia Nobara, empurrando mais fundo, fazendo Bea engasgar enquanto lágrimas escorriam dos olhos dela.
Depois de alguns minutos garganta profunda, Nobara puxou o pau brilhando de saliva e virou Bea de frente para a pia com um movimento brusco.
— Quero teu cu agora.
Bea balançou a cabeça, ofegante:
— Não… no cu não. E sem camisinha também não, por favor…
Nobara ignorou completamente as palavras. O álcool e o tesão dominavam. Ela puxou a calça jeans de Bea para baixo junto com a calcinha, expondo a bunda grande e macia. Cuspiu na mão, passou rapidamente no pau e na entrada do cuzao de Bea e posicionou a cabeça grossa.
— Eu disse que quero teu cu — rosnou Nobara.
Bea tentou protestar de novo, mas Nobara empurrou com força bruta. O pauzão de 25cm invadiu o cuzinho apertado de uma vez, rasgando caminho centímetro por centímetro. Bea gritou, agarrando a borda da pia, o corpo tremendo enquanto o enorme membro a arrombava sem piedade.
— Ai meu Deus! Tá muito grande… tira… por favor!
Nobara não tirou. Segurou os quadris largos de Bea com as duas mãos e começou a meter com força, socando fundo, o vestido vermelho aberto balançando a cada estocada violenta. O banheiro se enchia dos sons de carne contra carne, dos gemidos de dor e prazer misturados de Bea e dos grunhidos selvagens de Nobara.
— Cala a boca e aguenta… teu cu é meu agora — dizia Nobara, bêbada e excitada, metendo cada vez mais rápido e mais fundo. O pauzão entrava quase inteiro, as bolas batendo contra a bunda macia de Bea.
Bea choramingava, pernas tremendo, mas o cuzinho dela começou a relaxar aos poucos ao redor do pau monstruoso. Nobara esticava o braço e masturbava Bea ao mesmo tempo, aumentando o prazer da mulher.
Depois de longos minutos de arrombamento intenso, Nobara sentiu o orgasmo chegando.
— Vou encher essa bunda… toma tudo!
Com um gemido alto, Nobara enterrou o pau até o fundo e explodiu. Jatos grossos e quentes de porra jorraram direto dentro do intestino de Bea, enchendo o cuzao até transbordar. Nobara continuou socando devagar enquanto gozava, garantindo que cada gota ficasse lá dentro. O excesso escorria pelas coxas de Bea, pingando no chão do banheiro.
Quando finalmente terminou, Nobara puxou o pau ainda semi-duro, brilhando de porra e sucos. Bea ficou ali, ofegante, o cu arrombado e escorrendo sêmen grosso.
Nobara deu um tapa forte na bunda dela, ajustou o vestido vermelho e sorriu satisfeita.
— Boa menina. Agora vou voltar pra festa… e arrumar mais diversão.
Ela destrancou a porta e saiu, deixando Bea no banheiro, destruída, cheia de porra e com as pernas tremendo.
Capítulo 2: Amizades Perigosas e o Banheiro Coletivo
Nobara saiu do banheiro com um sorriso satisfeito nos lábios vermelhos, o vestido escarlate aberto dos lados balançando a cada passo e revelando flashes de sua pele clara e do pau ainda semi-duro, úmido de porra e saliva. O gosto da aventura com Bea ainda pulsava em seu corpo. Ela voltou para o meio da festa, pegou mais uma dose de tequila e depois outra, e mais outra. O álcool subia forte, deixando sua cabeça leve, o corpo quente e o tesão insaciável.
Durante as próximas duas horas, Nobara dançou sem parar. Rebolava no ritmo da música eletrônica, levantando os braços, deixando o vestido abrir completamente nas laterais e mostrar a curva dos seios e a lateral da bundinha empinada. Vários caras tentavam se aproximar, mas ela ria e escapava, provocante. Seu pau, preso apenas pela calcinha fio-dental, roçava no tecido e ficava cada vez mais incômodo de tão duro.
Foi então que ela reparou em um grupo animado: uma mulher madura, por volta dos 42 anos, com corpo cheio, seios pesados e quadris largos, dançando colada com o namorado. Ao lado dela, uma garota de uns 20 anos — claramente sua filha — dançava com o próprio namorado. As duas eram morenas, bonitas, com traços parecidos. A filha tinha um corpo mais atlético, bunda redonda e firme, enquanto a mãe (que se chamava Carla) tinha uma bunda maior, mais carnuda e macia.
Nobara se aproximou dançando, sorrindo com cumplicidade. Começaram a conversar entre uma música e outra. Carla e a filha, Letícia, eram divertidas e já bem alcoolizadas também. Contaram que tinham vindo juntas para a festa, que os namorados eram ciumentos mas estavam ocupados bebendo no canto. As três riram alto, trocaram elogios sobre os corpos e o estilo, e em poucos minutos já pareciam velhas amigas.
— Vocês são lindas pra caralho — disse Nobara, passando a mão na cintura de Letícia de forma ousada. — Querem ir no banheiro comigo? Preciso mijar e retocar a maquiagem.
As duas aceitaram na hora, rindo. As três entraram no mesmo banheiro onde Nobara tinha fodido Bea mais cedo. Nobara trancou a porta.
Sem cerimônia, ela levantou a frente do vestido vermelho, puxou a calcinha para o lado e, bem na frente das duas, começou a mijar em pé, direto no vaso. O pauzão de 25cm pendia pesado, ainda com cheiro de sexo recente, e o jato era forte.
Carla e Letícia ficaram boquiabertas.
— Meu Deus do céu… — murmurou Carla, olhos arregalados.
— Que porra é essa?! — Letícia soltou, sem conseguir desviar o olhar do membro enorme, grosso, venoso e ainda meio úmido.
Nobara terminou de mijar, sacudiu o pau lentamente e sorriu, provocante:
— Gostaram? É todo meu. 25cm de tesão.
Letícia mordia o lábio, claramente excitada. Depois de um silêncio carregado, confessou baixinho:
— Eu sempre quis provar um pau desse tamanho… nunca vi nada igual. Os namorados… nem chegam perto.
Nobara riu, segurando o pau pela base e balançando ele na frente do rosto da garota.
— Então prova, safada. Sua mãe vigia a porta.
Carla hesitou, mas acabou encostando na porta, vigiando. Letícia se ajoelhou no chão do banheiro sem pensar duas vezes. Segurou o pauzão com as duas mãos e abriu a boca, tentando engolir a cabeça grossa. O gosto era forte — suor, porra seca e o resquício do cu de Bea.
— Eca… tá com gosto de… rabo? — reclamou Letícia, franzindo o nariz mas continuando a chupar.
Nobara segurou os cabelos dela e empurrou mais fundo, fodendo sua boca com estocadas curtas.
— Isso mesmo. Fodi o cu de uma menina gostosa antes de encontrar vocês. Agora chupa e limpa pra mim.
Letícia gemeu, mamando com mais vontade, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto tentava engolir o máximo possível daquele monstro. Carla observava da porta, vermelha, respirando pesado.
Depois de alguns minutos de boquete molhado, Nobara puxou Letícia pelo cabelo, virou-a de quatro no chão frio do banheiro e levantou o vestidinho curto dela. Sem camisinha, sem preliminares, encostou a cabeça grossa na bucetinha novinha e apertada da garota e socou com força.
