Anal Hentai Anime Porn – Himawari Novinha Rabuda Levando Pau Grosso no Cuzinho Apertado Sem Camisinha Pra Pagar Aluguel
Anal Hentai Anime Porn - Novinha rabuda dando cuzinho "paguei meu aluguel com anal" levou rola na bundinha
Resumo da História:
Himawari, uma novinha rabuda de 19 anos, desesperada após perder o emprego, muda para uma quitinete e acaba fazendo um acordo perigoso com o dono: pagar o aluguel com o corpo. O que começa com choro, buceta e uma foda sem camisinha, rapidamente evolui para algo muito mais safado.
Além de dar bucetinha e cuzinho para Roberto, Himawari entra em conflito com sua vizinha, a arrogante Android 18. Após uma discussão, Himawari descobre que 18 roubou sua calcinha e estava se masturbando com ela. Com um vídeo comprometedor na mão, Himawari inicia uma chantagem sexual.
Agora as duas vivem uma relação secreta e proibida: troca de calcinhas gozadas, toques lésbicos, confissões de fetiches e muita putaria. Enquanto Himawari usa o corpo para sobreviver na difícil realidade pós-Grande Guerra Ninja, 18 luta contra sua própria excitação e vergonha.
Uma história cheia de humilhação, chantagem, fetiches, sexo anal, buceta molhada e muita safadeza entre vizinhas.




Parte 1: O Primeiro Acordo
Himawari chegou à quitinete carregando duas malas velhas e uma mochila nas costas. Aos 19 anos, era uma novinha rabuda de corpo escultural: cintura fina, peitos médios e firmes, pele clara com um tom dourado, cabelos pretos longos e, principalmente, uma bunda enorme, redonda, empinada e carnuda que balançava hipnoticamente a cada passo dentro de um short jeans apertado.
Roberto, o proprietário de 48 anos, estava esperando na porta. Assim que ela entrou, seus olhos desceram direto para aquele bundão impressionante.
— Boa tarde, seu Roberto… — disse ela, voz baixa e tímida. — Desculpa o atraso.
Ele fechou a porta e cruzou os braços.
— Vamos falar do aluguel. Você me disse que pagaria o primeiro mês hoje.
Himawari sentou no pequeno sofá, baixou a cabeça e, em poucos segundos, começou a chorar. Lágrimas grossas escorriam pelo seu rosto bonito e delicado.
— Seu Roberto… eu… eu perdi o emprego semana passada — soluçou ela, voz embargada. — Fui demitida do café, não consegui outro ainda. Estou procurando todo dia, mando currículo, faço entrevista… mas ainda não achei nada. Eu tenho só 400 reais aqui… não dá nem pro mês inteiro. Por favor, me dá um tempo… eu juro que pago.
Roberto ficou em silêncio, observando a novinha chorando. Seus olhos percorreram sem vergonha o corpo dela: as coxas grossas, a cintura fina e, especialmente, aquela bunda gigantesca espremida no short.
— Chorando não resolve, Himawari. Você tem 19 anos, um corpo desse jeito… por que não faz programa? Uma novinha rabuda como você ganharia dinheiro fácil.
Himawari ergueu o rosto molhado de lágrimas, chocada.
— Eu… eu nunca fiz isso… não sou esse tipo de garota.
Roberto sentou ao lado dela no sofá e colocou a mão pesada na coxa macia da garota, apertando com vontade.
— Mas tem cara de quem daria um ótimo programa… Olha essa bunda. Parece feita pra sentar no pau. — A mão dele subiu devagar pela coxa até a borda do short. — Você quer ficar aqui, não quer?
Himawari soluçou mais alto, mas não afastou a mão dele.
— Quero… eu não tenho pra onde ir…
Roberto abriu o zíper da calça e puxou o pau grosso e meio duro para fora.
— Então começa pagando de outro jeito. Chupa primeiro. Se fizer direitinho, a gente conversa sobre o aluguel.
Himawari, ainda chorando, se ajoelhou no chão. Segurou o pau dele com as duas mãos pequenas e abriu a boca. Começou a chupar devagar, a boquinha apertada mal conseguindo abarcar a grossura.
— Isso… assim… engole mais fundo, Himawari — grunhiu Roberto, segurando a cabeça dela e empurrando devagar.
Ela engasgava, saliva escorrendo pelos cantos da boca misturada com lágrimas. Chupava com esforço, a língua passando pela cabeça grossa enquanto chorava baixinho.
Depois de alguns minutos babando no pau dele, Roberto a puxou pelos cabelos, colocou-a de pé e mandou:
— Tira esse short. Quero ver essa bucetinha.
Himawari, com as mãos tremendo, tirou o short e a calcinha. Sua bunda enorme ficou totalmente exposta. Roberto apertou as nádegas com força, abrindo-as.
— Que bundão da porra… Mas hoje vou começar pela buceta.
Ele a jogou no sofá, abriu bem as pernas dela e posicionou o pau grosso na entradinha da bucetinha jovem. Sem camisinha.