— Aaaahhh! — Letícia gritou, sentindo o pauzão arrombar sua buceta de uma vez.
Nobara não teve piedade. Segurou os quadris da garota e começou a bombear forte, metendo quase o pau inteiro na bucetinha quente e molhada. O som de tapa ecoava no banheiro.
— Chama tua mãe — ordenou Nobara, sem parar de foder.
— M-mãe… vem aqui… — gemeu Letícia, voz tremendo de prazer e dor.
Carla se aproximou devagar, olhos vidrados na cena. Nobara segurou os cabelos longos de Letícia como rédea, puxando a cabeça dela para trás enquanto metia fundo e rápido, arrombando a putinha da garota sem dó.
— Olha como tua filha tá levando pau, Carla… — provocou Nobara, sorrindo. O vestido vermelho aberto dos lados deixava seu corpo quase todo exposto enquanto ela socava.
Letícia gemia alto, gozando pela primeira vez no pau enorme, as pernas tremendo. Nobara tirou o pau brilhando de meladinha da buceta da garota e apontou para Carla.
— Agora é a tua vez, coroa.
Carla balançou a cabeça, nervosa:
— Eu… eu só vou olhar… não posso…
Nobara não aceitou a resposta. Segurou o pulso de Carla com força, puxou-a para perto e, com a outra mão, levantou o vestido da mãe até a cintura. Segurou o rabão branquinho, grande e macio da coroa, apertando a carne farta com vontade.
— Esse cu e essa buceta também são meus agora — disse Nobara, voz rouca de tesão, o pauzão de 25cm pulsando, ainda melado da filha, roçando contra a bunda generosa de Carla.
Capítulo 3: A Coroa Arrombada
TaxoPress
Nobara segurava firme o pulso de Carla, o pauzão de 25cm latejando pesado contra a bunda macia e branquinha da mulher madura. O vestido vermelho aberto dos lados deixava o corpo jovem e safado de Nobara quase todo exposto, enquanto Letícia ainda estava de quatro no chão, ofegante, bucetinha vermelha e escorrendo da foda anterior.
— Eu disse que agora é a sua vez, Carla — rosnou Nobara, voz carregada de álcool e tesão.
Carla tremia, olhando para a filha e depois para aquele monstro entre as pernas da garota.
— Por favor… eu só ia olhar… meu marido tá lá fora…
Nobara não deu ouvidos. Puxou a calça jeans de Carla para baixo junto com a calcinha, expondo completamente o rabão grande, branco e macio. Cuspiu duas vezes na mão, passou no pau e na entrada do cu da coroa e empurrou.
O grito de Carla ecoou no banheiro quando a cabeça grossa forçou o anelzinho apertado. Nobara segurou os quadris largos e meteu com força bruta, enfiando quase metade do pau de uma vez só.
— Aaaaiii meu Deus! Tá rasgando! — gritou Carla, unhas arranhando a parede.
Nobara sorriu e socou mais fundo, até as bolas batendo contra a bunda farta. Começou a foder o cu da mãe com estocadas longas e pesadas, fazendo as nádegas carnudas balançarem violentamente. Letícia observava tudo de perto, olhos vidrados.
Depois de alguns minutos arrombando o cuzinho de Carla, Nobara puxou o pau inteiro para fora com um plop molhado. O buraco da coroa ficou piscando, aberto e vermelho.
— Letícia, chupa. Limpa o pau da tua mãe.
Letícia hesitou por meio segundo, mas obedeceu. Abriu a boca e engoliu o pau que acabara de sair do cu da própria mãe. O gosto forte de rabo fez ela gemer, mas ela mamou fundo, chupando com vontade enquanto Nobara segurava sua cabeça.
— Isso… prova o cu da mamãe — riu Nobara, fodendo a garganta da garota por alguns segundos.
Em seguida, Nobara puxou o pau da boca de Letícia, posicionou Carla de quatro ao lado da filha e enfiou de novo no cu arrombado com tudo. Dessa vez não teve piedade nenhuma. Segurou os cabelos castanhos de Carla como rédea e começou a bombear com força selvagem, metendo o pauzão inteiro a cada estocada. O banheiro inteiro ecoava com o barulho alto de carne contra carne.
— Ai! Ai! Devagar! Tá muito grande! — gritava Carla, lágrimas escorrendo.
Nobara metia cada vez mais rápido, o pau entrando e saindo quase completamente do cu dilatado. Letícia assistia hipnotizada, tocando a própria bucetinha.
De repente, Carla começou a tremer violentamente. Um jato quente saiu de sua buceta enquanto Nobara continuava socando seu cu sem parar.
— Olha só… a coroa tá se mijando toda! — riu Nobara, excitada.
A urina escorria pelas coxas grossas de Carla, formando uma poça no chão do banheiro, mas Nobara não diminuiu o ritmo. Continuou arrombando o cuzinho com força bruta, segurando os cabelos dela e puxando para trás.
— Grita mais, vadia! — ordenou, dando tapas fortes na bunda branca que já estava vermelha.
Carla gritava sem controle, o corpo convulsionando de dor e prazer enquanto Nobara destruía seu cu. Letícia, ajoelhada ao lado, assistia tudo de perto.
Depois de longos minutos de foda intensa, Nobara sentiu o orgasmo chegando. Enterrou o pau até o fundo no cu de Carla e explodiu.
— Toma toda a porra, coroa!
Jatos grossos e quentes encheram o intestino de Carla, transbordando ao redor do pau grosso. Nobara ficou socando devagar enquanto gozava, garantindo que cada gota ficasse lá dentro. Quando terminou, puxou o pau lentamente, revelando o cuzinho destruído e escorrendo porra branca.
— Letícia… limpa.
A filha obedeceu imediatamente. Segurou o pau ainda duro e melado de porra e começou a chupar, lambendo cada centímetro, limpando o gosto do cu da mãe misturado com a porra fresca de Nobara.
Nobara respirava pesado, o vestido vermelho todo bagunçado, mas o pau ainda latejando. Ela olhou para as duas — mãe e filha, destruídas no chão do banheiro, cu e buceta arrombados, cheias de porra e urina.
— Vocês duas são minhas putas agora — disse ela, sorrindo satisfeita.
Capítulo 4: Sedução, Traição e Espiã Escondida
Nobara saiu do banheiro com um sorriso malicioso, o vestido vermelho aberto dos lados completamente desarrumado, deixando à mostra grandes porções de pele clara, a lateral dos seios e da bundinha. Carla e Letícia ainda tentavam se recompor, com as pernas bambas e porra escorrendo entre as coxas. As três voltaram para a pista de dança.
Logo Nobara avistou os namorados das duas: Marcos, o namorado de Carla, um homem de 45 anos, alto, forte, barba bem feita e olhar dominante; e Rafael, namorado de Letícia, mais novo, musculoso e tatuado. Nobara não perdeu tempo. Começou a dançar entre eles, rebolando provocativamente.
Ela se esfregava contra Marcos, empinando a bundinha contra a virilha dele enquanto olhava para Rafael. Os dois, já bêbados, não resistiram. Marcos passou a mão grande por baixo do vestido aberto e apertou a bundinha macia de Nobara com força. Rafael, do outro lado, enfiou a mão pelo lado aberto do vestido e segurou um dos seios pequenos e firmes, apertando o mamilo.
— Caralho, que delícia de corpo… — murmurou Marcos no ouvido dela, apertando ainda mais a bunda.
Nobara riu, bêbada, e sussurrou de volta:
— Vocês dois tão com tesão, né? Eu sou bem safadinha…
Ela continuou dançando entre os dois por quase meia hora, deixando eles passarem as mãos em seu corpo livremente — apertando os seios, enfiando dedos entre as nádegas, roçando o pau duro contra ela. Carla e Letícia observavam de longe, sem entender direito o que estava acontecendo.
Em determinado momento, Nobara anunciou:
— Vou mijar de novo. Volto já.
Ela seguiu para o fundo da festa, onde havia um galpão semi-abandonado com um banheiro improvisado nos fundos. Marcos, curioso e excitado, esperou um minuto e foi atrás escondido, sem que ninguém percebesse.
Nobara parou atrás do galpão, levantou a frente do vestido vermelho, puxou a calcinha para o lado e começou a mijar em pé, o jato forte caindo no chão de terra. Antes que terminasse, Marcos surgiu por trás, agarrou-a pela cintura com força e pressionou o pau duro contra sua bundinha.
— Sua putinha provocadora… — rosnou ele.
Sem pedir permissão, ele cuspiu na mão, passou no pau e enfiou direto no cuzinho de Nobara. Ela gemeu alto, ainda mijando, enquanto Marcos começava a arrombar seu cu com estocadas brutais. O pau dele era grosso e comprido, esticando o anelzinho dela com força.
— Ai porra! Vai com calma… — reclamou Nobara, mas empinava a bundinha mesmo assim, gostando da violência repentina.
Marcos metia fundo, segurando os cabelos dela e socando sem dó, o som molhado ecoando atrás do galpão.
Carla, estranhando o sumiço dos dois, decidiu procurar. Quando chegou perto do galpão, ouviu os gemidos e se escondeu atrás de umas caixas velhas. Seus olhos se arregalaram de raiva e choque ao ver o namorado arrombando o cuzinho de Nobara com força. Ela ficou ali, escondida, respirando pesado, sentindo uma mistura de ciúme e excitação doentia.
Enquanto Marcos fodia o cu de Nobara, ela virou o rosto e sorriu provocante:
— Você é bem bruto… gosta de novinha, né? Me diz uma coisa… você tem vontade de foder a enteada novinha da Carla? A Letícia?
Marcos parou por um segundo, surpreso, mas o pau pulsou mais forte dentro do cu dela.
— Porra… eu sempre quis — confessou ele, voltando a meter com mais força. — Aquela putinha safada me provoca desde que começou a namorar o Rafael.
Nobara riu, gemendo entre as estocadas.
— Então me ajuda a chamar ela. Vamos foder sua enteada juntos. Eu começo e você chega de surpresa.
Marcos topou na hora, extremamente excitado com a ideia. Ele gozou logo depois, enchendo o cuzinho de Nobara de porra quente, e saiu discretamente.
Nobara voltou para a festa, o cu escorrendo porra de Marcos, e chamou Letícia para “conversar”. Levou a garota novamente para trás do galpão. Assim que chegaram, Nobara empurrou Letícia contra a parede, levantou o vestidinho dela e enfiou o pauzão de 25cm na bucetinha da garota sem aviso.
— Ai! De novo não… — gemeu Letícia, mas logo começou a rebolar.
Nobara fodia com força, segurando os cabelos da garota. Minutos depois, Marcos apareceu “de surpresa”. Letícia arregalou os olhos, mas Nobara não deixou ela falar:
— Cala a boca e aguenta. Seu padrasto vai te foder também.
Marcos não hesitou. Puxou o pau para fora, ainda melado, e enfiou no cu de Letícia enquanto Nobara continuava socando a buceta dela. A garota ficou presa entre os dois, gritando de prazer e dor.
Carla, ainda escondida atrás das caixas, assistia tudo com os olhos cheios de lágrimas de raiva. Via o namorado arrombando o cu da própria filha enquanto Nobara destruía a bucetinha dela. Ela não conseguia sair do lugar, hipnotizada pela cena.
Nobara e Marcos foderam Letícia sem piedade por longos minutos, trocando de buraco, fazendo a garota gozar várias vezes até ficarem satisfeitos.
Capítulo 5: Vingança no Carro
Nobara e Marcos não tinham pressa. Atrás do galpão, os dois continuavam destruindo Letícia sem piedade. Nobara socava fundo na bucetinha apertada da garota enquanto Marcos arrombava seu cuzinho com estocadas brutais. Letícia estava presa entre os dois corpos, gemendo alto, o corpo tremendo sem parar.
— Mais forte… por favor… — implorava ela, completamente dominada pelo prazer.
Marcos segurava os cabelos da enteada e metia com raiva, como se realizasse uma fantasia antiga. Nobara ria, bêbada, e enfiava o pauzão de 25cm até o fundo da buceta dela, batendo o colo do útero a cada estocada. Eles trocavam de buraco constantemente: Marcos ia para a buceta, Nobara para o cu, depois voltavam. O sêmen já escorria pelas coxas de Letícia.
Depois de quase vinte minutos de foda intensa, os dois gozaram quase ao mesmo tempo. Marcos encheu o cu da garota com porra grossa, enquanto Nobara jorrava jatos pesados dentro da bucetinha. Quando puxaram os paus, Letícia ficou de quatro, ofegante, com os dois buracos abertos, vermelhos e pingando porra sem parar. O líquido branco escorria em fios grossos pelas coxas dela até o chão.
Carla, escondida atrás das caixas, assistiu a cena toda. A raiva queimava dentro dela. Ver o namorado gozando no cu da própria filha e Nobara rindo satisfeita foi demais. Ela apertou os punhos e decidiu se vingar ali mesmo.
Carla voltou discretamente para a festa, o corpo ainda marcado da foda anterior. Encontrou Rafael, o namorado de Letícia, bebendo sozinho perto da pista.
— Rafael, vem comigo rapidinho no carro? Esqueci uma coisa importante lá e não quero ir sozinha — disse ela com voz doce, mas o olhar carregado de intenção.
Rafael, sem desconfiar de nada, aceitou. Os dois caminharam até o carro de Carla, estacionado num canto escuro do terreno. Assim que entraram no banco de trás, Carla trancou as portas.
— O que foi que você esqueceu? — perguntou Rafael.
Carla não respondeu com palavras. Ela tirou o vestido de uma vez, ficando completamente pelada. Seus seios grandes e pesados saltaram livres, os mamilos duros. Ela se ajoelhou no banco e abriu o zíper de Rafael com urgência.
— Hoje eu quero você — murmurou ela, voz rouca de raiva e tesão.
Rafael ficou chocado, mas não resistiu quando Carla engoliu seu pau inteiro de uma vez. Ela chupou com fome, lambendo toda a extensão, passando a língua pela cabeça e descendo até as bolas. Mamava gostoso, molhado, fazendo barulhos obscenos enquanto segurava as coxas dele.
— Caralho, Carla… — gemeu Rafael, segurando os cabelos dela.
Carla chupava com dedicação vingativa. Lambia devagar, depois acelerava, enfiando o pau até a garganta, engasgando mas continuando. Ela babava muito, saliva escorrendo pelo queixo e molhando as bolas do rapaz. De vez em quando parava, olhava nos olhos dele e falava safado:
— Você gosta, né? Melhor que a boquinha da minha filha?