— Seu Roberto… sem capa? — perguntou ela, voz trêmula e chorosa.
— Cala a boca. Quem tá devendo é você.
Empurrou devagar, forçando a bucetinha apertada a engolir seu pau. Himawari gemeu alto, misturando choro e prazer:
— Ai… tá muito grosso… tá enchendo tudo dentro de mim…
Roberto começou a meter com estocadas firmes, segurando as coxas dela e admirando a bunda enorme balançando.
— Porra, que bucetinha apertada… Você vai pagar o aluguel assim todo mês, entendeu? Essa buceta e esse cuzinho rabudo vão ser minha forma de pagamento.
Himawari chorava, mas rebolava contra ele, os peitos pulando.
— Tá bom… eu faço… eu pago com meu corpo… só não me coloca pra fora, por favor…
Roberto acelerou, metendo cada vez mais forte, até gozar fundo dentro dela, enchendo a bucetinha com porra quente e grossa.
Ficou dentro por um tempo, ofegante, enquanto Himawari soluçava baixinho, a bucetinha pingando.
— Esse foi só o começo — disse ele, dando um tapa forte na bunda dela. — O próximo pagamento vai ser com esse cuzinho grande. Entendeu, Himawari?
Ela assentiu, voz fraca e molhada de lágrimas:
— Entendi… vou pagar o aluguel como o senhor quiser.
Parte 2: O Segundo Pagamento
Dois dias depois, Himawari voltou à quitinete com o coração pesado. Ainda sentia a porra seca de Roberto nas coxas e uma vergonha profunda que não saía da cabeça. “Eu deixei ele gozar dentro de mim sem camisinha… sou uma vadia”, pensava enquanto subia as escadas.
Bateu na porta devagar. Roberto abriu com um sorriso satisfeito, vestindo apenas uma bermuda.
— Voltou rápido. Trouxe o dinheiro?
Himawari baixou o olhar, segurando a alça da bolsa com força.
— Não… ainda não consegui nada. Só arrumei mais 150 reais. — A voz dela falhou. — Por favor, eu tô me sentindo horrível com isso tudo.
Roberto puxou ela para dentro e trancou a porta. Seus olhos percorreram o corpo da garota novamente.
— Tira a roupa toda. Hoje você vai pagar de verdade. Quero ver esse bundão.
Himawari hesitou, mas obedeceu. Tirou a blusa, o sutiã, o short e a calcinha, ficando completamente nua. A bunda grande e empinada ficou exposta, redonda e macia. Roberto pegou um pequeno plug anal e um frasco de lubrificante na gaveta.
— De quatro no sofá. Empina esse rabo pra mim.
Ela se posicionou, joelhos no sofá, rosto enfiado nas almofadas. Sentia-se suja, degradada. “Estou vendendo meu corpo… dando meu cu pra pagar aluguel. O que eu me tornei?”, pensava, lágrimas silenciosas escorrendo.
Roberto abriu as nádegas carnudas dela com as duas mãos, admirando o cuzinho rosado e apertado. Cuspiu ali e começou a passar lubrificante, massageando o anel enrugado com o dedo.
— Relaxa… hoje vou preparar você direitinho.
O dedo dele entrou devagar, girando, abrindo espaço. Himawari mordeu o lábio, gemendo baixo. A sensação era estranha, invasiva, mas provocava um calor incômodo entre as pernas.
— Por favor… vai devagar… — murmurou ela, voz tremendo. — Eu me sinto tão nojenta fazendo isso…
— Nojenta? — Roberto riu, enfiando um segundo dedo. — Sua bucetinha tá molhada pra caralho. Esse corpo foi feito pra dar prazer.
Ele pegou o plug pequeno, lubrificou bastante e pressionou contra o cuzinho. Himawari arqueou as costas quando o objeto entrou, esticando ela.
— Ahh… tá pressionando dentro… — reclamou, respirando rápido.
Roberto deixou o plug trabalhando por um tempo, enquanto passava as mãos grandes por toda a bunda dela, apertando, dando tapas leves que faziam a carne tremer. Depois tirou o plug e substituiu pelos próprios dedos, abrindo mais.
— Olha como já tá cedendo… esse rabo gordo é bem mais apertado que sua bucetinha.
Himawari choramingava, o rosto vermelho de vergonha.
— Eu nunca imaginei que ia fazer isso… dar meu cu pra um homem só pra não ficar na rua. Me sinto uma… uma puta barata.
Roberto tirou os dedos, posicionou o pau grosso na entrada do cuzinho lubrificado e começou a empurrar devagar. A cabeça larga forçou a passagem.
— Respira fundo… vai entrar.
Himawari agarrou as almofadas com força, gemendo alto quando ele deslizou para dentro. Centímetro por centímetro, o pau grosso abria seu rabo.
— Tá doendo… tá me abrindo toda… — choramingou ela, lágrimas caindo.
Roberto segurou a cintura fina dela e começou a meter com movimentos lentos mas profundos, vendo a bunda enorme balançar a cada estocada.
— Que delícia… esse cuzinho tá apertando meu pau como se não quisesse soltar. Você nasceu pra isso, Himawari.
Ela soluçava baixinho, mas o corpo traía: rebolava levemente contra ele, a bucetinha pingando de excitação. A mistura de dor, prazer e humilhação fazia a cabeça dela girar.
— Eu me odeio por estar gostando… — confessou em voz baixa. — Mas continua… por favor.
Roberto acelerou gradualmente, metendo mais fundo, as bolas batendo na bucetinha molhada dela. Dava tapas mais fortes na bunda, fazendo a carne ondular.
— Rebola nesse pau. Mostra como você paga o aluguel.
Himawari obedeceu, movendo o quadril, rebolando com a bunda grande enquanto o pau entrava e saía do seu cuzinho. Os gemidos dela ficaram mais altos, menos de dor e mais de tesão.
Depois de longos minutos, Roberto segurou firme e gozou fundo dentro do rabo dela, enchendo o canal quente com porra grossa. Quando puxou o pau, o cuzinho piscou, vazando sêmen devagar.
Himawari desabou no sofá, ofegante, o corpo tremendo. Sentia-se completamente suja, usada… mas também estranhamente excitada.
Roberto deu um tapa leve na bunda dela e disse:
— Bom pagamento. Mas ainda falta bastante. Da próxima vez quero você de saia curta sem calcinha.
Himawari, com a voz fraca e o rosto escondido nas almofadas, murmurou:
— Eu vou… vou fazer o que o senhor mandar.
Parte 3: A Visita Inesperada
Dois dias depois do segundo pagamento, Roberto decidiu não esperar. Era fim de tarde quando ele bateu na porta da quitinete. Himawari abriu vestindo uma blusa larga e um shortinho velho. Seus olhos demonstravam cansaço e fome.
— Seu Roberto… — murmurou surpresa.
— Vim cobrar o aluguel — disse ele, entrando sem esperar convite. Fechou a porta e já puxou ela pela cintura, apertando aquele bundão com as duas mãos.
— Agora?
— Agora.
Ele a virou de costas, abaixou o short dela junto com a calcinha e mandou ela ficar de quatro no sofá. Himawari obedeceu, empinando a bunda enorme. Roberto abriu as pernas dela e enfiou o pau grosso direto na bucetinha gorda e carnuda, sem preliminares.
— Ahh… — gemeu ela, sentindo a grossura abrindo suas paredes.
Roberto metia com força, segurando os quadris dela, fazendo a bunda grande balançar a cada estocada. O som molhado enchia o pequeno ambiente.
— Essa buceta tá mais molhada que da última vez… você tá viciando, né?
Himawari mordia o braço para abafar os gemidos, o corpo sacudindo. Depois de alguns minutos metendo com vontade, Roberto sentiu sede. Puxou o pau para fora, ainda duro e brilhando, e foi até a geladeira.
Abriu a porta e franziu a testa. Estava praticamente vazia: só um resto de água, um limão murcho e um pacote de macarrão instantâneo vazio.
— Que porra é essa? Não tem nada aqui.
Himawari, ainda de quatro no sofá, baixou a cabeça envergonhada.
— Acabou tudo… — respondeu baixinho. — Faz três dias que não almoço direito. Tô pulando refeições… às vezes como só um pão com café de manhã e pronto.
Roberto fechou a geladeira e olhou para ela. Himawari continuou:
— Eu tô precisando mesmo de dinheiro, seu Roberto… Além do aluguel… o senhor conhece alguém que precise de garota pra fazer programa? Eu… eu preciso comer.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, depois pegou o celular e pediu uma pizza grande.
— Enquanto não chega, você vai ficar só com uma camiseta e uma calcinha fio-dental bem socada nesse rabo. Quero ver essa bundona marcada.
Himawari trocou de roupa na frente dele. Vestiu uma camiseta branca fina que mal cobria a bunda e colocou uma calcinha preta fio-dental. A tirinha fina ficou profundamente socada entre as nádegas carnudas, deixando a maior parte da bunda exposta.
Roberto sentou no sofá e abriu as pernas.
— Vem. Chupa enquanto a pizza não chega.
Himawari se ajoelhou entre as pernas dele, puxou o pau ainda duro e começou a chupar. A boquinha quente envolvia a cabeça grossa, descendo o máximo que conseguia, babando bastante. Roberto segurava a cabeça dela, empurrando devagar.
— Isso… chupa gostoso. Olha como você tá obediente agora.
Ela chupava com afinco, língua girando, saliva escorrendo pelo pau e pelas bolas. O barulho molhado era alto. Roberto gemia de prazer, segurando o cabelo dela.
Exatamente nesse momento, o celular dele tocou. Era a esposa.
Roberto olhou para a tela, sorriu de canto e atendeu, colocando no viva-voz:
— Alô, amor?