Rafael apenas gemia, empurrando a cabeça dela para baixo. Carla subiu no colo dele, roçando a buceta molhada no pau duro, mas ainda não deixou ele penetrar. Queria provocar mais. Voltou a chupar com vontade, usando as mãos para masturbar ao mesmo tempo, girando a língua na cabeça sensível.
Ela mamava como uma vadia experiente — lento e profundo, depois rápido e guloso. O carro ficava cheio dos sons molhados de boquete e dos gemidos de Rafael. Carla apertava os próprios seios enquanto chupava, excitada com a vingança.
Depois de longos minutos de boquete intenso, Carla subiu novamente, posicionou o pau de Rafael na entrada da buceta e desceu devagar, engolindo ele inteiro. Começou a cavalgar com força, os seios grandes balançando na cara do rapaz.
— Isso… me fode… me usa pra se vingar — sussurrava ela, quicando cada vez mais rápido.
Rafael segurava a bunda grande de Carla e metia para cima, estocando com vontade. O carro balançava discretamente no escuro. Carla gozou primeiro, tremendo e apertando o pau dele por dentro, mas não parou. Continuou cavalgando até Rafael não aguentar mais e gozar forte dentro dela, enchendo sua buceta madura de porra quente.
Os dois ficaram ofegantes no banco de trás. Carla, ainda com o pau dele dentro, sorriu com satisfação vingativa.
— Isso fica entre nós… entendeu?
Rafael apenas assentiu, atordoado.
Enquanto isso, Nobara e Marcos continuavam no galpão com Letícia, que ainda pingava porra dos dois buracos, completamente destruída.
Capítulo 6: Raiva e Foda no Carro
Nobara saiu do galpão deixando Letícia e Marcos para trás. A garota ainda estava de quatro, pingando porra grossa dos dois buracos, completamente destruída. Enquanto caminhava de volta para a área de carros, Nobara ajustava o vestido vermelho aberto dos lados, o pauzão ainda semi-duro balançando entre as pernas.
Foi quando viu o carro de Carla balançando levemente no canto escuro. Rafael saiu primeiro do veículo, fechando o zíper da calça com um sorriso satisfeito no rosto, e voltou para a festa apressado. Poucos segundos depois, Carla saiu do banco de trás, completamente pelada, os seios grandes balançando. Ela pegou o vestido no chão do carro e começou a se vestir rapidamente.
Nobara sorriu com malícia e se aproximou em silêncio. Assim que Carla se virou, Nobara agarrou ela pelo braço com força.
— Ora, ora… a coroa vadia resolveu se vingar, é? — provocou Nobara.
Carla explodiu de ódio. Seus olhos brilharam de raiva e ela deu um tapa forte no rosto de Nobara.
— Sua filha da puta! Sua putinha nojenta! Como você teve coragem de deixar meu namorado foder minha filha?! Sua lixo! Eu te odeio!
O tapa ardeu no rosto de Nobara. A raiva subiu instantaneamente. Seus olhos escureceram e, com um movimento rápido e violento, ela agarrou Carla pela garganta, empurrou-a de volta para dentro do carro e bateu a porta.
— Sua vadia… você vai pagar por esse tapa — rosnou Nobara.
Dentro do carro apertado, Nobara subiu em cima de Carla e apertou o pescoço dela com as duas mãos, enforcando com força. Carla se debatia, arranhando os braços de Nobara, o rosto ficando vermelho. Aos poucos, seus movimentos ficaram mais fracos até ela desmaiar, o corpo mole no banco de trás.
Nobara respirava pesado de raiva e tesão. Quando abriu as pernas de Carla, percebeu que a buceta madura dela estava inchada, vermelha e escorrendo porra fresca.
— Olha só… já tomou porra do genro, sua puta nojenta — riu Nobara.
Ela cuspiu na mão, espalhou na cabeça do pauzão de 25cm e, sem esperar Carla acordar, posicionou na entrada do cu ainda arrombado da mulher e enfiou com tudo.
Carla acordou sobressaltada com um grito rouco, sentindo o enorme pau invadindo seu intestino de uma vez.
— Aaaahhh! Sua desgraçada!
Nobara segurou os cabelos dela e começou a socar com força brutal dentro do carro, o banco rangendo a cada estocada.
— Toma no cu, sua coroa vadia! Isso é pra você ter dado pro namorado da sua própria filha. Tá sentindo o pau que fodeu ela mais cedo?
Carla gemia de raiva e tesão, o corpo traindo a mente. Ela xingava entre gemidos:
— Eu te odeio… sua putinha trans imunda… ai porra… vai mais fundo, caralho!
Nobara ria e metia ainda mais forte, o pauzão entrando quase inteiro no cu de Carla. O carro balançava violentamente. Ela puxou Carla para a posição de vaqueira, fazendo a mulher quicar no pau enorme enquanto segurava seus seios pesados e apertava os mamilos com força.
— Rebola, vadia! Mostra como você gosta de levar no cu!
Carla, ainda cheia de ódio, rebolava com raiva, descendo forte no pau de Nobara, gemendo alto. As duas se provocavam sem parar:
— Sua filha gemeu igual a você quando eu enchi ela de porra — dizia Nobara.
— Cala a boca e me fode, sua desgraçada! — respondia Carla, quicando mais rápido.
Nobara virou Carla de lado no banco estreito, levantou uma perna dela e continuou socando o cu com estocadas profundas e rápidas. Depois mudou novamente, colocando Carla de quatro entre os bancos da frente e de trás, segurando a cintura larga e metendo como um animal.
O som molhado de carne contra carne enchia o carro. Carla gemia alto, uma mistura de raiva, prazer e humilhação. Seu cu estava completamente arrombado, escorrendo saliva e porra.
Nobara acelerou o ritmo, dando tapas fortes na bunda grande e branca de Carla.
— Vou encher esse cu de novo, sua puta traidora!
Com um gemido alto, Nobara enterrou o pau até o fundo e gozou forte, jorrando porra quente e grossa direto no intestino de Carla. Jato atrás de jato, enchendo-a até transbordar. Ela continuou socando devagar enquanto gozava, garantindo que cada gota ficasse lá dentro.
As duas ficaram ofegantes dentro do carro embaçado. Carla, ainda tremendo, murmurou entre dentes:
— Isso não acabou, sua putinha…
Nobara puxou o pau lentamente, deu um tapa forte na bunda dela e sorriu:
— Pra mim já acabou por enquanto. Agora volta pra festa toda cheia de porra… da sua filha, do seu namorado e minha.
Capítulo 7: Arrombada pelos Dois
Nobara saiu do carro ainda tremendo, o vestido vermelho aberto dos lados todo amassado, o cuzinho latejando e escorrendo porra de Carla. Ela estava extremamente bêbada, o corpo marcado por tapas e mordidas, mas o pauzão de 25cm continuava duro, balançando entre as pernas enquanto caminhava de volta para a festa.
Foi quando Bruno e Lucas a encontraram.
Os dois caras musculosos que ela provocara o início da noite a viram naquele estado — cabelo bagunçado, maquiagem borrada, cheiro forte de sexo — e não pensaram duas vezes. Bruno agarrou o braço dela com força.