Himawari parou por um segundo, olhos arregalados de pavor, mas Roberto empurrou a cabeça dela de volta para o pau.
— Continua chupando — sussurrou.
Enquanto a esposa falava sobre o jantar e o que tinha feito durante o dia, Himawari continuava com o pau na boca, chupando mais devagar e tentando fazer o mínimo de barulho possível. Roberto respondia normalmente, uma mão na cabeça dela guiando o ritmo.
— Sim, tô resolvendo umas coisas do aluguel aqui… — disse ele, empurrando o pau mais fundo na garganta da garota, que engasgou baixinho. — Tá tudo bem. Daqui a pouco tô indo pra casa.
Himawari sentia as lágrimas voltando. Chupava o pau do homem casado enquanto a esposa falava no telefone. Sentia-se ainda mais suja, mais barata.
Roberto gozou na boca dela bem no final da ligação, segurando a cabeça firme para ela engolir tudo. Desligou o telefone e deu um tapa leve no rosto dela.
— Boa garota. Engoliu tudinho.
Himawari limpou a boca com as costas da mão, voz rouca:
— A pizza… deve estar chegando.
Roberto sorriu, olhando para a novinha de camiseta curta e fio-dental socado no rabo enorme.
— Isso mesmo. Depois que comer, vamos continuar o pagamento. Hoje ainda vou querer esse cuzinho de novo.
Parte 4: O Pagamento com o Motoboy
A pizza chegou cerca de 25 minutos depois. Roberto, ainda sentado no sofá com o pau para fora, olhou para Himawari, que estava só de camiseta curta e fio-dental socado bem fundo no rabo.
— Vai lá buscar a pizza — ordenou ele calmamente.
— Tá bom, vou vestir uma roupa…
— Não. Só de calcinha. E com a camiseta que tá usando.
Himawari arregalou os olhos, chocada.
— Não! Eu não vou descer assim! O motoboy vai me ver quase pelada!
Roberto sorriu com frieza e falou:
— Vai sim. Se você for boazinha e der pra ele, eu te dou mais 150 reais. Dá pra comprar comida pra semana.
— Não… por favor, eu não quero fazer isso com outro homem… — implorou ela, voz tremendo.
Roberto deu de ombros.
— Então fica sem a pizza e sem o dinheiro extra. E eu ainda vou foder seu cuzinho agora mesmo, do jeito que eu quiser. Escolhe.
Himawari ficou em silêncio por quase um minuto, lágrimas escorrendo. A fome e o desespero falaram mais alto. Ela baixou a cabeça.
— Eu… eu vou…
Desceu as escadas do prédio só com a camiseta branca fina e a calcinha fio-dental preta bem marcada no bundão. O coração batia forte. Quando abriu a porta do prédio, o motoboy — um rapaz de uns 23 anos, moreno e forte — estava esperando com a pizza na mão. Seus olhos quase saltaram ao ver a garota seminua.
— A pizza… — murmurou ela, voz baixa e envergonhada.
O motoboy não conseguia tirar os olhos da bunda enorme dela. Himawari respirou fundo e decidiu seguir o plano. Mudou o tom de voz, tentando soar sedutora:
— Tá calor hoje, né? — disse, virando de lado para mostrar melhor o corpo. — Quer subir rapidinho? Meu tio tá lá em cima e disse que tem uma gorjeta especial pra você…
O motoboy engoliu em seco.
— Sério?
— Sério.
Ela o puxou pela mão e subiu as escadas na frente dele, rebolando a bunda intencionalmente. Roberto observava tudo escondido no corredor, de longe, sem ser visto.
Assim que entraram na quitinete, Himawari fechou a porta. Tirou a camiseta, ficando só de fio-dental. Ajoelhou na frente do motoboy e abriu a calça dele.
— Deixa eu te agradecer direito…
Puxou o pau dele para fora e começou a chupar. O motoboy gemeu surpreso, segurando a cabeça dela. Himawari chupava com vontade, babando bastante, tentando fazer um bom trabalho. O pau do motoboy era grosso e cheirava a suor.
Roberto assistia tudo de um canto escuro do corredor, excitado com a cena.
Depois de alguns minutos, o motoboy a levantou, tirou uma camisinha da carteira, colocou e mandou ela ficar de quatro no sofá. Himawari obedeceu, empinando a bunda grande.
O motoboy enfiou na bucetinha gorda dela com uma estocada só.
— Caralho… que bundona… — grunhiu ele, começando a meter forte.
Himawari gemia alto, segurando nas almofadas enquanto levava as estocadas. O motoboy era bruto, segurava na cintura dela e batia fundo, fazendo a bunda enorme tremer.
— Isso… mete gostoso… — disse ela, tentando soar convincente.
Roberto observava tudo com atenção, o pau na mão, sem interferir.
O motoboy fodeu ela por uns bons minutos, dando tapas na bunda, até gozar dentro da camisinha com um gemido alto. Puxou o pau, tirou a camisinha e jogou no lixo.