— Sua putinha provocadora… agora você vai aguentar de verdade.
Eles a arrastaram até o banheiro mais afastado da festa, um banheiro maior e mais reservado nos fundos. Trancaram a porta. Nobara ria bêbada, mas seu corpo já estava exausto.
— Vocês vão me arrombar de verdade? — provocou ela, empinando a bundinha.
Bruno não perdeu tempo. Empurrou Nobara contra a pia, levantou o vestido vermelho e cuspiu no cuzinho já usado dela. Seu pau grosso e comprido (22cm) entrou com força bruta, abrindo caminho no cu melado de porra.
— Aaaahhh! Porra… tá muito grande! — gemeu Nobara, segurando na borda da pia.
Bruno começou a foder com violência, socando fundo e rápido. O banheiro ecoava com os tapas fortes na bunda dela e os gemidos altos. Cada estocada fazia a porra que já estava dentro dela transbordar, escorrendo pelas coxas. Nobara tinha o pauzão latejando, duro como pedra, batendo contra a pia.
— Toma no cu, sua vadia trans! Isso é pra você ter provocado a noite toda! — grunhia Bruno, metendo sem dó.
Ele fodeu por longos minutos, segurando os cabelos longos dela como rédea, puxando a cabeça para trás enquanto arrombava o cuzinho sem piedade. Nobara gemia alto, o corpo tremendo:
— Mais forte… me arromba… eu aguento!
Bruno gozou com um rugido, enchendo o cu dela com mais porra quente. Quando tirou o pau, o buraco de Nobara ficou piscando, bem aberto e escorrendo uma mistura branca grossa.
Ele deu um tapa forte na bunda e saiu do banheiro, dizendo:
— Agora é com você, Lucas.
Lucas entrou segundos depois. Viu Nobara ainda apoiada na pia, o cuzinho destruído e pingando porra do namorado dele. Sorriu com tesão selvagem.
— Olha o estado desse cu… todo melado já.
Ele segurou Nobara pela cintura, posicionou o pau (também grosso, uns 21cm) na entrada escorregadia e empurrou tudo de uma vez. O cuzinho dela, já arrombado e cheio de porra, aceitou o pau com facilidade, fazendo um som molhado e obsceno.
— Caralho… que cu gostoso e cheio — gemeu Lucas, começando a meter com força.
Ele fodeu ainda mais violento que Bruno. Segurava os quadris dela com firmeza e socava como se quisesse quebrar. Nobara gritava de prazer e dor, o corpo sendo empurrado contra a pia a cada estocada.
— Ai! Ai porra! Tá muito fundo! Me enche de novo!
Lucas dava tapas fortes, puxava os cabelos e metia sem parar. A porra que Bruno tinha deixado servia de lubrificante, fazendo o pau dele entrar e sair com facilidade, criando barulhos molhados altos. O pauzão de Nobara babava pré-gozo na pia, duro e latejando.
— Você é uma puta de verdade… cu cheio de porra e ainda quer mais — provocava Lucas.
Ele virou Nobara de frente para ele, levantou uma perna dela e continuou fodendo o cuzinho de frente, olhando no rosto dela enquanto metia fundo. Nobara gemia sem controle, os olhos revirando de prazer.
Depois de longos minutos brutais, Lucas enterrou o pau até o fundo e gozou forte, adicionando mais uma carga grossa de porra no intestino já lotado de Nobara. Quando ele tirou, o cuzinho dela estava completamente destruído: vermelho, aberto, escorrendo uma mistura abundante de porra que descia pelas coxas até o chão.
Nobara mal conseguia ficar em pé. As pernas tremiam, o cu latejava, e ela sentia a porra pesada dentro dela. Mesmo assim, seu pauzão de 25cm continuava duro, babando.
Lucas deu um tapa final na bunda dela e riu:
— Agora sim você tá do jeito que merece, vadia. Cu cheio de porra dos dois.
Nobara deslizou devagar até o chão do banheiro, sentada com as pernas abertas, o vestido vermelho todo sujo, o cuzinho piscando e vazando porra sem parar. Ela estava destruída, bêbada, arrombada… e ainda assim sorria satisfeita.
Capítulo 8: A Noite Continua na Casa da Coroa
Nobara ainda tava zonza de tanto porra no cu quando Carla apareceu no final da festa, já arrumada e com cara de quem queria sumir dali. Marcos e Rafael tavam do lado dela, os dois com cara de quem tinha fodido bastante. Carla viu Nobara encostada na parede, o vestido vermelho todo sujo e o cheiro de sexo forte, e fez uma cara estranha antes de falar:
— Tô levando esses dois pra casa. Quer carona, sua vadia?
Nobara sorriu safada e aceitou na hora. Os quatro entraram no carro. Letícia já tinha ido embora mais cedo com uma amiga, completamente destruída. Durante o caminho, Nobara sentou atrás com Carla e ficava passando a mão na coxa dela, apertando a carne macia da coroa. Carla fingia ignorar, mas apertava as pernas.
Chegando na casa grande e vazia, Letícia subiu direto pro quarto e apagou. Marcos e Rafael foram embora logo depois. Assim que a porta fechou, Nobara não perdeu tempo.
Ela agarrou Carla pelos cabelos e empurrou a coroa safada contra o sofá da sala.
— Agora tu é toda minha, sua puta velha. Vou acabar de arrombar esses buracos.
Carla tentou resistir, mas já tava molhada. Nobara levantou o vestido dela, arrancou a calcinha e enfiou o pauzão de 25cm direto na bucetona carnuda e molhada da coroa.
— Aaaaiii caralho! Que pau grosso, sua desgraçada! — gemeu Carla, agarrando as almofadas.
Nobara meteu com força bruta, socando fundo, fazendo os seios grandes da coroa balançarem pra todo lado. O barulho de tapa de saco contra buceta enchia a sala.
— Toma essa rola bem fundo na tua xota de mãe de família, sua vadia traidora! Tá sentindo como tua bucetona engole tudo?
Carla gemia alto, rebolando contra o pau:
— Me fode, sua putinha trans! Rasga minha buceta! Mais forte, porra!
Depois de foder a buceta até Carla gozar tremendo, Nobara tirou o pau melado e virou a coroa de quatro no sofá. Cuspiu no cuzinho ainda inchado e enfiou tudo de uma vez.
— Agora o teu cu de coroa vai levar de novo!
Ela começou a socar sem dó, metendo o pauzão inteiro, as bolas batendo na buceta encharcada. Carla gritava de prazer:
— Ai meu Deus do céu! Tá me destruindo o rabo! Mais fundo, sua safada!
De repente, enquanto Nobara metia com tudo, Carla começou a tremer forte. Um jato quente de mijo saiu da buceta dela, molhando as pernas e o sofá. Mas não parou por aí. No meio de uma estocada bem funda, Carla não aguentou e acabou cagando um pouco no pau de Nobara, o cuzinho piscando e soltando.
Nobara nem ligou. Continuou socando ainda mais forte, o pau todo sujo, batendo fundo no intestino da coroa.
— Olha só essa coroa nojenta cagando no meu pau enquanto leva rola! Tu é uma puta nojenta mesmo, hein? Mas eu gosto assim, sua vadia imunda!
Carla gemia envergonhada e excitada ao mesmo tempo:
— Não para… continua metendo, sua louca! Me fode toda suja mesmo!