— Porra… valeu mesmo — disse ele, ainda ofegante.
Himawari, envergonhada e suada, entregou a pizza para ele ir embora. Assim que o motoboy saiu, ela fechou a porta e desabou no sofá, cobrindo o rosto com as mãos.
Roberto apareceu, aplaudindo devagar.
— Boa garota. Você foi bem obediente. Aqui estão os 150 extras. — Ele jogou o dinheiro no sofá ao lado dela. — Come a pizza. Depois vamos continuar o que começamos.
Himawari pegou o dinheiro com a mão tremendo, lágrimas escorrendo silenciosamente. Sentia-se completamente usada, suja e humilhada… mas pelo menos teria o que comer nos próximos dias.
Parte 4: O Pagamento com o Motoboy
A pizza chegou cerca de 25 minutos depois. Roberto, ainda sentado no sofá com o pau para fora, olhou para Himawari, que estava só de camiseta curta e fio-dental socado bem fundo no rabo.
— Vai lá buscar a pizza — ordenou ele calmamente.
— Tá bom, vou vestir uma roupa…
— Não. Só de calcinha. E com a camiseta que tá usando.
Himawari arregalou os olhos, chocada.
— Não! Eu não vou descer assim! O motoboy vai me ver quase pelada!
Roberto sorriu com frieza e falou:
— Vai sim. Se você for boazinha e der pra ele, eu te dou mais 150 reais. Dá pra comprar comida pra semana.
— Não… por favor, eu não quero fazer isso com outro homem… — implorou ela, voz tremendo.
Roberto deu de ombros.
— Então fica sem a pizza e sem o dinheiro extra. E eu ainda vou foder seu cuzinho agora mesmo, do jeito que eu quiser. Escolhe.
Himawari ficou em silêncio por quase um minuto, lágrimas escorrendo. A fome e o desespero falaram mais alto. Ela baixou a cabeça.
— Eu… eu vou…
Desceu as escadas do prédio só com a camiseta branca fina e a calcinha fio-dental preta bem marcada no bundão. O coração batia forte. Quando abriu a porta do prédio, o motoboy — um rapaz de uns 23 anos, moreno e forte — estava esperando com a pizza na mão. Seus olhos quase saltaram ao ver a garota seminua.
— A pizza… — murmurou ela, voz baixa e envergonhada.
O motoboy não conseguia tirar os olhos da bunda enorme dela. Himawari respirou fundo e decidiu seguir o plano. Mudou o tom de voz, tentando soar sedutora:
— Tá calor hoje, né? — disse, virando de lado para mostrar melhor o corpo. — Quer subir rapidinho? Meu tio tá lá em cima e disse que tem uma gorjeta especial pra você…
O motoboy engoliu em seco.
— Sério?
— Sério.
Ela o puxou pela mão e subiu as escadas na frente dele, rebolando a bunda intencionalmente. Roberto observava tudo escondido no corredor, de longe, sem ser visto.
Assim que entraram na quitinete, Himawari fechou a porta. Tirou a camiseta, ficando só de fio-dental. Ajoelhou na frente do motoboy e abriu a calça dele.
— Deixa eu te agradecer direito…
Puxou o pau dele para fora e começou a chupar. O motoboy gemeu surpreso, segurando a cabeça dela. Himawari chupava com vontade, babando bastante, tentando fazer um bom trabalho. O pau do motoboy era grosso e cheirava a suor.
Roberto assistia tudo de um canto escuro do corredor, excitado com a cena.
Depois de alguns minutos, o motoboy a levantou, tirou uma camisinha da carteira, colocou e mandou ela ficar de quatro no sofá. Himawari obedeceu, empinando a bunda grande.
O motoboy enfiou na bucetinha gorda dela com uma estocada só.
— Caralho… que bundona… — grunhiu ele, começando a meter forte.
Himawari gemia alto, segurando nas almofadas enquanto levava as estocadas. O motoboy era bruto, segurava na cintura dela e batia fundo, fazendo a bunda enorme tremer.
— Isso… mete gostoso… — disse ela, tentando soar convincente.
Roberto observava tudo com atenção, o pau na mão, sem interferir.
O motoboy fodeu ela por uns bons minutos, dando tapas na bunda, até gozar dentro da camisinha com um gemido alto. Puxou o pau, tirou a camisinha e jogou no lixo.
— Porra… valeu mesmo — disse ele, ainda ofegante.
Himawari, envergonhada e suada, entregou a pizza para ele ir embora. Assim que o motoboy saiu, ela fechou a porta e desabou no sofá, cobrindo o rosto com as mãos.
Roberto apareceu, aplaudindo devagar.
— Boa garota. Você foi bem obediente. Aqui estão os 150 extras. — Ele jogou o dinheiro no sofá ao lado dela.
Parte 5: A Recompensa e a Realidade
Roberto olhou para Himawari sentada no sofá, ainda só de fio-dental, com o corpo suado e marcas vermelhas na bunda.
— Pode comer a pizza depois — disse ele friamente. — Agora abre essas pernas.
Himawari obedeceu, ainda tremendo. Roberto se ajoelhou entre as coxas dela, abriu bem suas pernas e enfiou o pau grosso na bucetinha gorda sem aviso. Começou a meter com força bruta, estocadas profundas e violentas.
— Olha pra mim — ordenou, dando um tapa forte no rosto dela.
Himawari soltou um gemido misturado com choro. Roberto metia sem parar, o pau entrando e saindo com violência.
— Sua puta barata… dando o cu e a buceta pra pagar aluguel. Olha como você tá molhada mesmo chorando. Que vadia.
Outro tapa estalou no rosto dela, fazendo a cabeça virar. Ele segurou o pescoço dela com uma mão enquanto socava a bucetinha.
— Isso… aperta esse buraco gostoso.
Depois de alguns minutos, ele puxou o pau para fora, agarrou o cabelo dela e enfiou na garganta. Fodeu a boca com estocadas profundas, fazendo ela engasgar e babar inteiro.
— Engole tudo, sua inútil. Chupa direito.
Himawari chorava copiosamente, saliva escorrendo pelo queixo, olhos vermelhos. Roberto fodia a garganta dela sem piedade, segurando a cabeça com as duas mãos.
Depois de abusar da boquinha, ele a jogou de novo no sofá, abriu as pernas dela no máximo e voltou a meter na bucetinha. As estocadas eram ainda mais fortes, o sofá rangendo.
— Vai tomar porra agora, sua putinha de aluguel.
Com um grunhido animal, Roberto gozou fundo dentro dela, enchendo a bucetinha com jatos grossos e quentes. Ficou dentro por um tempo, esvaziando tudo, depois puxou o pau e limpou na coxa dela.
— Agora pode comer.
Ele vestiu a calça, pegou o dinheiro que havia dado antes e saiu da quitinete sem dizer mais nada.
Himawari ficou sozinha, deitada no sofá, com a bucetinha latejando e vazando porra. Começou a chorar baixinho, soluços sinceros. Depois de alguns minutos, levantou-se com dificuldade, pegou a caixa de pizza e sentou à mesa.
Enquanto comia o primeiro pedaço quente, as lágrimas ainda caíam. Mas aos poucos ela foi se acalmando. Olhou ao redor da quitinete pequena, mas limpa.
“Pelo menos tenho onde morar… e agora tenho o que comer”, pensou.
Desde a Grande Guerra Ninja, a vida para os pobres tinha ficado extremamente difícil. Vilas destruídas, trabalho escasso, comida cara. Muita gente estava passando fome. Ela não era a única.
— Se eu consigo pagar o aluguel e comer usando meu corpo… talvez eu consiga mais — murmurou para si mesma, dando outra mordida na pizza. — Posso conseguir roupas melhores… remédios… talvez até juntar dinheiro.
Himawari limpou as lágrimas do rosto e continuou comendo. O gosto da pizza quente era o melhor que sentia em dias. Mesmo se sentindo suja e usada, uma estranha sensação de conformismo tomava conta dela.
— Se for preciso usar minha buceta e meu cuzinho pra sobreviver… então que seja.
Ela terminou de comer, tomou um banho rápido e deitou na cama. A bucetinha ainda doía, mas sua barriga estava cheia pela primeira vez em dias.
Pela primeira vez em muito tempo, Himawari dormiu sem sentir fome.




Parte 6: A Vingança Começa
Himawari acordou por volta das 19h. A quitinete estava escura e silenciosa. Seu corpo ainda doía um pouco da foda bruta que Roberto tinha dado mais cedo, mas a pizza tinha enchido sua barriga e lhe dado energia.
Levantou, pegou a pequena pilha de roupas sujas e foi até a área comum do corredor para lavar na tanque comunitária. Estava usando apenas uma camiseta larga que mal cobria a bunda.
Enquanto esfregava as roupas, ouviu a porta do apartamento ao lado abrir. Android 18, a vizinha loira, bonita e arrogante, saiu carregando uma sacola de lixo. Assim que viu Himawari quase nua, curvada sobre o tanque, 18 soltou um riso debochado.
— Olha só… a putinha do corredor lavando as roupas de vadia. Não tem vergonha não, sua oferecida? — provocou 18, olhando com desprezo para o corpo da garota mais nova.
Himawari sentiu o sangue ferver, mas ficou quieta. 18 bateu a porta com força ao voltar, o barulho ecoando no corredor.
Himawari apertou a roupa molhada com raiva, falando sozinha entre dentes:
— Vagabunda… nunca te fiz nada pra me tratar assim. Olha o jeito que fala comigo… Você me paga. Vou foder com seu marido pra você aprender a deixar de ser uma filha da puta. Sua corna!
A raiva misturada com a excitação da ideia fez ela sorrir pela primeira vez em dias. Voltou para dentro da quitinete com a cabeça cheia de planos.
“Vou me arrumar bem puta hoje”, pensou enquanto abria a pequena mala de roupas.