Depois de gozar mais uma vez enchendo o cu de Carla de porra, Nobara puxou ela pro banheiro. As duas entraram no chuveiro ligando a água quente. Carla, ainda tremendo, se ajoelhou e começou a chupar o pau sujo de Nobara com vontade.
— Que boquete guloso, porra… limpa teu próprio cocô do meu pau, sua puta!
Carla mamava fundo, lambendo tudo, chupando as bolas, passando a língua bem devagar na cabeça grossa. Depois se levantou, virou de costas, empinou o rabão grande e branco e falou olhando pra trás:
— Vem… fode meu cu no banho. Me arromba de novo, sua novinha safada.
Nobara agarrou os quadris dela e enfiou o pau todo no cuzinho molhado de porra e água. Começou a meter forte debaixo do chuveiro, água escorrendo pelos corpos, os tapas molhados ecoando. Carla gemia alto, empinando mais:
— Isso! Me quebra o rabo! Sou tua puta hoje!
Depois do banho, as duas foram pro quarto de Carla. Nobara jogou a coroa na cama de casal e subiu por cima. Foderam mais umas duas horas seguidas: buceta, cu, boquete, 69, posições diferentes. Nobara gozou várias vezes enchendo os dois buracos de Carla, enquanto a coroa gozava sem parar, gritando safadezas.
Carla tava destruída na cama, os buracos vermelhos, inchados e vazando porra pra todo lado, o corpo marcado de tapas e mordidas.
— Tu é uma puta insaciável… — murmurou Carla, quase dormindo.
Nobara sorriu, deu um tapa na bunda dela e falou:
— E tu é uma coroa safada que adora levar rola de novinha.
As duas caíram no sono, o quarto cheirando a sexo, porra e putaria pura.
Capítulo 9: A Putinha Novinha Não Escapa
Nobara acordou no meio da madrugada com a bexiga cheia pra caralho. O corpo dela ainda tava quente da foda insana com Carla. Ela se levantou da cama, completamente pelada, o pauzão de 25cm balançando semi-duro entre as pernas, e saiu andando pelo corredor escuro da casa.
Ao passar pelo quarto de Letícia, a porta estava entreaberta. Nobara empurrou devagar e viu a cena que fez o pau dela subir na hora: Letícia dormindo de bruços, completamente apagada, só de uma calcinha fio-dental preta que mal cobria a bundinha redonda e empinada. A garota tava exausta da noite anterior, respirando devagar, o corpo jovem e gostoso todo exposto.
Nobara sentiu o tesão subir de novo. Entrou no quarto sem fazer barulho, fechou a porta, puxou a calcinha da garota pro lado e cuspiu direto no cuzinho apertado. Segurou o pau grosso pela base e, sem aviso, empurrou com tudo.
— Aaaaiiiiii! Que porra é essa?! — Letícia acordou gritando de susto e dor, o corpo dando um solavanco violento.
Nobara não teve nenhuma piedade. Montou em cima dela, prendendo os braços da garota contra a cama e começou a socar o cuzinho virgem e apertado com força bruta.
— Cala a boca e aguenta, sua putinha! Tá na hora de levar rola de novo!
Letícia gritava e se debatia embaixo dela, as lágrimas escorrendo:
— Ai meu Deus! Tá rasgando meu cu! Para, Nobara! Tá doendo muito!
Nobara metia cada vez mais fundo, o pauzão abrindo caminho no intestino da garota sem dó. O quarto enchia com os tapas fortes da barriga dela contra a bundinha de Letícia e os gritos desesperados da novinha.
— Toma essa rola bem fundo no teu cuzinho apertado! Tu adora provocar e agora vai aguentar, vadia!
Carla acordou com os gritos da filha. Levantou correndo, só de camisola fina, e foi até o quarto. Quando abriu a porta, deu de cara com a cena: Nobara completamente montada nas costas de Letícia, socando o pauzão com força no cu da própria filha.
— Sua desgraçada! — Carla falou, mas parou na porta, olhos arregalados.
Letícia esticou a mão chorando:
— Mãe! Me ajuda! Ela tá me arrombando! Tá doendo muito!
Carla cruzou os braços, olhando a cena com uma mistura de raiva e tesão. Um sorrisinho maldoso apareceu no rosto dela:
— Bem feito, sua putinha! Quando você deu esse cuzinho e essa bucetinha pro teu padrasto, não pediu ajuda nenhuma, né? Agora aguenta a rola da Nobara, sua safada! Bem feito!
Nobara riu alto, socando ainda mais fundo, fazendo Letícia gritar mais alto. O pau entrava quase todo, esticando o cuzinho da garota ao limite.
— Isso mesmo, coroa! Ensina essa vadiazinha! — disse Nobara, metendo com vontade. — Porra… tô com muita vontade de mijar…
Sem tirar o pau de dentro do cu de Letícia, Nobara relaxou e começou a mijar. Um jato quente e forte saiu direto dentro do intestino da garota, enchendo ela por dentro enquanto continuava socando devagar.
— Aaaahhh! Tá mijando dentro de mim! Que nojo! Para! — Letícia gritava, sentindo o líquido quente enchendo seu cu.
Nobara mijou bastante, enchendo o cuzinho da novinha até transbordar, o mijo misturado com porra escorrendo pela bundinha dela.
Carla assistia tudo e começou a ficar visivelmente excitada, apertando as coxas e tocando os próprios seios por cima da camisola.
Nobara puxou o pau melado do cu de Letícia, deixou a garota choramingando na cama segurando a bundinha dolorida e vermelha, e agarrou Carla com força. Jogou a coroa na cama ao lado da filha e abriu as pernas dela.
— Agora é a tua vez de novo, sua puta.
Nobara enfiou o pauzão todo na bucetona molhada de Carla com uma estocada só, começando a foder com força enquanto Letícia assistia tudo ao lado, ainda segurando o cu arrombado e mijado.
— Ai caralho… me fode, sua novinha safada! — gemia Carla, rebolando contra o pau.
Nobara metia fundo, segurando os seios grandes da coroa e socando sem parar, o barulho molhado ecoando no quarto. Letícia ficava quietinha ao lado, gemendo baixinho de dor e tesão misturados, vendo a mãe levar rola bem do lado dela.
A noite ainda tava longe de acabar dentro daquele quarto.
Capítulo 10: A Coroa no Centro das Atenções
Nobara continuava metendo com força bruta na bucetona quente e molhada de Carla, o pauzão de 25cm entrando e saindo com estocadas pesadas e fundas. A cama rangia violentamente enquanto a coroa gemia alto, o corpo maduro tremendo a cada socada.
— Ai porra… me rasga toda, sua novinha safada! — Carla gritava, as unhas cravadas nos lençóis, os seios grandes balançando sem parar.
Nobara segurava os quadris largos da coroa com força, batendo fundo, o som molhado de buceta enchendo o quarto inteiro. Ela olhava para Letícia, que ainda estava de lado na cama, segurando a bundinha arrombada e mijada, com carinha de choro e os olhos vermelhos.
— Vem cá, Letícia… segura as pernas da tua mãe pra mim — ordenou Nobara, sem parar de foder Carla.
Letícia, ainda soluçando baixinho de dor e vergonha, se aproximou devagar. Com o rostinho todo molhado de lágrimas, ela segurou as coxas grossas da mãe e abriu mais as pernas dela, facilitando o acesso para Nobara. Não tocava diretamente na mãe de forma sexual, apenas ajudava segurando, o corpo tremendo.
— Assim… abre bem pra ela — murmurou Letícia com voz fraquinha e chorosa, olhando pro lado, envergonhada.
Carla gemeu mais alto quando as pernas foram abertas, sentindo o pau de Nobara entrar ainda mais fundo na bucetona.
— Isso, filha… segura as pernas da mamãe… ai caralho, que rola gostosa!
Nobara acelerou o ritmo, socando com vontade, o pauzão batendo bem no fundo da xota da coroa. O suor escorria pelos corpos das três. Carla rebolava desesperada, completamente entregue:
— Me fode mais! Me arromba essa buceta! Eu sou uma puta velha safada!
Letícia continuava segurando as pernas da mãe, o rostinho choroso virado pro lado, mas não conseguia parar de olhar. De vez em quando soltava um gemidinho baixinho de dor e excitação, as lágrimas caindo na cama. Ela só ajudava segurando, abrindo mais as pernas da mãe pra Nobara meter com mais força, sem nenhum contato direto entre elas.
Nobara segurou os seios grandes de Carla, apertando os mamilos com força enquanto metia sem parar:
— Olha como tua mãe adora rola, Letícia… tá vendo como ela rebola toda molhada? Segura mais pra cima, assim!
Letícia obedeceu, levantando um pouco mais as pernas da mãe, ajudando Nobara a dobrar Carla quase ao meio. O pau entrava e saía brilhando de meladinha, fazendo barulhos obscenos.
Carla estava fora de si, gemendo como uma vadia:
— Tô gostando tanto… me fode mais fundo! Não para, por favor! Minha buceta tá toda tua!
Nobara alternava o ritmo: metia rápido e curto, depois dava estocadas lentas e bem profundas, girando o quadril pra esfregar a cabeça grossa nas paredes da buceta da coroa. Carla convulsionava, gozando pela segunda vez, apertando o pau de Nobara por dentro, mas Nobara segurava o próprio orgasmo, respirando pesado, o pau latejando forte dentro dela.
— Ainda não vou gozar, sua puta… quero te foder bastante ainda — rosnou Nobara, dando tapas nos seios grandes de Carla.
Letícia continuava segurando as pernas da mãe, choramingando baixinho, o rostinho todo vermelho de choro e vergonha, mas ajudando do jeitinho que Nobara mandava. De vez em quando sussurrava com voz fraquinha:
— Abre mais, mãe… deixa ela te foder direito…
Carla olhava pra filha com os olhos cheios de tesão e humilhação, gemendo alto toda vez que Nobara socava bem fundo.
Nobara virou Carla de lado na cama, ainda com o pau enterrado na buceta, e continuou metendo com força enquanto Letícia segurava uma das pernas da mãe pra cima, mantendo ela bem aberta. A foda continuava intensa, molhada e barulhenta, com Carla gemendo sem parar e Letícia ajudando indiretamente, com carinha de quem tinha chorado bastante.
A noite ainda tava longe de terminar dentro daquele quarto.
Capítulo 11: Laços Quebrados
Nobara continuava metendo com vontade na bucetona encharcada de Carla, o pauzão de 25cm entrando fundo e saindo brilhando de meladinha. A coroa gemia como uma puta desesperada, o corpo maduro todo suado e tremendo.
— Não para… me fode mais, sua novinha rola grossa! — implorava Carla, rebolando contra o pau.
Nobara olhou para Letícia, que ainda segurava as pernas da mãe com o rostinho molhado de lágrimas, e deu um comando com voz rouca:
— Vem mais pra perto, Letícia. Beija tua mãe enquanto eu como ela.
Letícia hesitou, soluçando baixinho, mas o tesão e o medo de Nobara foram maiores. Ela se aproximou devagar, o corpo ainda dolorido, e deu um beijo tímido na boca da mãe. Carla, no meio do prazer, correspondeu, enfiando a língua na boca da filha enquanto Nobara acelerava as estocadas.
O beijo entre mãe e filha foi ficando mais molhado e intenso. Letícia choramingava enquanto beijava, lágrimas caindo no rosto de Carla. Nobara sorria safada, metendo ainda mais fundo.
— Isso… beija bem a mamãe, sua putinha. Mostra pra ela o quanto vocês são safadas.
Carla segurou o rosto da filha com uma mão e aprofundou o beijo, gemendo dentro da boca dela toda vez que Nobara socava forte. Letícia, ainda com carinha de choro, começou a passar a mão nos seios grandes da mãe, apertando de leve os mamilos duros, enquanto Nobara continuava destruindo a buceta dela.
— Olha como tua filha tá ajudando, coroa… — provocou Nobara, dando tapas na coxa de Carla. — Ela tá toda molhada só de ver a mãe levando rola.
Letícia, envergonhada mas excitada, desceu a boca pro pescoço da mãe, beijando e chupando a pele enquanto apertava os seios dela. Carla gemia alto no beijo, o corpo convulsionando de prazer.
Nobara puxou o pau da buceta de Carla com um plop molhado e mandou:
— Deita de lado, Carla. Letícia, segura a perna dela bem pra cima.
As duas obedeceram. Carla deitou de lado, Letícia segurou a perna da mãe bem aberta, e Nobara enfiou o pauzão de novo na bucetona, fodendo com estocadas laterais bem fundas. Enquanto isso, Letícia voltava a beijar a mãe, agora com mais vontade, as línguas se enrolando molhadas. A mão da garota descia devagar e apertava o seio da mãe, beliscando o mamilo.
— Isso… mama o peito da tua mãe enquanto eu como ela — ordenou Nobara.
Letícia, chorando baixinho de excitação e vergonha, baixou a cabeça e começou a chupar o mamilo esquerdo de Carla, sugando com vontade enquanto Nobara socava sem parar. Carla gemia alto, segurando a cabeça da filha contra o peito:
— Ai filha… mama o peito da mamãe… que delícia…
Nobara metia com força, o pau batendo fundo, fazendo os seios de Carla balançarem na boca de Letícia. A garota alternava entre beijar a mãe na boca e chupar os mamilos dela, sempre com o rostinho molhado de lágrimas, ajudando indiretamente a foda.
— Vocês duas são umas putas incestuosas mesmo… — ria Nobara, acelerando as estocadas. — Olha como a filha mama a mãe enquanto eu arrombo essa buceta.
Carla gozou novamente, apertando forte o pau de Nobara, o corpo inteiro tremendo, mas Nobara ainda segurava o próprio orgasmo, respirando pesado, o pau latejando dentro da coroa. Ela continuou fodendo devagar agora, bem fundo, girando o quadril, enquanto mãe e filha se beijavam molhado e Letícia apertava os seios da mãe.
Letícia sussurrava entre beijos, voz fraquinha:
— Mãe… você tá tão molhada…
Carla respondia gemendo na boca da filha:
— É por causa dela… mas tu tá me deixando ainda mais safada, filha…
Nobara manteve o ritmo lento e profundo por um bom tempo, aproveitando a cena das duas se tocando levemente enquanto ela controlava tudo. O quarto estava quente, cheirando a sexo, suor e putaria.
A foda continuava intensa, com Nobara ainda sem gozar, guardando o prazer pra mais tarde.