Himawari escolheu a lingerie mais safada que tinha: um conjunto vermelho de renda transparente. O sutiã mal cobria os mamilos, deixando quase tudo à mostra, e a calcinha era um fio-dental minúsculo que desaparecia entre suas nádegas grandes. Por cima, vestiu uma camisa social branca, velha e grande, que tinha pegado emprestada de Roberto. Deixou os primeiros botões abertos, mostrando o vale entre os seios e parte da lingerie vermelha.
Embaixo, colocou o shortinho de academia mais curto e justo que possuía — um modelo cinza claro de lycra que marcava perfeitamente sua bucetinha gorda e empinava ainda mais sua bunda enorme. Abaixou o short até a metade da bunda, deixando a cintura da calcinha vermelha bem visível na frente e atrás. As alças finas do fio-dental ficavam aparecendo dos dois lados. Olhou no pequeno espelho rachado e deu uma voltinha.
— Perfeito… — murmurou, rebolando de leve. A bunda enorme balançava, o short marcava o contorno da bucetinha inchada. — Se ele não ficar louco com isso, não é homem.
Sentou na cama e ficou imaginando o plano enquanto esperava a vizinha sair:
“Vou bater na porta dizendo que preciso de sal… ou que o chuveiro entupiu… qualquer coisa. Vou sorrir, fazer cara de inocente, deixar ele ver bem meu corpo. Vou cruzar as pernas devagar, deixar ele olhar pra minha buceta marcada no short. Depois começo a flertar… elogio ele, digo que a esposa dele tem sorte… passo a mão no braço dele… e se ele avançar, eu deixo.”
Himawari sentia um calor subir entre as pernas só de imaginar.
“Vou deixar ele me comer bem gostoso na cama dele… bem onde aquela vadia dorme. Vou gemer alto pra ela ouvir se chegar mais cedo. Quero que ele goze dentro de mim… quero voltar pra casa com a bucetinha cheia da porra do marido dela.”
Ela riu baixinho, maliciosa.
“Depois eu conto pra ela… ou talvez não. Só vou ficar rebolando essa bunda toda vez que ela passar. Ela vai saber que eu fodi o marido dela e não vai poder fazer nada.”
Himawari ficou quase duas horas esperando, andando de um lado para o outro, ajustando a roupa, praticando o olhar sedutor no espelho. Finalmente, por volta das 22h30, ouviu a porta ao lado abrir e fechar. Android 18 tinha saído.
Himawari respirou fundo, ajeitou os cabelos, deixou mais um botão da camisa aberto e saiu para o corredor. Parou em frente à porta do vizinho, o coração acelerado.
Bateu três vezes.
Agora era esperar o marido de 18 abrir.
Continuação da Parte 6:
Himawari bateu três vezes na porta. O coração batia forte no peito. Alguns segundos depois, a porta se abriu.
Era Krillin, o marido de Android 18. Um homem baixo, careca, forte e de expressão amigável. Ele arregalou os olhos ao ver a garota parada ali, vestida daquele jeito provocante.
— Himawari? Aconteceu alguma coisa? — perguntou ele, tentando não olhar demais, mas falhando miseravelmente. Seus olhos desceram para os seios quase à mostra na camisa aberta e depois para o shortinho absurdamente curto que marcava a bucetinha dela.
Himawari fez uma carinha inocente, mordendo o lábio inferior de leve.
— Oi, Krillin… desculpa te incomodar tão tarde. É que… meu chuveiro tá com problema de novo, a água não quer sair quente. Eu vi que sua esposa saiu e pensei que talvez você pudesse me ajudar rapidinho? — disse ela, inclinando o corpo levemente para o lado, fazendo a bunda empinada aparecer mais.
Krillin pigarreou, claramente desconfortável, mas incapaz de desviar o olhar.
— Ah… claro. Posso dar uma olhada depois. Quer entrar enquanto isso?
— Posso? — perguntou ela com um sorriso doce, entrando antes mesmo da resposta completa.
Assim que entrou, Himawari andou devagar pela sala, rebolando discretamente. O shortinho subia ainda mais, deixando metade da bunda de fora e mostrando bem a calcinha vermelha fio-dental socada.
Krillin fechou a porta, tentando disfarçar o volume que já começava a aparecer na calça.
— Quer beber alguma coisa? — ofereceu ele.
— Água tá bom… — respondeu ela, sentando no sofá de forma bem aberta, cruzando as pernas devagar para que ele visse bem a marca da bucetinha no short.
Enquanto Krillin ia buscar a água, Himawari pensava:
“Ele já tá olhando bastante… olha como fica nervoso. Vou apertar mais.”
Quando ele voltou e entregou o copo, ela segurou a mão dele de propósito por alguns segundos a mais.
— Obrigada… você é muito gentil. Sua esposa tem muita sorte, sabia? Um homem forte e atencioso como você… — falou ela, olhando nos olhos dele com um olhar manhoso.
Krillin corou.
— Ah… obrigado. Você também tá… bem diferente hoje.
Himawari sorriu, fingindo inocência.
— Diferente como? — perguntou, levantando um pouco a camisa como se estivesse se ajeitando, mostrando ainda mais a lingerie vermelha.
— Assim… vestida desse jeito. Tá muito… chamativa.
Ela deu uma risadinha baixa e passou a mão na própria coxa lentamente.
— É que eu tava lavando roupa e não queria sujar as poucas roupas boas que tenho… mas confesso que gosto de me sentir desejada. Às vezes me sinto sozinha aqui… sabe como é.
Krillin sentou no sofá ao lado dela, visivelmente excitado. Himawari se aproximou um pouco mais, deixando a perna encostar na dele.
— Se você quiser… posso te ajudar com o chuveiro agora — disse ele, voz um pouco rouca.
Himawari sorriu por dentro. O plano estava funcionando.
— Claro… mas antes deixa eu te agradecer por ser tão legal comigo — murmurou ela, colocando a mão na coxa dele. — Você merece um carinho especial…
Ela se inclinou lentamente na direção dele, os seios quase saindo da camisa, pronta para dar o próximo passo.
Continuação da Parte 6:
Himawari se inclinou ainda mais, os seios quase saindo da camisa aberta. Sua mão subiu devagar pela coxa de Krillin até parar bem perto do volume que já estava evidente na calça dele.
— Você é tão atencioso… — sussurrou ela, voz manhosa. — Eu fico tão sozinha aqui… às vezes sinto falta de um homem de verdade.
Krillin respirava pesado, lutando contra si mesmo, mas o corpo traía. Ele olhou para a porta, depois para a novinha rabuda na frente dele.
— Himawari… minha esposa pode voltar a qualquer momento…
— Ela saiu agora há pouco — respondeu ela, sorrindo safada. — E eu sei ser bem rápida quando quero.
Sem esperar mais, Himawari subiu no colo dele, sentando com as pernas abertas. O shortinho subiu completamente, deixando a calcinha fio-dental vermelha roçando direto no pau dele por cima da calça.
— Você quer, né? — perguntou ela, rebolando devagar, esfregando a bucetinha quente contra ele. — Eu vi como você olha pra minha bunda no corredor…
Krillin gemeu baixo, as mãos finalmente subindo para apertar aquela bunda enorme e macia.
— Porra… você é muito safada…
Himawari sorriu vitoriosa e o beijou com fome, enfiando a língua na boca dele enquanto rebolava mais forte. Sentiu o pau dele ficar completamente duro por baixo dela.
Ela desceu do colo, ajoelhou entre as pernas dele e puxou a calça para baixo. O pau de Krillin saltou para fora, grosso e latejante. Sem hesitar, ela lambeu da base até a cabeça e enfiou na boca, chupando com vontade.
— Caralho… — grunhiu Krillin, segurando a cabeça dela.
Himawari chupava fazendo barulho, babando bastante, olhando para cima com olhos pidões. Enquanto chupava, pensava:
“Vai, corno… aproveita a buceta da vizinha. Sua mulher me chamou de puta hoje… agora eu tô chupando o seu pau.”
Depois de deixar o pau bem babado, ela se levantou, tirou o shortinho e a calcinha, ficando só com a camisa aberta. Virou de costas para ele, empinou a bunda enorme e falou:
— Vem… me fode. Quero sentir você bem fundo.
Krillin não resistiu. Levantou, posicionou o pau na entrada da bucetinha gorda e enfiou de uma vez. Himawari gemeu alto, segurando no encosto do sofá.
— Isso… mete gostoso… me usa…
Ele começou a foder com força, as mãos apertando a cintura dela enquanto batia fundo. A bunda grande de Himawari ondulava a cada estocada, fazendo um barulho alto de carne contra carne.
— Que bundão da porra… — xingou ele, dando tapas fortes nas nádegas.
Himawari rebolava para trás, gemendo sem vergonha:
— Mais forte… me fode bem gostoso… quero que você goze dentro de mim…
Krillin metia cada vez mais rápido, o suor escorrendo. Depois de alguns minutos, ele não aguentou mais. Segurou firme na bunda dela e gozou fundo, enchendo a bucetinha da novinha com porra quente.
Himawari sentiu o jorro e sorriu, mordendo o lábio.
“Mais uma vitória”, pensou.
Krillin saiu de dentro dela, ofegante e com cara de quem tinha acabado de cometer um crime.
— Isso não pode se repetir… — murmurou ele, nervoso.
Himawari se virou, ainda com a bucetinha vazando porra, e deu um beijinho na boca dele.
— Claro… só quando você quiser — respondeu com um sorriso safado.
Ela vestiu o shortinho por cima da bucetinha melada, deixou a camisa aberta e voltou para seu apartamento rebolando, sentindo a porra escorrer pela coxa.
Fechou a porta, encostou na parede e sorriu satisfeita.
— Agora é só esperar aquela vadia descobrir…