Capítulo 12: Mãe e Filha Sem Limites
Nobara parou de meter por um momento, o pauzão latejando dentro da buceta encharcada de Carla. Ela sorriu com maldade ao ver mãe e filha se beijando molhado, Letícia ainda com carinha de choro mas claramente excitada.
— Chega de brincadeirinha leve — disse Nobara, puxando o pau da buceta de Carla com um barulho molhado. — Agora vocês vão se comer de verdade na minha frente.
Carla olhou para a filha com os olhos cheios de tesão e hesitação. Letícia ainda soluçava baixinho, mas o corpo traía ela.
Nobara empurrou Letícia contra o peito da mãe.
— Chupa os peitos da tua mãe direito, vadia. Mama como se fosse uma putinha faminta.
Letícia obedeceu. Segurou os seios grandes e pesados de Carla com as duas mãos e começou a chupar os mamilos com força, sugando, lambendo e mordiscando enquanto Carla gemia alto, segurando a cabeça da filha contra o peito.
— Isso, filha… mama os peitos da mamãe… ai que delícia… — gemeu Carla, passando a mão nos cabelos de Letícia.
Nobara se posicionou atrás de Letícia e enfiou o pauzão no cuzinho ainda dolorido da garota, fazendo ela gemer alto contra o peito da mãe. Enquanto socava o cu de Letícia, a garota continuava mamando os peitos da mãe com vontade.
Carla, completamente entregue, puxou o rosto da filha e enfiou a língua na boca dela num beijo safado e babado. As duas se beijavam com fome, línguas se enrolando, saliva escorrendo enquanto Nobara metia fundo no cu da filha.
— Olha como vocês são nojentas… mãe e filha se comendo — provocava Nobara, dando tapas fortes na bunda de Letícia.
Letícia choramingava no beijo, mas não parava. Carla desceu a mão pela barriga da filha e começou a esfregar a bucetinha dela, enfiando dois dedos enquanto beijava a boca da garota.
— Tu tá tão molhada, filha… mamãe vai te dedar gostoso — murmurou Carla, enfiando os dedos mais fundo na buceta da filha.
Letícia gemia alto, rebolando contra os dedos da mãe e contra o pau de Nobara no cu. A cena era pesada: mãe e filha se beijando, Carla dedando a buceta da filha enquanto Nobara arrombava o cuzinho dela.
Nobara puxou o pau do cu de Letícia e mandou as duas mudarem de posição.
— Carla, deita de costas. Letícia, senta na cara da tua mãe.
Letícia, tremendo, sentou na cara de Carla. A coroa não hesitou: agarrou a bundinha da filha e começou a chupar a bucetinha dela com fome, enfiando a língua fundo enquanto Letícia gemia e rebolava no rosto da mãe.
— Mama a buceta da tua filha, sua puta velha! — ordenou Nobara.
Enquanto isso, Nobara montou no rosto de Carla também, fazendo a coroa lamber o pau e as bolas dela ao mesmo tempo que chupava a filha. Letícia se inclinou pra frente e começou a chupar o pau de Nobara junto com a mãe, as duas línguas lambendo o pauzão ao mesmo tempo, mãe e filha trocando beijos molhados com a rola no meio.
A putaria estava no auge. Nobara metia o pau na boca das duas alternadamente, enquanto Carla chupava a buceta da filha com vontade e Letícia gemia sem parar.
Depois de um tempo, Nobara colocou Carla de quatro e enfiou na buceta dela novamente. Letícia ficou embaixo da mãe, chupando os peitos dela e, de vez em quando, lambendo o pau de Nobara quando ele saía da buceta da mãe.
— Isso… lamba o pau que tá comendo tua mãe — mandava Nobara.
A foda continuou pesada por muito tempo: beijos, mamadas, dedadas, chupadas e Nobara revezando os buracos das duas. Mãe e filha completamente envolvidas uma com a outra, gemendo, se tocando e se lambendo sem vergonha enquanto Nobara controlava tudo.
O quarto virou um verdadeiro ninho de putaria incestuosa.
Capítulo 13: Sementes e um Novo Começo
Nobara estava no limite. O pauzão de 25cm latejava loucamente depois de horas fodendo mãe e filha sem parar. O quarto cheirava a sexo, suor e porra.
— Agora vocês vão tomar leitinho bem fundo nas bucetas — rosnou ela, empurrando Carla de costas na cama.
Letícia se deitou ao lado da mãe, as duas bem juntinhas, pernas abertas. Nobara primeiro enfiou o pau na bucetona de Carla, metendo com força bruta, socando fundo enquanto mãe e filha se beijavam com fome. As línguas se enrolavam, saliva escorrendo, enquanto Letícia apertava os seios da mãe e Carla enfiava dois dedos na bucetinha da filha.
— Isso… se beijem como as putas incestuosas que vocês são — grunhia Nobara, acelerando as estocadas.
Depois de foder Carla por vários minutos, Nobara puxou o pau melado e enfiou direto na buceta apertada de Letícia. A garota gemeu alto na boca da mãe enquanto Nobara socava fundo.
Mãe e filha não paravam de se tocar: Carla chupava os mamilos da filha, Letícia enfiava os dedos na buceta da mãe, as duas se masturbando mutuamente enquanto Nobara revezava os buracos.
— Eu vou gozar… — avisou Nobara, a voz rouca.
Ela meteu fundo na buceta de Carla primeiro e explodiu. Jatos grossos e quentes de porra jorraram direto no útero da coroa, enchendo ela até transbordar. Carla gemeu alto no beijo com a filha, gozando junto.
Nobara puxou o pau ainda gozando e enfiou na buceta de Letícia, continuando a ejacular. Mais porra grossa invadiu o útero da novinha, enchendo ela completamente. Letícia tremia, chorando de prazer enquanto beijava a mãe.
As três ficaram abraçadas na cama, porra escorrendo das duas bucetas.
Meses Depois
Carla e Letícia descobriram quase ao mesmo tempo. As duas estavam grávidas.
O teste de gravidez deu positivo para as duas. A porra de Nobara tinha criado raiz. Quando contaram pra ela, Nobara sorriu satisfeita e falou que assumiria.
As duas terminaram os namorados no mesmo dia. Marcos e Rafael ficaram chocados, mas Carla e Letícia não deram explicação nenhuma. Disseram apenas que “encontraram algo melhor”.
A casa virou o ninho particular delas. Carla e Letícia começaram a viver como um casal incestuoso assumido. Dormiam juntas todas as noites, faziam amor loucamente, chupavam uma a buceta da outra, se lambiam, se dedavam e se fodiam com brinquedos enquanto a barriga crescia.
Nobara visitava sempre. Muitas vezes as três ficavam juntas, mas Carla e Letícia também transavam sozinhas o tempo todo. Beijos molhados, sessões de 69 longas, Carla sentando na cara da filha, Letícia chupando os peitos da mãe até eles ficarem vermelhos… a putaria incestuosa era constante.
Quando as barrigas cresceram, a tesão só aumentou. Elas faziam sexo grávidas, com carinho mas também com força, gemendo alto o nome uma da outra.
Nobara via as duas felizes, barrigudas, morando juntas como um casal lésbico incestuoso, e sorria satisfeita toda vez que visitava.
A família tinha se transformado completamente. E elas nunca foram tão felizes e safadas.


